Liderança em destaque no mês de agosto

Entre os dias 06 e 08 de agosto, a Administração Corporativa promoveu em São Paulo o Encontro de Líderes da ACSC, com representantes de todas as Casas . O evento, que teve caráter multidisciplinar, abriu uma oportunidade para apresentação e troca de informações relevantes em temas como Governança Clínica, Filantropia, Sustentabilidade e Gestão de Pessoas –  além de um balanço das atividades do 1º semestre de 2014, que foi realizado no último dia com a presença de todos representantes do Conselho de Administração da entidade.

Outro destaque do Encontro foi a apresentação de projetos e indicadores das áreas de atuação da ACSC, realizada pela Diretoria de Filantropia, que também resgatou o histórico da Associação como também prestou contas das atividades relacionadas à sustentabilidade econômica, social e ambiental, enfatizando ainda os indicadores, fragilidade e potencialidades que envolvem a manutenção da Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) nas três áreas de atuação: Saúde, Educação e Assistência Social. Neste Encontro, a área inovou ao promover um debate muito produtivo, pois palestraram os seguintes convidados:

– Drª   Liliane Pellegrini é Assessora de Responsabilidade Social da Associação Santa Marcelina e Extensão da Associação Santa Marcelina, Psicóloga com MBA em Gestão e Empreendedorismo Social na FIA/USP e Mestranda em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero, Pós-graduada em Marketing na Universidade Presbiteriana Mackenzie; Gestão de Projetos na Fundação Vanzolini e Administração para Organizações do Terceiro Setor na FGV/SP, foi Conselheira de Assistência Social do Município de São Paulo (2006/2007), membro do Grupo de Trabalho Nacional da Associação Nacional de Educação Católica (ANEC) e do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (FONIF), ela apresentou os riscos e fragilidades vivenciadas pela Associação Santa Marcelina, aproveitando a ocasião para promover os devidos alertas para a certificação na área de educação. Sua fala foi muito assertiva e trouxe ainda questões relacionadas sobre a impossibilidade de repasse financeiro (auxílio) para outras entidades, a fiscalização do MEC e a dificuldade para se manter as bolsas de estudo dentro dos critérios estabelecidos pelo marco legal da filantropia, sendo enfática de que a qualidade das informações produzidas nas unidades de educação são determinantes para o deferimento ou não da CEBAS.

– Dr. Napoleão Alves Coelho – abordou os aspectos jurídicos e contábeis da certificação nas esferas dos ministérios da Saúde, Educação e Assistência Social destacando que não devemos estar atraídos pelo “canto da sereia”, haja vista que na sua visão, existem situações que podem levar as instituições para o indeferimento de sua certificação, destacando a importância da caminhada conjunta da entidade para que possa reunir todos os elementos necessários a fim de cumprir as exigências legais. Dr. Napoleão também abordou as questões relacionadas aos registros contábeis, gratuidades, registro das horas dos voluntários, conciliação da condição socioeconômica para a concessão de bolsas. tipificação nacional de serviços e da importância do envolvimento de todas as áreas da entidade para a renovação da CEBAS, pois sem a mesma, a atuação das entidades fica fragilizada ou até mesmo determina o fechamento das instituições. Falando também da ações populares contra os atos da Medida Provisória 446/2008 e isso tem sido objeto de grande dor de cabeça para as entidades. O Dr. Napoleão, é Advogado e Contador, Sócio diretor da Almeida e Coelho Advogados Associados, Lussen Consultoria e Membro do Grupo de Trabalho de Consultores da Anec.

