Campanha de Higienização das Mãos

No mês de junho, a equipe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) da Casa de Saúde São José, realizou a Campanha de Higienização das Mãos. A ação tem como objetivo reforçar entre os colaboradores, pacientes e visitantes do hospital a importância de manter as mãos sempre limpas e higienizadas, para evitar a transmissão e a contaminação por vírus, fungos e bactérias.

Para aproveitar a época da Copa do Mundo, trabalhamos a campanha justamente com o tom das partidas de futebol. “Vamos higienizar as mãos e vencer de lavada” foi o slogan da campanha, que contou ainda com a participação de um ator que circulou por todo o hospital reforçando as práticas.

 


Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza

Vacinação no HTDO

Com o objetivo de garantir a saúde dos seus colaboradores e a segurança dos pacientes, o Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu (HTODL), em Paraíba do Sul, aderiu pelo quarto ano consecutivo à campanha nacional promovida pelo Ministério da Saúde e disponibilizou para seus funcionários a vacina contra o vírus influenza (causador da gripe). A vacinação no HTODL aconteceu nos dias 05 e 06 de maio e foi uma parceria do hospital com a Secretária de Saúde de Paraíba do Sul. Os profissionais de saúde estão entre os grupos prioritários para a imunização.

O CRI Norte também participou da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2014.  As vacinações aconteceram do dia 22 de abril a 9 de maio.

Campanha da Fraternidade 2014

Com uma cerimônia simples e emocionante, o Colégio Santa Catarina (CSC – JF) lançou,  dia 26 de abril, o gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2014, cujas atividades serão para ajudar a Obra Social Santa Catarina, no Bairro Jardim Casablanca. O evento foi realizado no ginásio esportivo do colégio e contou com a presença de professores, colaboradores, alunos e de toda a equipe que trabalha na Obra, além de pessoas lá assistidas. “O nosso objetivo com o gesto concreto é consolidar ações que contribuam para a superação da vulnerabilidade social, como situações de exclusão social, além de reforçar o compromisso comunitário no cuidado com as pessoas, principalmente aquelas que, pela pobreza, estão mais vulneráveis a adoções inescrupulosas”, afirmou o professor Juceme Rodrigues, coordenador de Ensino Religioso do CSC.

A solenidade foi dividida em duas partes. Num primeiro momento, alunos entraram carregando uma cruz com as mãos algemadas, numa alusão ao tema deste ano da Campanha da Fraternidade, que trata do Tráfico Humano em suas diversas formas: exploração sexual, tráfico de bebês e de órgãos e o trabalho escravo. Todo o ginásio rezou junto a oração da CF 2014. Em seguida, estudantes do Ensino Médio entraram no ginásio carregando uma enorme cruz, onde, em seguida, foram pregadas frases com dados sobre o tráfico humano no Brasil e no mundo. “A ideia de fixar estas frases na cruz era que mantivéssemos os olhos em Jesus Cristo, que, na cruz, se fez solidário aos que sofrem em nosso meio, especialmente com as injustiças”, explicou Juceme.

Após a entrada da cruz, o público presente se deu as mãos para cantar a oração do Pai Nosso, um dos momentos mais bonitos da celebração. Logo depois, alunos trouxeram placas com os dez mandamentos de Deus e as pregaram numa tábua de madeira, lembrando a passagem do profeta Moisés. Encerrando esse primeiro momento, a diretora geral do CSC, Irmã Ernestina, e o diretor executivo do CSC, Artur Giovannini, acompanhados de alguns alunos da educação infantil, entraram no ginásio com o Círio Pascal, representando a luz que é Cristo.

Encerrado o momento religioso, foi a vez de apresentar a Obra Social Santa Catarina a toda a comunidade catarinense. A diretora da Obra, Carla Cristina, saudou os professores e alunos presentes e disse, num tom emocionado, que o gesto concreto será fundamental para consagrar o trabalho das Irmãs…. Após a fala da Carla, alunos do colégio foram até as arquibancadas onde estavam as pessoas que trabalham e fazem atividades na Obra Social e, num gesto acolhedor, seguraram nas mãos delas e as trouxeram para dentro do ginásio, onde elas puderam receber os aplausos do público. Cada um dos moradores do Jardim Casablanca ali presente trouxe consigo algo que o identifica com a Obra, ou seja, as mulheres da oficina de corte e costura trouxeram roupas confeccionadas por elas, as de artesanato exibiram seus trabalhos, os meninos e meninas da capoeira entraram com berimbaus e os alunos do curso de musicalização trouxeram seus imponentes instrumentos de corda.

