10 princípios que Maria usou para educar Jesus

A obra de Augusto Cury “Maria, a Maior Educadora da História” traz uma análise sobre como Maria educou seu filho Jesus. De acordo com o autor, Jesus foi educado baseado em 10 princípios:

1. Contrato de risco

Logo após o nascimento de Jesus, José a Maria o levaram para Jerusalém, para apresentá-lo ao templo. Após a apresentação, um homem idoso chamado Simeão revelou aos pais que a história de Jesus foi tecida por paradoxos. “Ele foi amado e odiado, aplaudido e vaiado, recebido com entusiasmo e rejeitado com inigualável fúria”, diz trecho da obra.

Não bastasse isso, Simeão disse a Maria que “Jesus abriria como lâmina a alma humana para expor os pensamentos de muitos”. Maria não compreendeu o significado dessas palavras. Mesmo assim, não se intimidou diante delas.

Diante de todos os riscos que o nascimento de Jesus envolvia, Maria não teve medo dos eventos adversos da vida. Maria tinha de ser muito mais que uma educadora sensata, pois não sabia quais seriam os percalços do caminho, mas estava disposta a ir em frente. “Educar é caminhar sem ter a certeza de onde se vai chegar”, adverte o autor.

2. Rápida em agradecer e corajosa em agir

Todos sabemos que e preciso controle emocional quando tudo dá errado para não se achar desafortunado, malsucedido, destinado a ser um derrotado. “É preciso audácia para fugir quando necessário e ousadia para enfrentar quando for imperativo”, pontua Cury.

Apesar de sofrer uma perseguição implacável e inexplicável, Maria procurou sobreviver como podia e com o que tinha. “Ela não reclamava, pois, apesar de ter perdido tudo materialmente, o seu verdadeiro tesouro estava intacto: seu filho”, sinaliza o escritor.

Assim, é possível concluir que um princípio fundamental da educação que Maria prestou a Jesus é de que os filhos e os alunos são tesouros. “Ensine-os a não ter medo da vida, mas a sobreviver às circunstâncias adversas, pois, mais cedo ou mais tarde, elas virão. Quando elas vierem, não gaste sua energia reclamando, use-a para ter coragem para reagir, para produzir ações destemidas”, conclui.

3. Intuição

Cury defende que a intuição é o momento de interiorização quase “mágico”, mas não sobrenatural, “em que nos esvaziamos dos nossos preconceitos para ver o que não é perceptível aos olhos, para compreender o que é intangível, o que está nos bastidores”.

Apesar de um anjo ter anunciado o nascimento de Jesus, ele não entregou para Maria um manual de instruções. Imaginem a confusão que deveria pairar na cabeça de Maria. Mesmo assim, sem uma direção clara, ela foi escolhida não porque sabia muito, mas porque era uma especialista em aprender. “Em cada situação complexa ela tinha de se abrir inteiramente para procurar respostas para situações inesperadas. A intuição era sua bússola”, diz o autor.

4. Educar o filho para servir a sociedade

Segundo Cury, educadores respeitados preparam os jovens para andar na luz, Maria foi mais penetrante, sonhava que seu filho fosse luz. A diferença é grande e as consequências dessa trajetória educacional são muitas. “Quem anda na luz precisa ser conduzido, quem é luz tem compromisso social, ajuda os outros a caminharem, areja a inteligência de terceiros”, explica.

5. Espiritualidade inteligente

Ao estudar a história de Jesus e de Maria, é notável que o menino cresceu sem privilégios sociais, mas com grandes privilégios intelectuais. “Não se sentou nos bancos de uma escola clássica, mas fez reuniões fantásticas com sua mãe na escola da existência”, metaforiza.

O canal de comunicação de Maria com Deus não era fundamentado em rituais, palavras decoradas, sacrifícios programados, mas num diálogo aberto, singelo, sem barreiras. “Nós diminuímos Deus no teatro da nossa mente, Maria teve a ousadia de dizer que O engrandecia, O exaltava, O condecorava”, conta Cury.

6. Proteção da Emoção

Respeitados educadores ensinam os jovens a ter cuidado com seus objetos, não destruir seus materiais didáticos, não manchar suas roupas e a cuidar do seu corpo evitando acidentes e tendo higiene pessoal. Mas esquecem de ensiná-los a proteger o mais difícil espaço de ser humano, a sua emoção.

7. Ambição interior

Incentivar os jovens a ganhar dinheiro, ter espaço social e ser reconhecidos profissionalmente é importante, pois uma pessoa frustrada social e profissionalmente quase sempre é mal-humorada, pessimista e destituída de ânimo. Trabalha pelo salário no final do mês e não por prazer.