– Drª  Rosaura Rocha Lima – falou sobre a importância e impacto da contratualização hospitalar com os gestores locais do Sistema Único de Saúde (SUS) no processo da CEBAS, como também da qualidade das informações dos sistemas de gestão das entidades aliado aos sistemas de gestão e controle dos ministérios, especificamente o da Saúde. Em sua apresentação demonstrou que as entidades não estão capacitando seus colaboradores e que a fiscalização por parte do governo está mais eficaz bem como que existe ausência de informações dos indicadores de internação e ambulatorial, atualização do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES) e não basta apenas protocolar as informações nas secretarias municipais ou estaduais de saúde, cabe a cada Líder acompanhar diariamente a fim de verificar se os indicadores foram ou não validados nos sistemas. Drª Rosaura alertou que o simples fato da desatualização poderá levar ao indeferimento da CEBAS e, ainda, as informações administrativas devem ser refletidas nos registros contábeis, pois o não seguimento da normatização e regras contábeis são os principais motivos da não certificação. Drª  Rosaura Rocha Lima é Especialista em Gestão em Saúde e de Avaliação de Hospitais, é Assessora Técnica da Federação das Misericórdias e Entidades Beneficentes e Filantrópicas do Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ) atuando no Departamento de cursos e desenvolvimento administrativo, Coordenador do Departamento das Operadoras Filantrópicas, Membro Titular da Mesa Nacional de Negociação do SUS e Membro Titular do Conselho Estadual de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e Vice-Presidente do Sindicato das Misericórdias do Estado do Rio de Janeiro.

Ficou evidenciado que é o trabalho conjunto das Casas e Administração Corporativa, que promove a renovação da CEBAS e permite que a ACSC continue trabalhando em prol da Vida, permitindo a perenidade e continuidade das atividades nas suas três áreas de atuação: Saúde, Educação e Assistência Social.

Além disso, a Diretoria de Qualidade e Segurança do Paciente aproveitou o momento para fazer uma exposição sobre Governança Clínica, permitindo demonstrar aos participantes o quanto é importante o envolvimento de cada membro da equipe e que o sentimento de medo deve ser abolido a fim de que possamos evidenciar as reais práticas assistenciais e, com isso, permitir que possamos gerar mais segurança, aprimoramento técnico, engajamento das equipes e reconhecimento dos nossos usuários dos serviços de saúde bem como minimizar os riscos com os processos.

A Área Corporativa de Gestão de Pessoas apresentou o panorama de suas atividades, bem como os Projetos da Liderança “Cargos & Remuneração” e “Mapeamento da Liderança” voltado aos 216 líderes que compõe o 1º e 2º Nível de Liderança das Casas. No âmbito dessas iniciativas, foi realizado ainda durante o Encontro uma atividade de capacitação focada no projeto Mapeamento de Líderes para a equipe de Gestão de Pessoas, além de um workshop com a consultoria Hay Group, voltado ao projeto Cargos & Salários. O mesmo workshop, aliás, foi realizado novamente nos dias 11, 13 e 14 agosto, e envolveu, ao todo, mais de 200 líderes da ACSC. Ainda para os participantes de Gestão de Pessoas, foi realizado a capacitação no módulo Gestão de Documentos (ferramenta MV Soul) e o Fórum Administração de Pessoal.

Campanha de Atualização Cadastral dos colaboradores

A partir do apoio dos colaboradores da ACSC, a campanha de Atualização Cadastral, realizada pela área de Gestão de Pessoas até o dia 31 de julho, alcançou a marca de 11.145 cadastros atualizados – o que corresponde a 88%, um resultado excelente! Estamos todos de parabéns!

Apesar do resultado positivo, ainda é necessário alcançar 100% dos colaboradores em todas as Casas da ACSC.

Os colaboradores que ainda estão pendentes em breve receberão orientações sobre como proceder para ficar em dia com a atualização. Aqueles que já atualizaram precisam agora se empenhar em manter seus dados sempre corretos junto à ACSC, informando à Administração Pessoal sobre eventuais alterações cadastrais (mudança de endereço, estado civil, dependentes, entre outras).

Vale reforçar que a atualização cadastral é muito importante para o colaborador e para a ACSC, pois assim, juntos, atenderemos uma exigência legal estabelecida pelo governo federal chamada eSocial e ajuda cada cidadão na obtenção de seus direitos.

Jesus, o grande líder

O Encontro de Líderes realizado na ACSC neste mês de agosto teve a alegria de contar, mais uma vez, com a presença de Frei Gustavo, que, na oportunidade, fez uma apresentação sobre os principais atributos de um bom líder presentes na figura de Jesus Cristo, considerado um dos principais líderes da história da humanidade. Com o tema “Jesus – O grande líder”, Frei Gustavo falou sobre este grande exemplo a ser seguido por todos.