Depois da cerimônia, foram ouvidos alguns depoimentos emocionantes de pessoas assistidas na Obra Social Santa Catarina, que nos contaram o que esse trabalho, coordenado com tanto carinho pelas Irmãs de Santa Catarina, representam para eles e suas respectivas famílias:

Marta Maria Munck, participante das oficinas de corte e costura, reforma e artesanato: “Quando entrei para a Obra eu não sabia fazer nada na máquina de costura. A Obra Social foi uma benção na minha vida, porque eu ficava em casa, não tinha o que fazer, terminava o meu serviço e ficava pensando besteira. Aí, fiquei sabendo da Obra e entrei, a princípio, para fazer ginástica. E através dessa atividade eu conheci as outras oficinas e me interessei. Minha vida mudou da água para o vinho. Eu costumo dizer para a professora que ali é uma terapia pra mim, não um curso. Lá a gente sempre encontro um ombro acolhedor e, se entra com algum problema, lá dentro você esquece dele e chega em casa com mais amor e carinho pra dar para os filhos. Eu saio da Obra com a certeza de que tudo vai ser melhor. E melhorou não só a minha vida, mas a de toda a vizinhança, principalmente para as crianças que ficavam ociosas, sem ter o que fazer. Só de ver esses meninos hoje tocando um instrumento que não sabiam nem o que era e hoje fazer esse som que nós ouvimos aqui é de emocionar. É muito emocionante e gratificante, você entrar sem saber fazer nada e sair de lá com uma história de vida maravilhosa, cheia de aprendizado. E o melhor de tudo: de graça. O amor que os funcionários tem por todos nós é tão gratificante que não tem como agradecer, é só rezar todos os dias e pedir a Deus muitas bênçãos para que essa Obra nunca termine e que mais pessoas possam sentir essa felicidade que estou sentindo nesse momento”.

Vitória Lara Modesto, 15 anos: “A Obra Social Santa Catarina é a melhor coisa que aconteceu no Casablanca e também na vizinhança, porque influenciou muita gente que antes só ficava na rua. Nós só temos que agradecer. Na minha família eu toco saxofone na oficina de musicalização e minha mãe participa da oficina de corte e costura e reforma. Ela entrou na obra e não sabia costurar nada e hoje ela já fez dois vestidos de noiva e um de dama de honra. A vida da minha mãe agora é só costurar. Ela achou um novo rumo pra vida dela, porque ela estava numa situação de profunda depressão. Aí, um dia, passando na rua, ela recebeu um panfleto que estavam distribuindo para divulgar os cursos da Obra e ela decidiu se inscrever para ver como era e agora ela faz todas as oficinas que pode”.

Matheus Teófilo dos Santos, 13 anos: “Estou na Obra Social há três anos e atualmente faço capoeira e musicalização, onde aprendi a tocar violino. O meu irmão também faz capoeira e minha mãe faz oficina de corte e costura. A Obra é tudo de bom na minha vida, porque me ajudou a crescer e ficar mais calmo, eu sempre fui muito agitado e na escola eu melhorei muito. E tirou muitos dos meus colegas da rua também.. Hoje eu não imagino minha vida sem a Obra, porque é meu momento de descanso, de lazer. Eu estudo à tarde e de manhã não tenho nada pra fazer, aí vou pra lá fazer o que eu gosto e isso me relaxa. Leio livros na biblioteca muito bonita, que cresce cada vez mais. Lá na obra eu descobri o sonho de ser musicista”.

GESTO CONCRETO

Todos os anos, o Colégio Santa Catarina realiza um gesto concreto da Campanha da Fraternidade, pois acreditam que, mais do que palavras, são as ações que, de fato, servem como exemplo e são capazes de transformar realidades. Por isso, de acordo com o tema abordado na CF, a equipe pedagógica escolhe uma instituição, com relevantes trabalhos na área social, para que todos da comunidade catarinense – professores, colaboradores, pais e alunos – possam se mobilizar e ajudar.

Em 2014, a instituição escolhida para receber o gesto concreto é a Obra Social Santa Catarina, que funciona no Bairro Jardim Casablanca, na Cidade Alta. A instituição foi inaugurada em dezembro de 2010, pelas Irmãs de Santa Catarina, em comemoração aos 100 anos do CSC – JF. A construção da unidade contou com a contribuição de muitas pessoas, entre funcionários, alunos, ex-alunos e pais, que, num bonito gesto de solidariedade, uniram-se para transformar o sonho das irmãs em realidade. Agora, novamente, querem unir forças para alavancar a Obra Social Santa Catarina e ajudar mais famílias carentes.

Atualmente, a Obra Social atua nas áreas da Saúde, Educação e Assistência Social com: oficinas de capoeira e de flauta doce (convênio com a Funalfa); cursos de costura industrial, artesanato e customização; oficinas de musicalização com instrumentos de sopro (parceria com a Banda da PM) e de corda; prática de orquestra; aulas de dança; oficina de leitura; oficina de moda; biblioteca comunitária; reforço escolar e aulas de inglês. Na Saúde, através de uma parceria firmada com a UFJF, a entidade também oferece consultas médicas (Pediatria, Neurologia, Psiquiatria e Clínico Geral) e atendimento psicológico. Só em 2013, foram atendidas 881 pessoas.