A educação da Maria para Jesus não era passiva, distraída e sem direção. Ela tinha metas de desenvolver nele tranquilidade, perspicácia, segurança, sociabilidade, emoção cativante, capacidade observadora e alvos claros de vida.

Muitos pais nunca prestaram atenção na necessidade vital de estimular seus filhos a ter ambição interior. “A maioria os coloca na escola atribuindo a ela uma responsabilidade que é deles”, critica o autor.

8. Contemplação da natureza

De acordo com Cury, Maria conseguia mais do que admirar a natureza, ela a contemplava. “Contemplar a natureza é observar atentamente, penetrando nos detalhes mais ínfimos, captando cenas únicas que só um olhar contemplativo pode enxergar. Além da observação atenta, contemplar significa também abrir o leque da inteligência e se colocar diante de um som ou de uma imagem e se deixar encantar, se envolver”, diz.

Jesus analisava o comportamento humano da mesma forma que contemplava a natureza. Assim, diversas ideias surgiam em sua mente, tendo como pano de fundo a reflexão feita com base na natureza.

9. Inteligência para construir um projeto de vida e disciplina para executá-lo

Maria teceu o projeto de educar o filho do Altíssimo. Todo seu ser foi envolvido nesse projeto. Suas metas eram claras. “Ela fazia escolhas constantemente para atingir seus alvos. Perdia para ganhar. O mundo podia difamá-la, mas ela não se desviava da sua trajetória de vida”, diz o escritor.

10.  História de vida

Apesar da escassez de recursos financeiros, Maria lutava para sobreviver. Como mãe não podia dar presentes, nem tecer vestes caras para seu filho. “Porém, deu o mais excelente presente que um ser humano pode oferecer para quem ama: a sua própria história”, completa o autor.

Dar a própria história, com suas incoerências e dificuldades, e não apenas com seus acertos, é o mais excelente princípio para a formação da personalidade de uma pessoa. “O excelente educador é o que abraça quando todos rejeitam. Como? Contando as suas próprias rejeições. É o que aplaude os que jamais subiram no pódio. Como? Revelando seus fracassos. É o que encoraja os que querem desistir. Como? Revelando os momentos em que ficou inseguro. E o que ensina a chorar contando as suas próprias lágrimas”, finaliza Cury.

 

Hospital São Luiz promove projeto “Contadores de História”

Em parceria com o “Doutores da Alegria”, o Hospital São Luiz, gerido pela ACSC em Cáceres, no Mato Grosso, desenvolveu o projeto “Contadores de História”, que visa levar alegria às crianças e adulto internados nos hospitais ou em escolas.

Colaboradores e pessoas do entorno do hospital atuam de forma voluntária, promovendo a contação de histórias de forma mais alegre. Os integrantes fizeram cursos para se qualificarem. São belas e simples histórias que encantam e alegra os corações jovens e adultos. O projeto, que existe há 5 meses, tem obtido ótimo resultados e boa aceitação tanto meio hospitalar como nas escolas, com vário pedidos de apresentações para este ano e o próximo.

 

Colégio Santa Catarina JF é 1ª na classificação do ENEM 2011

Os dados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), referentes à edição de 2011, apontam o Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora em 1º lugar na classificação entres as instituições privadas de Juiz de Fora. A instituição ocupa a 9ª posição em Minas Gerais, com a participação de 99% dos alunos e uma média de 701.03.

Há muito o CSC-JF vem se preparando para atingir as metas planejadas, trabalhando não só a formação integral do aluno, como também, instrumentalizando o corpo docente para a prática adequada desta nova realidade. “Atribuímos, portanto, esta classificação tão significativa do ENEM ao trabalho intenso de uma equipe cujos desafios são vencidos com compromisso e responsabilidade   “, disse a supervisora do ensino médio, Mariângela de Lacerda Guedes.

De acordo com a professora, o Colégio tem como meta um ensino acadêmico de qualidade. “Buscamos excelência e, consequentemente, aprovação de nossos alunos nos concursos e sucesso na vida profissional. Contudo, expressamos, com alegria, que temos como principal meta a formação cidadã e cristã, o envolvimento de nossos alunos nas questões sociais, a disciplina como valor para a vida”, conta.