Entre as características de um grande líder em Jesus foi ressaltada a importância de se ter clareza da própria missão e a busca contínua por discernimento. Além disso, Frei Gustavo lembrou como Jesus incentivava a liderança entre os seus seguidores, colocando-se tanto como pastor, quanto como servo, nos momentos necessários.

Um bom líder, que segue o exemplo de Jesus Cristo, deve ser assertivo e instruir a assertividade e saber valorizar o que cada um tem de melhor. Frei Gustavo ressaltou durante sua palestra a relevância de não se exigir de uma pessoa mais do que ela pode oferecer, se comunicar integralmente e trabalhar para a profunda comunhão.

A palestra funcionou como um momento de reflexão, em que foi sugerida a escolha de três posturas que gerem bons frutos, além de nos lembrar de que Jesus foi um grande líder e seu exemplo pode e deve ser seguido por todos no nosso dia a dia.

Arraiá da Alegria e Doação no HMRP

Hospital Madre Regina Protmann (HMRP) realizou, no mês de julho, o II Arraiá da Alegria. Este momento é realizado para comemoração das festividades de São João, bem como integração entre os colaboradores, médicos, pastoral da saúde, parceiros e comunidade.

A tarde foi marcada por brincadeiras, como pescaria, pula pula, distribuição de doces, animada quadrilha, músicas típicas, dentre outros atrativos.

           

Esta ação fortalece o compromisso do HMRP junto a ACSC, de um relacionamento humanizado diferenciado e integrado.

No mês de agosto, o HMRP recebeu cerca de 700kg de alimentos não perecíveis do Lions Club Colibri, arrecadados pela instituição nos dias 01 e 03 de agosto onde aconteceu a XVII Festa do Vinho e da Uva de Santa Teresa-ES. Outras instituições também foram agraciadas com esta doação. Esta parceria já é duradoura e perpetua ao longo destes anos.

O Hospital Madre Regina Protmann, agradece a todos os membros do Lions Clube Colibri, que se movimentaram para mais esta bela doação, que tanto impacta positivamente os serviços ofertados pela Casa. São atitudes como esta  ajudam a manter o legado de Madre Regina Protmann.

Casa da Criança de Vila Mariana e o Meio Ambiente

A Casa da Criança de Vila Mariana, com a intenção de diminuição de gastos, cuidados com o meio ambiente e conscientização por parte das crianças, instalou uma caixa d’água para captação de água da chuva.

A água captada é utilizada para lavagem do pátio externo e a irrigação de plantas e horta.  Com isso já tivemos um valor significativo em nossa conta de água.

As crianças da Casa tiveram aulas explicativas sobre a importância de cuidarmos do nosso planeta e exemplos do cotidiano que ajudarão cada um a fazer  sua parte e preservar o meio ambiente.

CSF completa 18 anos

A Creche Sagrada Família, localizada em São Paulo, completou 18 anos de existência. Luciana Vampel, diretora da Casa, concedeu uma declaração sobre esta data tão importante:

“Durante nossa trajetória podemos avaliar as experiências sendo de grande contribuição na vida dos nossos alunos e muito gratificando para todos os colaboradores. É uma dádiva de Deus olhar para essas crianças e ver que a creche fez sentido em suas vidas, sendo que cada um que fez parte em algum momento pode dizer ‘Eu fiz parte desta história’ “.

O 2° semestre chegou!

O recesso escolar acabou. É hora de voltar aos estudos. Para os alunos do Ensino Médio, o segundo semestre é decisivo, pois, em alguns meses, os vestibulares começam a pipocar, sem contar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que este ano bateu recorde de inscrições, com 8,7 milhões de candidatos em todo o país. O ritmo agora é mais acelerado e não há como recuar. Por isso, ouvimos a supervisora do Ensino Médio do Colégio Santa Catarina (CSC/JF), Mariangela de Lacerda Guedes, que também é coordenadora pedagógica da escola, e a psicóloga Maria Fernanda Pedroso. Segundo as educadoras, com disciplina e planejamento, é possível dar conta do recado e garantir um bom desempenho nos exames.

