13 de dezembro – Dia de Santa Luzia

O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.

Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do século III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.

Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.

Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses, nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.

Conta-se que, antes de sua morte, teriam arrancado os seus olhos. Fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou, reconhecendo Jesus – Luz do Mundo, até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.

Santa Luzia, rogai por nós!

 

Fonte: http://cesarjhs.blogspot.com.br/2011/12/dia-13-de-dezembro-dia-de-santa-luzia.html

6 de dezembro – Dia de São Nicolau

O santo deste dia é São Nicolau, muito amado pelos cristãos e alvo de inúmeras lendas. Filho de pais ricos com profunda vida de oração, nasceu no ano 275 em Pátara, na Ásia Menor. Tornou-se sacerdote da diocese de Mira, onde, com amor, evangelizou os pagãos, mesmo no clima de perseguição que os cristãos viviam.

São Nicolau é conhecido principalmente pelo cuidado com os pobres, já que ao receber por herança uma grande quantia de dinheiro, livremente o partilhou com os necessitados. Certa vez, Nicolau sabendo que três pobres moças não tinham os dotes para o casamento e que, por isso, o próprio pai, na loucura, aconselhou a prostituição, jogou pela janela da casa das moças três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens. Daí que nos países do Norte da Europa, usando da fantasia, fiéis acreditavam ver em Nicolau o velho de barbas brancas que levava presentes às crianças no mês de dezembro.

Sagrado Bispo de Mira, Nicolau conquistou a todos com sua caridade, zelo, espírito de oração, e carisma de milagres. Historiadores relatam que, ao ser preso por causa da perseguição dos cristãos, Nicolau foi torturado e condenado à morte, mas felizmente se salvou em 313, pois foi publicado o edito de Milão que concedia a liberdade religiosa.

São Nicolau participou do Concilio de Nicéia, onde Jesus foi declarado consubstancial ao Pai. Entrou Nicolau no Céu em 324, ao morrer em Mira com fama de santidade e de instrumento de Deus para que muitos milagres chegassem ao povo.

São Nicolau, rogai por nós!

 

Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-nicolau/

Sal e Luz

Este mês a mensagem da coluna de Espiritualidade nos traz uma linda mensagem escrita pela Irmã Lia Gregorine. Confira e aproveite para refletir:

“Vós sois sal da terra e luz do mundo”… Mateus 5:13-16

Com estas palavras Jesus incondicionalmente nos faz sal e nos faz luz. Chama-nos a clarear o mundo e nos chama a dar sabor à vida…

Jesus não coloca condição. Apenas Diz: “Vós sois sal e luz!”.

Diante dessas palavras, surgem em nossas mentes e corações belos, muitas imagens.

Ser Luz, clarear o mundo em que vivemos com pequenos gestos e pequenas chamas. Tochas que clareiam enfeitando a vida com belas flores, lindos hinos, pequenos cuidados…

Olhar nos olhos e dizer: aqui estou para te apoiar, te ouvir, sentir e animar.

Ser sal, dar sabor à vida e reconhecer o que ela tem de melhor. Conservar o alimento, aliviar a dor, dar gosto ao pão… Pão amassado e sovado no labor da missão.

Andando pelo mar morto em Israel, vi que as pessoas que lá entravam não afundavam. O sal pela sua textura não deixa afundar…

Santa Catarina, cuja festa celebramos neste mês, foi sal e foi luz. Dessa luz e desse sal até hoje fazemos memória… E a tomamos como modelo de vida e ação.

De sua vida emana, até os dias de hoje, luz e sal dando-nos condição de juntos construir um pedaço da história da Congregação de Santa Catarina na missão de cuidar da vida.

Santa Catarina, padroeira e mãe, cuida de nós.

Que nosso andar seja corajoso e fiel a Jesus, o Senhor de nossa vida.

Ampara-nos na fraqueza e anima-nos a viver para Ele eternamente.

Amém.

2 de novembro – Dia de Finados

Oração consoladora de Santo Agostinho

“A morte não é nada.

Apenas passei ao outro lado do mundo.

Eu sou eu. Você  é você.

O que fomos um para o outro, ainda o somos.

Dá-me o nome que sempre me deste.

Fala-me como sempre me falaste.

Não mudes o tom a um triste ou solene.

Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.

Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.

Que o meu nome se pronuncie em casa como sempre se pronunciou,  sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.

A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.

O cordão de união não se quebrou.

Por que eu estaria fora dos teus pensamentos, apenas porque estou fora da tua vista?

Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.

Já verás, tudo está bem…

Redescobrirás o meu coração, e nele redescobrirás a ternura mais pura.

Seca tuas lágrimas, e se me amas Não chores mais.”

Santo Agostinho 

1 de novembro – Dia de Todos os Santos

Na Igreja Católica, o dia de “Todos os Santos” é celebrado no dia 1 de novembro. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.

O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao fato frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.

A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.

Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Batista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heroicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos.

O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação “todos os santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Todos_os_Santos

 

Como rezar o Santo Rosário

O Terço, como o próprio nome sugere, é a terça parte de alguma coisa. Ele é a terça parte do ROSÁRIO, ou seja, ao rezarmos 3 terços (3 x 1/3 = 1), estaremos rezando UM Rosário. Estas três partes são chamadas de “Mistérios”, a saber: 1) Mistérios Gozosos, 2) Mistérios Dolorosos e 3) Mistérios Gloriosos.

Esclarecimentos:

• O Terço tradicional possuía três Mistérios (Gozosos, Dolorosos e Gloriosos), porém em “16 de outubro de 2002, em sua Carta Apostólica “Rosarium Virginis Mariae”, o Papa João Paulo II propôs novos Mistérios, que deverão ser rezados às quintas-feiras.
• Anunciando os novos Mistérios, o Papa ressaltou seu caráter cristológico: contempla os mistérios da vida pública de Jesus do Batismo à Paixão.
• Com este novo modo de rezar, o Papa quis enfatizar mais ainda a idéia do “Rosário” como um compêndio do Evangelho.
• Após recordar a encarnação e a vida oculta de Cristo (Mistérios Gozosos), antes de considerar os sofrimentos da Paixão (Mistérios Dolorosos) e o triunfo da Ressurreição (Mistérios Gloriosos), centramos nossa meditação em alguns momentos significativos da vida pública de Jesus (Mistérios Luminosos).

 


1. ORIGEM DO TERÇO

 

A origem do terço é muito antiga. Remonta aos anacoretas orientais que usavam pedrinhas para contar suas orações vocais. Em 1328, segundo a Tenda, Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a reza do Rosário para a salvação do mundo.
Nasceu assim a devoção do Rosário, que significa coroa de rosas oferecidas a Nossa Senhora. Os promotores e também divulgadores desta devoção foram os Dominicanos, que também criaram as Confrarias do Rosário.
O papa dominicano Pio V animou vivamente a prática da recitação do Rosário, que, em breve, se tornou a oração popular predileta da cristandade. Esta devoção tem o privilégio de ter sido recomendada por Nossa Senhora em Lourdes, na França, e em Fátima, Portugal, o que depõe em favor de sua validade em todos os tempos.
O terço pode ser rezado individual ou coletivamente. O terço é uma das mais queridas devoções a Nossa Senhora. Aparecendo em Fátima, ela pediu aos pastorzinhos: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.

 

2. OFERECIMENTO DO TERÇO

 

Divino Jesus, ofereço-vos este terço que vou rezar, contemplando os mistérios da nossa redenção. Pela intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem me dirijo, concedei-me as virtudes para bem rezá-lo, e a graça de ganhar as indulgências desta santa devoção.

 

1. Intenções

Oferecemos, particularmente, em desagravo dos pecados cometidos contra o Santíssimo Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria, pela paz do mundo, pela conversão dos peca-dores, pelas almas do purgatório, pelas intenções do Papa, pelo aumento e santificação do Clero, pelo nosso Vigário, pela santificação e união das famílias, pelas missões, pelos enfermos e agonizantes, por aqueles que pediram nossas orações, por todas as nossas intenções mais íntimas e urgentes e pelo Brasil.

 

2. Em seguida, segurando a cruzinha do terço, para atestar nossa fé em todas as verdades ensinadas por Cristo, reza-se:

Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padec sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na re-missão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

 

3. Homenagem à Santíssima Trindade

Terminado o Credo, presta-se homenagem à Santíssima Trindade rezando 1 Pai-nosso, 3 Ave-marias, 1 Gória ao Pai. A primeira Ave-maria em honra a Deus Pai que nos criou; a segunda, a Deus Filho que nos remiu; e a terceira, ao Espírito Santo que nos santifica.
PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. E perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
AVE, MARIA, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
GLÓRIA AO PAI, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

4. Em cada Mistério do terço se reza um Pai-nosso, dez Ave-marias e um Glória ao Pai e a jaculatória:

Ó meu Jesus! Perdoai-nos e livrai-nos do fogo do inferno. Levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.