Dia do Professor: dedicação e desenvolvimento

Em homenagem ao Dia do Professor, comemorado em 15 de outubro, compartilhamos uma poesia feita por um colaborador do Colégio e Creche Santa Catarina, do Rio de Janeiro, que foi a primeira casa fundada pelas Irmãs de Santa Catarina no Brasil:

MESTRE E APRENDIZ

Quem é que sabe tudo nesta vida?
Por certo não sou eu, não é você.
No entanto, essa procura destemida
do que faça sentido – quem não vê? -,
é marca distintiva de sua lida.

A luz que nos seus olhos brilha densa,
sem medo de encarar qualquer “por quê?”,
por certo que nos faz a diferença
na trilha que escolhemos, de A a Z:
o grande desafio é ser presença!

Você, que compartilha essa medida,
é um mestre e um aprendiz do que compensa!

Autor: J. Thomaz Filho

O papel da família na escolha vocacional dos filhos

Mestra em Educação Graça Margarete S. Tessarioli, que é diretora do Colégio Santa Catarina de São Paulo, concedeu entrevista ao Programa Família em Foco, da Rede Aparecida, sobre o tema.

Escolher aos 17 anos uma carreira que direcionará provavelmente o futuro de sua vida é uma decisão determinante e feita num momento muito jovem. Para Graça, os adolescentes não estão preparados para uma escolha segura. A diretora menciona uma pesquisa feita no 2º semestre de 2011 com 19.883 estudantes no final do ensino médio, na qual 44% dos alunos ainda não sabiam o que escolher. Isso justifica a evasão do ensino superior logo no início do curso e mudança de cursos. A diretora conta que o Colégio Santa Catarina procura dar informações sobre o mercado de trabalho e o mercado profissional no primeiro ano do ensino médio, buscando promover o autoconhecimento do aluno e desmistificar a questão da orientação profissional.

Veja abaixo o vídeo na íntegra:

Personagens portadores de HIV em gibi: a popularização do tema

Contrair HIV hoje pode ser mais simples do que se imagina. Apenas para se ter uma ideia: Um estudo realizado pelo Departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e a Bayer HealthCare ouviu 3 mil pessoas com 16 anos ou mais em Belo Horizonte, Curitiba, Recife e São Paulo. Em São Paulo, 77% dos entrevistados não se protegeram na primeira relação.  Sexo no primeiro encontro ou relações causais, que duram uma noite, são mais comuns do que se pensa. 54% dos 3 mil entrevistados em quatro capitais já tiveram relações dessa natureza, segundo a pesquisa.

Isso mostra que a sensação do “comigo não vai acontecer” está predominante, principalmente entre os jovens. Em uma das Casas da Associação Congregação de Santa Catarina, uma mulher de 25 anos descobriu que tinha contraído o vírus da Aids no mesmo dia em que descobriu que estava grávida. Essa realidade, infelizmente, é reflexo do comportamento atual, baseado em relações efêmeras.

A recente iniciativa do cartunista Maurício de Sousa de lançar um gibi com personagens portadores do vírus HIV, chamado de Amiguinhos da Vida, é uma forma de alcançar o público infantil e alertar também para esta causa. A falta de informação é o principal vilão dos principais erros. Por isso, esta iniciativa deve mostrar que crianças soropositivas podem ser saudáveis e merecem a mesma socialização das demais. Mais do que vencer o preconceito junto ao público infantil, esta cartilha chama atenção para o tema: AIDS.

Na ACSC, a Creche Madre Regina (no Ceará) atua também com o acolhimento de crianças vivendo ou convivendo com HIV/AIDS. São atendidas 150 crianças, essencialmente crianças filha de soropositivos, como também portadores de necessidades especiais. Através de um trabalho interdisciplinar, estas crianças recebem a alfabetização e atividades comum para suas idades. A Casa participa ativamente do Fórum do Movimento Social de Luta Contra a AIDS do Ceará e outras manifestações por direitos sociais na luta contra a AIDS.

 

Projeto CRI@TIVO.COM está entre os 12 melhores projetos do estado de São Paulo

O projeto CRI@tivo.com do CRI Norte está participando do III Prêmio Acessa São Paulo, premiação criada em 2009 pela Secretaria de Gestão Pública do Estado de São Paulo, Prodesp e Escola do Futuro da Universidade de São Paulo e tem a finalidade de reconhecer e contemplar os melhores projetos inscritos na Rede de Projetos do Programa Acessa São Paulo.

Os principais requisitos avaliados nos projetos contemplados são de promover o aperfeiçoamento pessoal e comunitário, incentivar o desenvolvimento local e a apropriação da comunidade no Posto do Acessa São Paulo.