Embora esta segunda etapa tenha um ritmo mais acelerado, a conduta do estudante deve ser a mesma, afirma Fernanda. “Não é para começar a fazer diferente agora, próximo às provas de seleção. Não é para começar a ter uma conduta de organização a partir de agora. É um processo. Mas o importante é o aluno poder administrar o tempo e continuar com a concentração nos estudos, a dedicação, e ter tempo também para fazer uma atividade física para que ele também possa oxigenar e ganhar energia, porque se ele investe tempo de forma intensa e desenfreada só no estudo, ele vai chegar num determinado momento, próximo das provas, que vai ficar sem energia. A atividade física, seja ela uma caminhada, nadar, andar de bicicleta é importante principalmente no fim da tarde para que o aluno possa se reabastecer e conseguir dormir, ter um sono tranquilo. Neurologicamente, o descanso e o sono são fundamentais até para fixar o conteúdo estudado. Comer bem também é imprescindível”, ressalta.

O estudante do 3º ano, Gustavo Amaral Barbosa, de 17 anos, vai enfrentar agora em agosto um concurso militar e em novembro o Enem. Por isso, mantém uma rotina rigorosa de estudos, que não parou nem no recesso escolar de julho. Mas da válvula de escape, ele não abre mão. “Eu pratico artes marciais três vezes por semana para dar uma aliviada. Eu recomendo, porque desestressa bastante”, garante. Já para Leda Caldeira de Souza, aluna do 2º ano, é a música seu carregador de bateria. “Além da escola, eu estudo em casa, cerca de quatro horas por dia. Como neste segundo semestre a atmosfera muda, fica todo mundo mais ligado e a preocupação aumenta, é no violoncelo e no pilates que consigo buscar meu equilíbrio”, conta a jovem, que vai fazer o Enem este ano como teste.

De acordo com Mariangela, não só o ritmo muda no segundo semestre, como também o perfil dos alunos. “O ritmo é diferente, é um semestre mais decisivo, os meninos acabaram de receber os resultados da recuperação do primeiro semestre, as coisas já estão se delineando e eles também já estão mais próximos da inscrição do Pism (Programa de Ingresso Seletivo Misto da Universidade Federal de Juiz de Fora). É um momento em que a ficha cai. Eles sabem que no fim do ano eles têm um compromisso e querem se sair bem. Então, eles intensificam os estudos. Acho que a postura do aluno modifica muito. No primeiro semestre eles vão levando, achando que está distante, mas quando vem o segundo semestre e parece que vem uma responsabilidade maior, eles se dedicam bem mais, ficam mais interessados, correm mais atrás”.

Mas a supervisora lembra que é preciso um período de descanso em meio a tantas atividades. “Vários fazem inglês, cursinho de redação, muitos acabam indo para cursinhos, para intensificar o processo, mas eu penso que o aluno que é organizado dá conta durante a semana dessas atividades e no fim de semana, quando não há uma prova próxima, eles precisam descansar: ir ao cinema, sair com os amigos, fazer algo de que gostem. Mas para isso é preciso haver uma organização. Um horário de estudo é fundamental para que ele dê conta de estudar durante a semana para poder folgar no fim de semana”.

Se o ritmo de estudos acelera, a preocupação aumenta, também é natural elevar o termômetro do nervosismo. Segundo a psicóloga do CSC, este é um processo que varia muito de aluno para aluno, depende da personalidade, depende de como ele vem exercitando sua prática escolar. “O nervosismo surge por várias causas e é preciso avaliar o que faz a pessoa se desestabilizar. Tudo o que é novo, desafiador, causa-nos certa tensão. Só é preocupante quando desencadeia um processo em que a pessoa perde o equilíbrio. Nesses casos é preciso uma orientação mais especializada. Mas o nervosismo é natural desde que esteja sob controle, que dê para administrar. Passou disso, é preciso ajuda, suporte psicológico”.