 

3. MISTÉRIOS DO TERÇO

 

1. Mistérios Gozosos ou da Alegria


(segundas e sábados)

Neste primeiro mistério contemplamos o anúncio que o arcanjo São Gabriel faz a Nossa Senhora de que ela será a mãe de Jesus.

A anunciação (cf. Lc 1,26-39).

Neste segundo mistério contemplamos Nossa Senhora, que vai visitar sua prima Santa Isabel. Permanece com ela durante três meses.

A visitação (cf. Lc 1,39-56).

Neste terceiro mistério contemplamos Jesus, que nasce na gruta de Belém. Não havia lugar para eles na hospedaria da cidade. Jesus nasce numa manjedoura na mais completa pobreza.
O nascimento de Jesus (cf. Lc 2,1-15).
Neste quarto mistério contemplamos Nossa Senhora, cumprindo a Lei de Moisés: apresenta Jesus no Templo, onde se encontrava o velho Simeão.
A apresentação de Jesus no Templo (cf. Lc 2,22-33).
Neste quinto mistério contemplamos Jesus, ainda adolescente, que permanece no Templo durante três dias em companhia dos doutores; falando, escutando e interrogando sobre as coisas de seu Pai.
O encontro do Menino Jesus no Templo entre os Doutores (cf. Lc 2,42-52).

 

2. Mistérios Luminosos ou da Luz


(quintas-feiras)

Neste primeiro mistério contemplamos Jesus sendo batizado por João Batista no rio Jordão. Enquanto Cristo desce à água do rio, como inocente que se faz pecado por nós, o céu se abre e a voz do Pai proclama-o Filho dileto, ao mesmo tempo em que o Espírito vem sobre ele para investi-lo na missão que o espera.

O batismo no Jordão (cf. Mt 3,13-16)

Neste segundo mistério contemplamos o início dos sinais de Caná, quando Cristo, tranformando a água em vinho, abre à fé o coração dos discípulos graças à intervenção de Maria, a primeira entre os que crêem.

A auto-revelação nas bodas de Caná (cf. Jo 2,1-12).

Neste terceiro mistério contemplamos a pregação com a qual Jesus anuncia o advento do reino de Deus e convi-da à conversão, perdoando os pecadores de quem se dirige a ele com humilde confiança, início do ministério de misericórdia que ele prosseguirá exercendo até o fim do mundo, especialmente através do sacramento da reconciliação confiado à sua Igreja.
O anúncio do reino de Deus com o convite à conversão (cf. Mc 1,14-215).
Neste quarto mistério contemplamos a transfiguração de Jesus que, segundo a tradição, se deu no monte Tabor. A glória da divindade reluz no rosto de Cristo, enquanto o Pai o credencia aos apóstolos extasiados para que o “escutem” e se disponham a viver com ele o momento doloroso da paixão, a fim de chegarem com ele à glória da ressurreição e a uma vida transfigurada pelo Espírito Santo.
A transfiguração (cf. Lc 9,28-36).
Neste quinto mistério contemplamos a instituição da Eucaristia, na qual Cristo se faz alimento com o seu corpo e o seu sangue sob os sinais do pão e do vinho, testemunhando “até o extremo” seu amor pela humanidade, por cuja salvação se oferecerá em sacrifício.
Instituição da Eucaristia (cf. Mt 26,26-29).

 

3. Mistérios Dolorosos ou da Dor


(terças e sextas-feiras)

Neste primeiro mistério contemplamos a oração, o sofrimento e a agonia de Jesus no Horto das Oliveiras. A agonia de Jesus no Horto (cf. Mc 14,32-43).

Neste segundo mistério contemplamos Jesus, que, amarrado a uma coluna, em casa de Pilatos, é cruelmente açoitado e injustamente flagelado.
A flagelação de Jesus (cf. Jo 18,38-40; 19,1).

Neste terceiro mistério contemplamos Jesus, sendo coroado de espinhos por seus algozes. E ridicularizado diante de todos e sofre em silêncio.
Jesus é coroado de espinhos (cf. Mt 27,27-32).

Neste quarto mistério contemplamos Jesus, que, condenado à morte, carrega em seus próprios ombros a cruz na qual será crucificado.
Jesus a caminho do Calvário (cf. Lc 23,20-32; Mc 8,34b).