O CRI@tivo.com é um projeto de fomento à inclusão digital do idoso idealizado pelos colaboradores Diego Miguel – gestor do Centro de Convivência e Gabriel Semenaro – monitor do Acessa SP do posto CRI Norte, com o objetivo de desmistificar o acesso à informática aos idosos que parte da alfabetização digital ao acesso à internet, estimulando os vínculos afetivos, a rede de suporte social, a independência e autonomia através do acesso à e-mail, redes sociais e serviços disponibilizados online (boletos bancários, previdência social, etc).

Dos vinte cinco projetos selecionados e dos doze finalistas, o CRI@tivo.com é o único projeto representante da cidade de São Paulo.

A divulgação do projeto ganhador do III Prêmio Acessa São Paulo será no dia 26 de setembro de 2012 no I Encontro de Monitores que acontecerá no Memorial da América Latina.

Parabéns a todos os envolvidos no projeto e estamos na torcida na conquista desse prêmio!

 

Hospital Dona Lindu inicia programa de estágio para técnicos de enfermagem

A primeira turma de estagiários do Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu (HTODL) é formada por alunos do Curso Técnico de Enfermagem, do Senac – Serviço Nacio-nal de Aprendizagem Comercial, unidade Paraíba do Sul. O estágio se iniciou no dia 25 de agosto, para 20 alunos que, divididos em duas turmas, atuarão no hospital aos sábados e do-mingos, sob a supervisão de preceptoras do Senac e da equipe de enfermagem do hospital.

O estágio em “enfermagem cirúrgica” propiciará aos alunos o conhecimento da rotina do cuida-do ao paciente, como curativos, administração de medicamentos, banho de leito e verificação de sinais vitais. “Os estagiários também pode-rão acompanhar os procedimentos de desinfec-ção e esterilização de equipamentos utilizados em cirurgias, elaboração do mapa cirúrgico e outras ações organizacionais”, afirma a gerente de enfermagem do HTODL, Sônia Oliveira.

Segundo a coordenadora de Enfermagem do Senac, unidade Paraíba do Sul, Gisele Gumieri, a prática de estágio no Hospital Dona Lindu se-rá valiosa, ao favorecer que o aluno vivencie situações cotidianas que o coloque diante da realidade concreta. “Os profissionais altamente capacitados que compõem a equipe do HTODL oferecem diferenciais inestimáveis nos trata-mentos de saúde. Além disso, a equipe demonstra compromisso social, com atendimento hu-manizado, segundo todas as expectativas éticas e morais”, destaca.

O programa de estágio será realizado até o fim de outubro, quando serão cumpridas 60 horas para cada turma. “Acreditamos que o programa de estágio será uma contribuição na qualidade da formação dos profissionais, pois os alunos terão a experiência de partilhar nossos princípios e técnicas”, afirma o diretor executivo do hospital, Artur Hummel. Para o setor de gestão de pessoas do Hospital Dona Lindu, esta ação é uma excelente oportunidade para observação dos profissionais em formação, o que pode culminar em futuras contratações.

Um livro pode mudar a vida de uma pessoa?

A 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acaba de começar e vai até 19 de agosto no pavilhão de Exposições do Anhembi. O tema deste ano é “Livros transformam o mundo, livros transformam pessoas”. Certamente, é um viés que abre margem para muita discussão. Principalmente, considerando que quase a metade dos brasileiros nunca teve acesso à leitura.

Em entrevista à Agência Brasil, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, reforça que o governo tem o objetivo de estimular a leitura não só do livro didático e da matéria da escola, mas criar o hábito de ler todos os tipos de literatura e aprender a viajar com as letras. De acordo com Ana,” no Plano Nacional do Livro e Leitura foi investido neste ano R$ 373 milhões na criação de bibliotecas, no circuito de feiras de livros, campanhas, na compra de acervo para doar para bibliotecas, procurando dar um atrativo a mais com bibliotecas modernas e interativas”.

Apesar dos esforços, o impacto da literatura no brasileiro ainda é baixo, como dissemos no início deste post. A grande questão que queremos discutir é: até que ponto um livro pode ser capaz de mudar a vida uma pessoa. Sabemos que para os grandes executivos, existem livros capazes de alterar o rumo das organizações. Para as pessoas, os livros podem ser marcantes por proporcionarem uma sensação de conforto, mudança de paradigmas, dar luz a uma nova ideia ou resumir um pensamento que a pessoa já tinha. Existem muitas formas de um livro transformar a vida das pessoas.

Selecionamos aqui uma obra:

Livro: “Nunca Recusar Ninguém, do Amparo Maternal.