Para Fernanda, a cobrança hoje é demais, a realidade está exigindo muito das pessoas, há muita competição, depressão, problemas com alimentação seríssimos, distúrbios de sono, isolamento. Além disso, com a internet e as novas tecnologias, o acesso a tudo é muito fácil, o que deixa o sujeito totalmente desprotegido, vulnerável. “Muitas vezes, a família não está presente e o aluno vive um estado de excessiva cobrança e de muitas expectativas em relação ao futuro. É o momento de escolha. E como os pais querem o melhor para os filhos, acabam interferindo nessa escolha e os filhos ficam amarrados nessa expectativa. É muito comum casos em que o aluno tem toda uma aptidão, um interesse na área de ciências exatas, por exemplo, mas faz Medicina por causa do apelo da família. E o que é mais doloroso para a gente ver é que muitas vezes, esse aluno, dividido pela expectativa da família, inconscientemente, não passa no Vestibular, sendo que ele tem condições de passar”, afirma.

Na opinião da psicóloga, a família precisa entender que, muitas vezes, a interferência pode ser positiva no futuro do filho, mas também pode ser um desastre. “Porque o aluno carrega um peso, um ônus de uma herança familiar que ele tem que segurar, tem que continuar. O suporte da família é fundamental, mas é preciso delimitar. Às vezes a família quer dar demais, sendo que o filho não tem condições de receber esse tanto. Por exemplo: fazer vestibular em São Paulo, sendo que ele não tem maturidade para morar sozinho, ou a família não tem condições de sustentar um estudo em outra cidade”. O papel da família nesse momento, segundo Fernanda, deve ser o de dar suporte, escutar, entender, ajudar na reflexão, no sentido do diálogo para que o jovem possa fazer o caminho dele. “Se ele fizer uma faculdade bem feita, numa instituição conceituada, ele vai ter sucesso. Não é a profissão x ou y que vai dar condição a alguém de ser um bom profissional. Não é isso. Acho que os pais estão muito preocupados com o sucesso profissional, com a questão financeira, mas outras questões estão em jogo. Esse processo também é difícil para os pais, por isso é fundamental um trabalho também com a família”, complementa.

Estrear no Ensino Médio

Muitos alunos estão sentindo um friozinho na barriga diferente. São os recém-chegados do Ensino Fundamental, que vivem uma mudança radical no Ensino Médio, a começar pelo número de disciplinas, que dobra. Entrar nesse novo universo, é um processo natural, garante Mariangela. “Eles chegam muito imaturos, pela própria idade, e não levam muito a sério no início. A equipe pedagógica entra em sala, conversa sobre o processo, faz uma orientação, explica como é o sistema de provas, o que eles precisam estudar mais e, com isso, eles vão amadurecendo. É traçado com eles um processo de uma maturidade para a escolha. Porque eles têm que ter em mente o caminho que querem percorrer. Então, a partir do momento que o aluno tem este objetivo maior, o da escolha de uma profissão, o que ele quer para a vida dele, ele vai naturalmente se empenhando. E o mais importante de tudo é a organização. A dica é estudar a matéria do dia, fazer os exercícios, estudar teoria e deixar um tempo para estudar matéria de prova. Mantendo os conteúdos em dia, ele vai dar conta. E relaxar. Nada de estresse, porque é um processo natural, não tem como fugir disso”.

O período de adaptação do jovem Henrique Duarte Baumgratz, de 16 anos, precisou ser um pouco maior. Ele chegou ao Ensino Médio no ano passado, mas não conseguiu acompanhar o ritmo e está repetindo o primeiro ano. “O ritmo é totalmente diferente da oitava série. Eu cheguei aqui com a mentalidade do Ensino Fundamental e quando a ficha caiu, já estava e cima da hora, não consegui dar conta. Mas este ano eu já comecei no clima de Ensino Médio desde o início e as minhas notas melhoraram. O segundo semestre é muito rápido e exige esperteza da gente. Eu estudo sempre o conteúdo do dia, não deixo matéria acumular. Estudo até umas seis horas da tarde e depois faço algo para oxigenar o cérebro” conta o estudante.

Orientação Vocacional

O CSC/JF desenvolve há alguns anos um trabalho de Orientação Vocacional e Profissional voltado para alunos do 2º e 3º anos do Ensino Médio, não apenas do colégio. É um trabalho extra, pago à parte por aqueles alunos interessados em fazer um processo de escolha profissional mais profundo. A procura deste serviço tem crescido bastante devido a um panorama complexo no contexto da escolha profissional.