A visitação (cf. Lc 1,39-56).
Neste terceiro mistério contemplamos Jesus, que nasce na gruta de Belém. Não havia lugar para eles na hospedaria da cidade. Jesus nasce numa manjedoura na mais completa pobreza.
O nascimento de Jesus (cf. Lc 2,1-15).
Neste quarto mistério contemplamos Nossa Senhora, cumprindo a Lei de Moisés: apresenta Jesus no Templo, onde se encontrava o velho Simeão.
A apresentação de Jesus no Templo (cf. Lc 2,22-33).
Neste quinto mistério contemplamos Jesus, ainda adolescente, que permanece no Templo durante três dias em companhia dos doutores; falando, escutando e interrogando sobre as coisas de seu Pai.
O encontro do Menino Jesus no Templo entre os Doutores (cf. Lc 2,42-52).
2. Mistérios Luminosos ou da Luz
(quintas-feiras)
Neste primeiro mistério contemplamos Jesus sendo batizado por João Batista no rio Jordão. Enquanto Cristo desce à água do rio, como inocente que se faz pecado por nós, o céu se abre e a voz do Pai proclama-o Filho dileto, ao mesmo tempo em que o Espírito vem sobre ele Neste quinto mistério contemplamos Jesus, sendo crucificado e morrendo na cruz por todos nós. Vive três horas da mais intensa agonia.
Jesus é crucificado (cf. Lc 23,33-47).

 

4. Mistérios Gloriosos ou da Glória


(quartas-feiras e domingos)
Neste primeiro mistério contemplamos Jesus, que ressuscita, vencendo a morte. Jesus ressurge glorioso do sepulcro.
A ressurreição de Jesus (cf. Mc 16,1-8).

Neste segundo mistério contemplamos a subida de Jesus ao céu com admirável glória.
A ascensão de Jesus (cf. At 1,4-11).

Neste terceiro mistério contemplamos a vinda do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os Apóstolos.
A descida do Espírito Santo (cf. At 2,1-13).

Neste quarto mistério contemplamos a gloriosa assunção de Nossa Senhora ao céu.
A assunção de Nossa Senhora (cf. l Cor 15,20-23.53-55).

Neste quinto mistério contemplamos Nossa Senhora, sendo coroada Rainha do céu e da terra, e intercessora por todos nós junto a seu filho Jesus.
A coroação de Nossa Senhora (cf. Ap 12,1-6). 4. AGRADECIMENTO DO TERÇO
Graças vos damos, soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos. Dignai-vos agora e para sempre tomar-nos debaixo de vosso poderoso amparo, e para mais vos obrigar, saudamo-vos: Salve, Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura, esperança nossa, salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei! E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria!
— Rogai por nós, Santa Mãe de Deus!
— Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

 

5. LADAINHA DE NOSSA SENHORA


Senhor, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Deus Pai do céu, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Rogai por nós
Santa Mãe de Deus, Rogai por nós
Santa Virgem das virgens, Rogai por nós
Mãe de Jesus Cristo, Rogai por nós
Mãe da divina graça, Rogai por nós
Mãe puríssima, Rogai por nós
Mãe castíssima, Rogai por nós
Mãe Imaculada, Mãe intacta, Rogai por nós
Mãe amável, Rogai por nós
Mãe admirável, Rogai por nós
Mãe do bom conselho, Rogai por nós
Mãe do Criador, Rogai por nós
Mãe do Salvador, Rogai por nós
Mãe da Igreja, Rogai por nós
Virgem prudentíssima, Rogai por nós
Virgem venerável, Rogai por nós
Virgem louvável, Rogai por nós
Virgem poderosa, Rogai por nós
Virgem benigna, Rogai por nós
Virgem fiel, Rogai por nós
Espelho de justiça, Rogai por nós
Sede de Sabedoria, Rogai por nós
Causa de nossa alegria, Rogai por nós
Vaso espiritual, Rogai por nós
Vaso honorífico, Rogai por nós
Vaso insigne de devoção, Rogai por nós
Rosa mística, Rogai por nós
Torre de Davi, Rogai por nós
Torre de marfim, Rogai por nós
Casa de ouro, Rogai por nós
Arca da Aliança, Rogai por nós
Porta do céu, Rogai por nós
Estrela da manhã, Rogai por nós
Saúde dos enfermos, Rogai por nós
Refúgio dos pecadores, Rogai por nós
Consoladora dos aflitos, Rogai por nós
Auxílio dos cristãos, Rogai por nós
Rainha dos anjos, Rogai por nós
Rainha dos patriarcas, Rogai por nós
Rainha dos Profetas, Rogai por nós
Rainha dos apóstolos, Rogai por nós
Rainha dos mártires, Rogai por nós
Rainha dos confessores, Rogai por nós
Rainha das virgens, Rogai por nós
Rainha de todos os Santos, Rogai por nós
Rainha concebida sem pecado original, Rogai por nós
Rainha da Assunção, Rogai por nós
Rainha do Santo Rosário, Rogai por nós
Rainha da Paz, Rogai por nós

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
tende piedade de nós.

— Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
— Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

OREMOS: Derramai, ó Deus, a vossa graça em nosso coração para que, conhecendo pela anunciação do anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos por sua paixão e cruz à glória da ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor. Amém
Crédito – http://www.liturgiadiaria.com.br/terco.html

— by Clevinho Maia
Fonte: http://www.arcanjomiguel.net


 

5 de outubro – Dia de São Benedito

Hoje se comemora o dia de São Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem – era africano e negro –, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza.

Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, “o Mouro”. Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de São Benedito, o Negro, ou apenas “o santo Negro”.

Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe, Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo.

Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: “Nosso santo mouro”. Aos vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de extrema penitência.

Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu, em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome.

Todos obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações.

Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro.

E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril de 1589, como umsimples frade franciscano, em total desapego às coisas terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os nossos dias.

Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição.

Foi canonizado em 1807, pelo papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta.

 

Fonte: www.derradeirasgracas.com

 

A história de Madre Regina

Regina Protmann nasceu em 1552, na cidade de Braunsberg – hoje Braniewo, Polônia – no seio de uma família rica e piedosa, onde recebeu boa educação intelectual, moral e religiosa. Regina foi batizada na Igreja de Santa Catarina, padroeira de sua cidade. Cedo aprendeu a admirar esta santa e encontrou afinidade com ela: jovem, bela, delicada, cora­josa e inteligente como Santa Catarina, ela o era. E decidiu imitar o exemplo da Santa em sua adesão radical a Jesus Cristo.

Nesta época a Europa vivia intensas conturbações sócio-culturais. No campo político-religioso avançava o movimento da Reforma Protestante, através da luta armada, dividindo a cristandade entre católicos e protestantes. A Igreja católica convoca o Concílio de Trento e reage com o movimento da Contra Reforma.

No início de sua juventude, Regina demonstrou-se inclinada às vaidades e às ambições materiais. Espirituosa, inteligente e esperta, gostava de sobressair-se e ser a preferida entre suas companheiras.

Quando “o brilho da graça divina luziu no seu coração”, sentiu a presença do Senhor como um fogo abrasador. Esta experiência provocou nela uma grande mudança. Com apenas 19 anos de idade, deixou o conforto da casa paterna, renunciou ao casamento, e, com duas companheiras, foi morar numa casa pobre, para aí viver uma vida de oração, de ascese, de amor ao próximo e de pobreza.

Por sua coerência de vida no ideal de seguir a Jesus Cristo, irradia uma força espiritual que foi atraindo mais jovens para a sua companhia. Regina viu também em Cristo, o HOMEM-DEUS apaixonado pela felicidade terrena e eterna de todas as criaturas humanas. Vol­tou-se também ela para as pessoas sofredoras e marginalizadas de sua Cidade. Fez uma opção consciente e decidida pelos doentes, pe­los pobres e pelas meninas abandonadas e carentes de instrução. Regina fundou escolas e, com suas companheiras, começou a tratar dos doentes em seus domicílios e em hospitais. Assim, fortalecida pela graça, Regina fundou uma Congregação contemplativa e ativa, o que foi inaudito para aquele tempo.

Madre Regina colocou a nova congregação sob a proteção de Santa Catarina, V.M. a qual passou a chamar-se Irmãs de Santa Catarina.

Faleceu aos 18 de janeiro de 1613. O Papa João Paulo II beatificou-a, em Varsóvia, aos 13 de junho de 1999.

 

20 de setembro – Dia do Pombo da Paz e muito mais

 

Na mitologia cristã e na judaica, um pombo branco é um símbolo da paz. Isso vem do Antigo Testamento: um pombo teria sido solto por Noé depois do dilúvio para que ele encontrasse terra. O pombo então volta carregando um ramos de oliveira em seu bico e Noé constata que o Dilúvio havia baixado e que novamente havia terra para o Homem. (Gênesis 8:11). Isso simbolizava que Deus havia terminado a sua “guerra” contra a humanidade. O aparecimento do arco-íris (Genesis 9:12-17) ao final da história do Dilúvio também representa a paz, por onde Deus direciona o seu “arco” contra si mesmo, um antigo sinal de cessão de hostilidade. O tema também pode representar a “esperança pela paz” e até mesmo a oferta de um homem a outro, como na frase “estenda um ramo de oliveira”. Comumente, o pombo é representado ainda em vôo para lembrar a quem vê o seu papel como mensageiro. No Novo Testamento, o pombo também é o símbolo do Espírito Santo, como em Mateus 3:16.