Descrição: Trata-se de uma obra que conta a história da maior maternidade filantrópica da América Latina, responsável pela realização de mais de 650 mil partos desde sua fundação. Através das histórias de vida das pessoas que utilizaram os serviços do Amparo, o leitor pode identificar mergulhar em lições de amor a vida, generosidade, doação e superação. Este livro não só pode servir de exemplo para as pessoas transformarem a si próprios, como mostra por meio de exemplos vivos que é possível fazer com que a maternidade gere não só um bebê, mas uma nova mãe.

Onde encontro? É possível encontrar no Amparo Maternal. Informe-se: http://bit.ly/PFRUUh

Aumentar a leitura com os jovens é uma questão de abordagem?

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Mapear para a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro com 4 mil estudantes e 1,2 mil responsáveis aponta que em grande maioria os estudantes têm acesso à celular, computador e internet. Entretanto, esta acessibilidade não se reflete quando o assunto é livros.

Enquanto 93% dos alunos do ensino médio da rede pública do estado tinham celulares em dezembro de 2011, 78% possuíam computador, sendo que 92% tinham acesso frequente à internet; 14% dos alunos declararam não ter lido nenhum livro nos últimos cinco anos. Um livro foi lido no período por 11% dos estudantes; dois ou três livros por 26% e quatro ou cinco livros por 17%.

Em entrevista à Agência Brasil, a diretora adjunta da cátedra Unesco de Leitura da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Eliana Yunes, defende que o aumento da leitura de livros entre os jovens está intimamente ligado à adequação da abordagem e linguagem.

A professora disse que a mediação adequada entre a escola, professores e pais é responsável por envolver os jovens com a literatura, despertando neles uma visão mais crítica acerca do mundo. Para isso, ela pontua que “se nós não formos leitores de várias linguagens, de vários suportes, nós perderemos realmente o passo com esta geração, que está velozmente à nossa frente, buscando outras linguagens, outras formas de comunicação”. É preciso que os estudantes percebam que a literatura não é um peso ou uma obrigação. “Literatura é vida”.

Aos educadores e pais, como vocês buscam incentivar a literatura? Vocês concordam a visão desta acadêmica?

Fonte: Para aumentar número de jovens leitores é preciso fazer ligação entre internet e literatura, diz professora

Valorização da família no contexto escolar

Em sua terceira edição, o Colégio Santa Catarina de Petrolina de Goiás desenvolveu a Semana da Família, que acontece para integrar o aluno e a família à escola. Com o objetivo de festejar os Dias das Mães, dos Pais, das Crianças e dos Estudantes, o evento traz um ciclo de palestras que aborda reflexões e conscientização sobre o papel da família no contexto escolar (e o inverso também).

Durante a semana foram trabalhadas as seguintes temáticas: políticas públicas que valorizam a família, família geradora de uma sociedade nova, família como rede de solidariedade, entre outras.

Mais do que a presença dos pais nesse evento, o Colégio também contou com a participação dos alunos.

A Semana da Família reuniu mais de mil pessoas. Competições, brincadeiras, bingos, apresentações folclóricas e almoço de confraternização também foram feitos. Apesar de ter ocorrido dentro da estrutura do Colégio, o evento foi realizado com doações da comunidade e da própria equipe escolar.

Todo o conteúdo e as dinâmicas realizadas nessa ocasião buscaram mostrar que é possível viver em família no século XXI, focando a tríade família, pessoa e sociedade.

Como resultado, o Colégio identificou que houve maior integração da equipe escolar, promoveu a confiança da família no trabalho desenvolvido pela instituição e obteve ganhos de aprendizagem sobre as culturas brasileira e regional goiana. O trabalho desenvolvido, resgatando os folclores nacional e regional, permitiuum ganho cultural para todos os envolvidos no projeto.

Acadêmicos do Colégio Santa Catarina (JF) lançam livro infantil

Os educadores Sandra Helena de Almeida Mautoni, Adriana Aparecida Faria de Castro, Dulce Aparecida dos Santos Fazza, Francismara Salgado Martins, Márcia Mauad Castro e Valéria Meirelles Casimiro acabam de lançar o livro infantil “O Reino das Letras”, pela editora Intertexto, em Juiz de Fora, Minas Gerais.

A obra conta a história de um moço da roça chamado Pacheco, que mora em um arraial chamado  “Reino das Letras”, onde tudo acontece, até as letras têm vida. Ele conhece uma moça chamada Espine e se apaixona perdidamente. Para escrever uma carta de amor para sua amada ele decide aprender a ler e escrever. “Este livro atinge crianças em fase de alfabetização. faz com que as crianças aprendam brincando, torna a alfabetização um momento mais leve e gostoso”, conta uma das autoras Sandra Mautoni.