Mas é possível  fazer muito mais. Possuem espaço e infraestrutura para oferecer à comunidade carente do Jardim Casablanca várias outras oficinas e cursos gratuitos que representem oportunidades de lazer, de aprendizado, de inserção social e profissional e de fonte de renda. E é para isso que precisam de ajuda de toda a comunidade catarinense. Em 2014, pretendem montar um curso de formação de garçons e garçonetes, em parceria com a Viva Eventos, além de um treinamento para trabalhos domésticos (empregadas domésticas e babás) e curso de culinária, ambos em parceria com o curso de Nutrição da UFJF. Posteriormente, todos serão informados sobre as atividades a serem realizadas, com o intuito de angariar fundos para colocar estes cursos em funcionamento.

CSC – JF colabora com campanha de vacinação contra o HPV

O Colégio Santa Catarina (CSC), em parceria com Ministério da Saúde, realizou campanha de vacinação contra o HPV (papilomavírus humano). Assim, alunas  na faixa etária de abrangência da campanha, puderam optar por receber a primeira dose da vacina no colégio, nos dias 17, 18 e 19 de março. Uma carta explicativa será enviada aos pais e responsáveis, que devem assinar autorizando ou não a vacinação da filha no colégio.

A iniciativa é do Ministério da Saúde que, por meio do Programa Nacional de Imunização, está ampliando o Calendário Nacional de Vacinação com a introdução da vacina quadrivalente Papilomavírus humano (HPV) no Sistema Único de Saúde (SUS), para prevenção do câncer do colo do útero, uma doença grave que põe em risco a vida de milhares de mulheres em todo o mundo. No Brasil, é a segunda principal causa de morte por câncer entre mulheres.

A campanha de vacinação contra o HPV foi lançada em 10 de março, e tem como público-alvo adolescentes de 11 a 13 anos (13 anos 11 meses e 29 dias completados a partir de 10 de março). Numa parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e Educação, esta primeira etapa da campanha foi realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em escolas públicas e privadas. Para que as meninas estejam devidamente protegidas contra o câncer do colo do útero, devem ser administradas três doses da vacina, no esquema recomendado abaixo:

• 1ª dose: será ofertada em UBS e escolas – a partir do mês de março;
• 2ª dose: administrada seis meses após a 1ª dose – apenas em UBS;
• 3ª dose: administrada cinco anos após a 1ª dose – apenas em UBS.

A vacina contra o HPV é gratuita e estará disponível nas Unidades de Saúde durante todo o ano. Para a vacinação no Colégio Santa Catarina, é necessário que a aluna venha acompanhada de um responsável e traga um documento de identificação, além da carteira de vacinação (se tiver).

 

4º Dia do Nariz Vermelho

O Dia do Nariz Vermelho é uma campanha mundial que acontece em diversos países, onde artistas se unem para realizar atrações culturais como shows, atrações de circo, espetáculos de dança, entre outras apresentações. O evento tem cunho beneficente e anualmente contempla uma instituição filantrópica com todos os fundos arrecadados e, este ano, o Amparo Maternal foi escolhido para ser beneficiado.

O evento aconteceu no dia 15, no teatro APCD, zona norte de São Paulo, e aproximadamente 800 pessoas compareceram a este show de solidariedade que contou com as apresentações de ballet da Academia de Dança “Roberta Lopes”, Cia. Fabulosa Trupe, o Ventríloquo – Rick Regis, Mineirinho de Maceió, a cantora Adriana Ribeiro, show de mágica, malabarismos, acrobacias e, por fim, a dupla Patati Patatá. A Diretora Executiva Júnia Cordeiro também marcou presença no palco do 4º Dia do Nariz Vermelho contando sobre a causa e obra do Amparo Maternal.

Júnia Cordeiro (Diretora do Amparo Maternal) falando sobre o trabalho da Casa, junto ao mestre de cerimônias do evento, Palhaço Xibum

“É sempre uma grande satisfação poder realizar o Dia do Nariz Vermelho no Brasil todos os anos; mas esta 4ª edição sem dúvida superou nossas expectativas! Foi uma edição bem trabalhosa, mas que gerou um resultado incrível é a nossa maior edição desses quatro anos.” relata Rodrigo da Paixão, diretor da campanha. “Os ingressos se esgotaram, a arrecadação foi bem bacana, mas com certeza nossa maior recompensa foi emocionar centenas de crianças, jovens, adultos e até idosos, que até hoje vêm nos parabenizar pela iniciativa e pelo trabalho de sucesso. E fazer tudo isso para ajudar uma instituição séria como o Amparo, só nos traz mais gratificações. Por isso, só temos a agradecer a todos os envolvidos, público, empresas, atrações e voluntários, pelo carinho com a nossa campanha”, finaliza Thais Martarelli, também diretora da campanha no Brasil.