HEC promove vacinação

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Milhões de pessoas no país são portadoras dos vírus B ou C e não sabem, aumentando as chances de evolução da doença e o surgimento de complicações, como cirrose e câncer.

As formas de transmissão dos vírus B, C e D são:

•Transmissão sanguínea por compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos cortantes.
• Prática de sexo desprotegido.
• Da mãe para o bebê durante a gravidez, o parto e a amamentação.

O SESMT  aproveita o momento para comunicar que está disponível, na pasta de Gestão por Unidade/Serviço (pasta da qualidade), o Controle de Vacinação Ocupacional dos colaboradores por Centro de Custo que será atualizado a cada dois meses pela medicina do trabalho.

Caso a situação vacinal do colaborador esteja INCOMPLETA, esclareça a pendência, encaminhe ao SESMT a cópia do cartão de vacina atualizado e completo.

A colaboração dos líderes é muito importante para apresentação do controle de vacinação ocupacional aos colaboradores de suas equipes. E, ciente da importância de conscientizar seus colaboradores, o HEC solicita que todos atualizem as suas vacinas.

CSC – JF colabora com campanha de vacinação contra o HPV

O Colégio Santa Catarina (CSC), em parceria com Ministério da Saúde, realizou campanha de vacinação contra o HPV (papilomavírus humano). Assim, alunas  na faixa etária de abrangência da campanha, puderam optar por receber a primeira dose da vacina no colégio, nos dias 17, 18 e 19 de março. Uma carta explicativa será enviada aos pais e responsáveis, que devem assinar autorizando ou não a vacinação da filha no colégio.

A iniciativa é do Ministério da Saúde que, por meio do Programa Nacional de Imunização, está ampliando o Calendário Nacional de Vacinação com a introdução da vacina quadrivalente Papilomavírus humano (HPV) no Sistema Único de Saúde (SUS), para prevenção do câncer do colo do útero, uma doença grave que põe em risco a vida de milhares de mulheres em todo o mundo. No Brasil, é a segunda principal causa de morte por câncer entre mulheres.

A campanha de vacinação contra o HPV foi lançada em 10 de março, e tem como público-alvo adolescentes de 11 a 13 anos (13 anos 11 meses e 29 dias completados a partir de 10 de março). Numa parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e Educação, esta primeira etapa da campanha foi realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em escolas públicas e privadas. Para que as meninas estejam devidamente protegidas contra o câncer do colo do útero, devem ser administradas três doses da vacina, no esquema recomendado abaixo:

• 1ª dose: será ofertada em UBS e escolas – a partir do mês de março;
• 2ª dose: administrada seis meses após a 1ª dose – apenas em UBS;
• 3ª dose: administrada cinco anos após a 1ª dose – apenas em UBS.

A vacina contra o HPV é gratuita e estará disponível nas Unidades de Saúde durante todo o ano. Para a vacinação no Colégio Santa Catarina, é necessário que a aluna venha acompanhada de um responsável e traga um documento de identificação, além da carteira de vacinação (se tiver).

 

HTO Dona Lindu participa de vacinação contra a gripe

Aderindo à campanha de vacinação contra o vírus influenza (vírus causador da gripe) – promovida pelo Ministério da Saúde em todo o país, o Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu (HTODL), gerido pela Associação Congregação de Santa Catarina, disponibilizou a vacina para seus funcionários no próprio hospital, através de parceria com a Secretaria de Saúde de Paraíba do Sul. A ação aconteceu no último mês, imunizando mais de 200 profissionais.

O técnico de segurança do trabalho no HTODL, Cláudio Peixoto, destaca que a vacinação para os funcionários da área de saúde está assegurada na Norma Regulamentadora 32, que institui as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde. “Nos organizamos para viabilizar a vacinação da melhor forma possível. O mais importante é garantir que nossos funcionários não estejam expostos ao influenza”, disse Cláudio.

A vacina contra o influenza é composta por vírus mortos que não causam a gripe. No entanto, a imunização não protege contra outros tipos de doenças respiratórias, como o resfriado, por exemplo. A validade da dose é de 6 a 12 meses, e deve ser aplicada anualmente, pois o vírus sofre mutações neste período, sendo necessária a adequação da vacina.

A enfermeira Maria Fernanda de Barros Lima, responsável pelo serviço de controle de infecção hospitalar do HTO Dona Lindu, lembra que é importante que os funcionários de unidades de saúde estejam protegidos. “É fundamental que se evite a circulação do vírus dentro do ambiente hospitalar, pois é um risco a mais para os pacientes. Por isso, os profissionais de saúde fazem parte do grupo prioritário para vacinação”, lembrou Maria Fernanda.

Para o diretor executivo do HTODL, Artur Hummel, a iniciativa de trazer a vacina para ser aplicada no hospital, se alinha às necessidades do serviço de saúde no país. “Trabalhamos sempre para o bem-estar do funcionário e do paciente. Acreditamos que nossa mobilização para promover a vacinação no HTO é também um esforço pela saúde pública”, destacou Hummel.