A obra custa R$ 25,00 e está à venda na Livraria Ponto e Vírgula, em Juiz de Fora. Mas também podem ser adquirido com as autoras.

Creche Madre Regina e a inclusão de crianças especiais

As famílias que pretendem colocar os filhos na Creche Madre Regina, gerida pela Associação Congregação de Santa Catarina no Ceará, fazem a inscrição da criança. Depois são visitadas e, em seguida, passam por uma triagem, priorizando as vagas para aquelas consideradas com mais necessidade. Necessidade esta que não se refere apenas à extrema pobreza, mas à vulnerabilidade social da criança, como quando não tem companhia em casa, por exemplo.

Atualmente, a Creche atua com a Educação Inclusiva, pois se entende que o processo de ensino e aprendizagem é para qualquer aluno, independentemente das condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, linguísticas ou outras.

A Creche incentiva todos a reconhecer e a atender às necessidades de cada um. Historicamente no Brasil, o atendimento educacional a crianças com deficiência era realizado apenas em escolas especiais, o que gerou uma postura segregacionista, pois se imaginava que essas crianças eram incapazes de conviver com pessoas da mesma idade sem deficiência. Criança com Síndrome de Down, com distúrbios neurológicos, com perda auditiva, com perda visual, com peso abaixo da idade e com outros problemas são atendidas pela Creche no mesmo ambiente das crianças que não possuem deficiências. Para a Creche, do ponto de vista pedagógico, essa integração entre os alunos especiais e os alunos sem deficiência garante interação entre crianças, procurando um desenvolvimento conjunto, com igualdade de oportunidades para todos e respeito às diversidades humana e cultural.

Existe uma profissional da Creche cursando especialização em “Educação Especial”, com o objetivo de ampliar esse serviço oferecido para a comunidade.

Cultura popular: o poder da capoeira na humanização e socialização de crianças

Desde o início, a Obra Social Santa Catarina de Juiz de Fora, gerida pela Associação Congregação de Santa Catarina, oferece para as crianças aulas de capoeira. Parte da identidade nacional, a capoeira tem sido responsável por uma transformação social para as crianças que frequentam o curso.

Mais do que aula de ritmo, a entidade trabalha junto aos alunos valores como ética, responsabilidade, solidariedade, união, entre outros. Isso estimula o desenvolvimento não só das técnicas, mas também das pessoas. A capoeira estabelece um diálogo corporal, estimula a improvisação, a necessidade de agir, o equilíbrio, assim como as noções de espaço, tempo, ritmo, música e compreensão da filosofia de jogo.

Ao todo 50 crianças são beneficiadas com a capoeira, que acontece 2 (duas) vezes por semana no horário oposto ao escolar. Em 2011 foram organizados 2 (dois) eventos abertos para a comunidade, no qual houve apresentação da roda de capoeira. Mais de 60 pessoas, entre familiares e comunidade, prestigiaram a apresentação das crianças. Como resultado, cria-se um maior vínculo familiar, ensinando os alunos a se respeitarem e a se relacionarem entre si, contribuindo diretamente para a redução da vulnerabilidade social das crianças. Afinal, a capoeira é uma ocupação para o corpo e para a mente.

Além desses resultados, a atividade melhora o condicionamento físico, as capacidades cardiovascular e respiratória e alivia o estresse. Dessa forma, a Obra Social de Santa Catarina acredita que contribui para a transformação social da comunidade em que está inserida, pois, através da educação, promove a saúde e a inclusão dos jovens.

Como a escola pode ajudar a identificar os problemas de visão em crianças

Estima-se que uma em cada quatro crianças em idade escolar tem dificuldade de enxergar. E esses problemas são causados, principalmente, por distúrbios como miopia, astigmatismo e hipermetropia.

O Colégio Santa Catarina, de São Paulo, entidade gerida pela Associação Congregação de Santa Catarina, contribuiu para a reportagem do Programa Hoje em Dia, da Rede Record, sobre problemas de visão nas crianças.

A orientadora Vivian, da instituição, explicou como os professores podem ajudar a identificar problemas de visão nas crianças o mais cedo possível. Segundo ela, o ato de deitar a cabeça ao copiar as tarefas e o forçar dos olhos para enxergar a lousa são os sinais mais manifestados pelas crianças.

Além das dicas da orientadora, o vídeo aborda, ainda, as possibilidades de tratamento para os problemas de visão e, de forma divertida, mostra de que maneira as crianças convivem com os distúrbios oculares no dia-a-dia sem grandes problemas.