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADmbolo_da_paz

 

21 de agosto – Oração Campanha da Fraternidade 2013

Oração da Campanha da Fraternidade 2013

Tema: Fraternidade e Juventude

Lema: “”Eis-me aqui, envia-me”” (Is 6,8)

 

“Pai santo, vosso Filho Jesus,

conduzido pelo Espírito

e obediente à vossa vontade,

aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.

 

Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,

tornai-nos missionários

a serviço da juventude.

 

Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,

enviai-nos, Senhor;

para ser presença geradora de fraternidade,

enviai-nos, Senhor;

para ser profetas em tempo de mudança,

enviai-nos, Senhor;

para promover a sociedade da não violência,

enviai-nos, Senhor;

para salvar a quem perdeu a esperança,

enviai-nos, Senhor;

para…(coloque suas intenções)”

18 de agosto – Dia de Santa Helena

Flávia Júlia Helena nasceu em meados do século III, na Bitínia, Ásia Menor. Era descendente de uma família plebeia e trabalhava numa hospedaria na sua cidade natal quando conheceu o tribuno Constâncio Cloro. Apaixonados, casaram-se. Mas quando o imperador Maximiano nomeou-o co-regente, portanto seu sucessor, exigiu que ele abandonasse Helena e se casasse com sua enteada Teodora. Isso era possível porque a lei romana não reconhecia o casamento entre nobres e plebeus.

O ambicioso Constâncio obedeceu. Entretanto, levou consigo para Roma o filho Constantino, que nascera da união com Helena, que ficou separada do filho por quatorze anos. Com a morte do pai em 306, Constantino mandou buscar a mãe para junto de si na Corte. Ela já se havia convertido e tornado uma cristã fervorosa e piedosa.

O jovem Constantino, auxiliado pela sabedoria de Helena, conseguiu assumir o trono como o legítimo sucessor do pai. Primeiro, tornou-se governador; depois, o supremo e incontestável imperador de Roma, recebendo o nome de Constantino, o Grande. Para tanto, teve de vencer seu pior adversário, Maxêncio, na histórica batalha travada, em 312, às portas de Roma.

Conta a história que, durante a batalha contra Maxêncio, seu exército estava em desvantagem. Influenciado por Helena, que tentava convertê-lo, Constantino teve uma visão. Apareceu-lhe uma cruz luminosa no céu com os seguintes dizeres: “Com este sinal vencerás”. Imediatamente, mandou pintar a cruz em todas as bandeiras e, milagrosamente, venceu a batalha. Nesse mesmo dia, o imperador mandou cessar, imediatamente, toda e qualquer perseguição contra os cristãos e editou o famoso decreto de Milão, em 313, pelo qual concedeu liberdade de culto aos cristãos e deu a Helena o honroso título de “Augusta”.

Helena passou a dedicar-se à expansão da evangelização e crescimento do cristianismo em todos os domínios romanos. À custa do Império, patrocinou a construção de igrejas católicas nos lugares dos templos pagãos, de mosteiros de monges e monjas e ajudou a organizar as obras de assistência aos pobres e doentes. Depois, apesar de idosa e cansada, foi em peregrinação para a Palestina, visitar os lugares da Paixão de Cristo. Lá supervisionou a construção das importantes basílicas erguidas nos lugares santos, dentre elas a da Natividade e a do Santo Sepulcro, que existem até hoje. Conta a tradição que Helena ajudou, em Jerusalém, o bispo Macário a identificar a verdadeira cruz de Jesus, quando as três foram encontradas. Para isso, levaram ao local uma mulher agonizante, que se curou milagrosamente ao tocar aquela que era a verdadeira.

Pressentindo que o fim estava próximo, voltou para junto de seu filho, Constantino, morrendo em seus braços, aos oitenta anos de idade, num ano incerto entre 328 e 330. O culto a santa Helena, celebrado no dia 18 de agosto, é um dos mais antigos da Igreja Católica. Algumas de suas relíquias são veneradas na basílica dedicada a ela em Roma.