Confira:

Aprendemos no Jardim da Infância…

Tudo o que hoje precisamos realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, aprendemos no jardim de infância. A sabedoria não se encontra no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. Estas são as coisas que aprendemos por lá:

  • 1. Compartilhe tudo;
  • 2. Jogue dentro das regras;
  • 3. Não bata nos outros;
  • 4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
  • 5. Arrume a sua bagunça;
  • 6. Não pegue as coisas dos outros;
  • 7. Peça desculpas quando machucar alguém;
  • 8. Lave as mãos antes de comer e reze antes de deitar;
  • 9. Dê descarga;
  • 10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
  • 11. Respeite o outro;
  • 12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco… e desenhe.. e pinte… e cante… e dance… e brinque… e trabalhe um pouco todos os dias;
  • 13. Tire uma soneca às tardes;
  • 14. Quando sair, cuidado com os carros;
  • 15. Dê a mão e fique junto;
  • 16. Repare nas maravilhas da vida;
  • 17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem… nós também.

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo ou ao seu mundo e verá como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Estas são verdades, não importa a idade. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos.

FONTE:

Blog do Núcleo Educacional Santa Catarina, obra social da Associação Congregação de Santa Catarina. Visite o link e veja o conteúdo na íntegra.

Musicoterapia: uma alternativa terapêutica

No dia 15 de setembro foi comemorado o Dia do Musicoterapeuta. A Musicoterapia é a utilização da música e de seus elementos (ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta para um cliente ou grupo, a fim de promover a comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes. A musicoterapia busca desenvolver potenciais do indivíduo para que ele alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento.

Há quase 1 ano, a musicoterapia é aplicada nos residentes e clientes do Residencial Santa Catarina, entidade gerida pela Associação Congregação de Santa Catarina, e se tornou uma das atividades mais frequentadas e preferidas.

Ao som de músicas antigas, marchinhas carnavalescas e outras canções, todos cantam em uma só voz, fazendo relembrar os bons momentos do passado e trazendo para o presente a alegria da amizade e da convivência em grupo.

Em datas comemorativas, todos se apresentam no coral coordenado pela musicoterapeuta Carolina e mostram a todos os benefícios para a saúde e relacionamento pessoal que a música traz para nossas vidas.

O que você acha sobre o uso da música para fins terapêuticos?

CC e Creche Madre Regina reciclam garrafas produzindo vassouras

O Centro de Convivência e Creche Madre Regina, gerido pela Associação Congregação de Santa Catarina, realiza um trabalho de responsabilidade social junto aos portadores de HIV atendidos pela instituição. Trata-se de uma oficina de produção de vassouras com o uso de garrafas Pet. O projeto, que teve início em outubro de 2010, conta a participação de 39 portadores, coordenados pela auxiliar operacional Marluce Gomes.

A técnica, aprendida na própria comunidade de Presidente Kennedy, onde a casa está inserida em Fortaleza (CE), produz 1 vassoura a partir de 12 garrafas. As oficinas contam com a participação de 6 pessoas por dia durante um período de 2 a 3 horas, todos os dias da semana. São produzidas cerca de 50 vassouras por semana, que são vendidas a um custo que varia de R$ 4,00 a R$ 6,00, de acordo com o modelo. Todo o recurso arrecadado é distribuído proporcionalmente entre os portadores que produziram o material. A própria comunidade contribui para o projeto doando garrafas para a instituição. Os equipamentos usados em cada etapa da oficina foram doados pela Caritas Arquidiocesana de Fortaleza.

Confira abaixo o fluxo para a produção das vassouras:

 

Garrafa é transformada em fios.

 

Fios são agrupados em bonecos.

Madeira é furada ao centro para compor a base da vassoura.

Os fios agrupados são colocados juntos à madeira.

Com outra madeira, os fios são presos, por meio de pressão.

Vassouras de todos os tipos podem ser montadas!

 

 

O Papel da escola na formação continuada e integral dos jovens

O artigo abaixo, que aborda o papel da escola na formação continuada e integral dos jovens, foi escrito por Francisco Juceme Rodrigues do Nascimento, mestre em Filosofia da Educação pela UCP-RJ que, atualmente, atua na Coordenação da Educação Religiosa do Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora-MG, gerido pela Associação Congregação de Santa Catarina.

 

1. Contexto (Emergência Educativa)

As novas formas educacionais de nosso continente, impulsionadas para se adaptar às novas exigências que se vão criando com a mudança global, parecem centradas prioritariamente na aquisição de conhecimentos e habilidades e denotam claro reducionismo antropológico, visto que concebem a educação preponderantemente em função da produção, da competitividade e do mercado. Por outro lado, com frequência, elas propiciam a inclusão de fatores contrários à vida, à família e a uma sadia sexualidade. Desta forma, não manifestam os melhores valores dos jovens nem seu espírito religioso; menos ainda lhes ensinam os caminhos para superar a violência e se aproximar da felicidade, nem os ajudam a levar uma vida sóbria e adquirir as atitudes, virtudes e costumes que tornariam estável o lar que venham a estabelecer, e que os converteriam em construtores solidários da paz e do futuro da sociedade.

 

2. O que fazer diante dessa situação?

Fortalecendo a estreita colaboração com os pais de família e pensando em uma educação de qualidade à que têm direito, sem distinção, todos os alunos e alunas de nossos povos, é necessário insistir no autêntico fim de toda escola.

As diferentes disciplinas precisam apresentar não só um saber por adquirir, mas valores por assimilar e verdades por descobrir.

Constitui responsabilidade estrita da escola, enquanto instituição educativa, destacar a dimensão ética e religiosa da cultura, precisamente com o objetivo de ativar o dinamismo espiritual do sujeito e ajudá-lo a alcançar a liberdade ética que pressupõe e aperfeiçoa a psicológica. Mas não se dá liberdade ética, a não ser na confrontação com os valores absolutos dos quais dependem o sentido e o valor da vida do ser humano.

 

3. Caráter católico da Educação

Portanto, quando falamos de educação cristã, entendemos que o mestre educa para um projeto de ser humano em que habite Jesus Cristo com o poder transformador de sua vida nova. Existem muitos aspectos, nos quais se educa e entre os quais consta o projeto educativo. Existem muitos valores, mas estes valores nunca estão sozinhos, sempre formam uma constelação ordenada, explícita ou implicitamente. Se a ordenação tem a Cristo como fundamento e fim, então essa educação está recapitulando tudo em Cristo e é verdadeira educação cristã; se não, pode falar de Cristo, mas corre o perigo de não ser cristã.

Precisamente pela referência explícita e compartilhada por todos os membros da comunidade escolar, a visão cristã – ainda que em grau diverso, e respeitando a liberdade de consciência e religiosa dos não cristãos presentes nela – a educação é “católica”, pois os princípios evangélicos se convertem para ela em normas educativas, motivações interiores e, ao mesmo tempo, em metas finais. Esse é o caráter especificamente católico da educação.

 

4. A Escola Católica é chamada a uma profunda renovação

Devemos resgatar a identidade católica de nossos centros educativos por meio de um impulso missionário corajoso e audaz, de modo que chegue a ser uma opção profética plasmada em uma formação sólida e participativa. Tais projetos devem promover a formação integral da pessoa, tendo seu fundamento em Cristo, com identidade eclesial e cultural, e com excelência acadêmica.

Confira dicas para facilitar a adaptação de crianças em processo de transferência escolar

Recentemente, Graça Tessarioli, mestre em educação e diretora executiva do Colégio Santa Catarina, deu algumas dicas sobre como facilitar a adaptação de crianças em processo de transferência escolar. O conteúdo foi publicado, originalmente, no site Guia da Semana.

Graça apontou que, para a criança, a mudança de uma escola para outra pode ser comparada aos desafios do novo emprego para uma pessoa adulta.

“A outra empresa vai exigir que [o funcionário] se molde as novas regras, rotina e metodologia. Se é difícil para um adulto, imagine para uma criança.”

O processo de escolha da nova metodologia de ensino, bem como o momento mais adequado do ciclo escolar para se realizar a transferência, também foram apontados pela especialista como tópicos essenciais em meio à mudança.

Se interessou pelo assunto? Então leia a matéria completa, na íntegra, clicando aqui.

E aproveite os comentários do nosso blog para compartilhar suas experiências, dúvidas e opiniões sobre o tema.

Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora tem nova ala

O Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora, da Associação Congregação de Santa Catarina, inaugurou no início do ano letivo de 2011 03 salas de aula para alunos do 3º ano do Ensino Médio, bem como espaço para estudo em grupo e um centro de convivência entre alunos, professores e equipe pedagógica.

O novo espaço permitirá que a instituição tenha mais uma turma de 3º ano do colegial, com 40 alunos. A transferência de todo o 3º ano para o novo espaço, possibilitará uma melhor distribuição de outras turmas em todo o prédio escolar.

Com 2.116 alunos distribuídos entre Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, a instituição possui hoje 61 turmas em dois turnos (matutino e vespertino).