A escolha de um futuro profissional se inicia bem cedo. Incentivar o jovem a se conhecer, a perceber seus interesses, desenvolver suas habilidades e talentos é uma preocupação dos nossos educadores. “Na verdade, o certo seria, ao longo de todo o processo escolar, ir detectando habilidades, aptidões, talentos, capacidades, dificuldades, formas de enfrentar desafios, forma de se organizar, interesses, motivações. Esses eixos começam cedo na vida. A gente consegue, desde cedo, detectar escolhas numa criança, na alimentação, por exemplo. A gente entende o processo vocacional como uma escolha da profissão, que se dá no Ensino Médio diante da exigência escolar de definir uma faculdade para cursar. Mas o processo da vocação, na verdade, é mais profundo. A escolha do curso, da profissão, é um processo final de um trabalho. O que temos percebido é que precisamos fazer um trabalho anterior, talvez começando no Ensino Fundamental, de autoconhecimento. A primeira etapa da Orientação Vocacional é o autoconhecimento, coisa que anda muito precária no jovem. Ele não conhece suas capacidades, suas habilidades, seu jeito de ser, seus talentos”, afirma Fernanda, uma das coordenadoras do trabalho.

O projeto de Orientação Vocacional do CSC/JF também é coordenado pela supervisora Mariangela e pela outra psicóloga da escola, Anna Paula Gomes da Silva. São 12 encontros, feitos à tarde, fora do horário escolar, com um grupo de alunos que se interessa em aprofundar esse processo. O segundo momento é o de conhecimento das profissões que culmina com a escolha das profissões. Nesta etapa final, interferem as expectativas da família e do mercado.

Dicas para o Enem

No Enem, todas as matérias são cobradas com o mesmo peso. Então, não adianta focar apenas em matérias afins, em que o aluno tem facilidade. “O Enem hoje é uma forma de ingresso adotada por 95% das universidades federais brasileiras. Então, o aluno que pretende ingressar numa outra universidade que não a de Juiz de Fora, ele precisa ter uma pontuação igualitária em todos os conteúdos. E a redação, na minha opinião, é o grande diferencial do Enem. Ela acaba tendo um peso muito grande no cálculo da nota final. Os alunos estão cientes disso e estão se preparando”, avalia Mariangela.

Em função do peso da redação no índice de aprovação no Enem, o CSC adotou um sistema de correção de redação, com a contratação, há alguns anos, de dois corretores, já preparando o aluno para isso. O trabalho começou com o Ensino Médio e no ano passado foi estendido também no Fundamental II. No Ensino Médio, os alunos fazem uma redação semanal, avaliada pelo corretor. A temática de redação do Enem são questões brasileiras, problemas para os quais o aluno tem que propor uma solução. “Não é simplesmente um texto dissertativo-argumentativo. Existe uma questão de resolução. O aluno tem que argumentar, mas também propor uma solução para o tema. Não são questões políticas, nem religiosas, porque esses temas são muito polêmicos, mas, geralmente, são questões de saúde, educação, a situação das drogas, a internet entre os jovens, ou seja, questões que eles próprios vivenciam, o que fica bem próximo deles”, explica a supervisora.

Graças a esse trabalho intensivo com os corretores, o CSC tem mantido uma média muito boa na redação do Enem. E por que o corretor? Porque, segundo Mariangela, o professor de Língua Portuguesa ou Literatura tem contado diário com o aluno e a correção acaba ficando influenciada. O corretor não tem contato com o aluno, não sabe quem é o aluno, sendo a avaliação totalmente imparcial.

E não é só na redação. Em geral, no Enem, ano após ano, o CSC/JF tem se destacado com as melhores médias de notas em Juiz de Fora e região. Os alunos do 3º ano têm uma carga de seis aulas todos os dias, de segunda a sábado, e uma vez por semana aula na parte da tarde também. Mas o segredo do sucesso é um somatório de fatores.

“É uma equipe de professores que tem uma consciência muito profunda do trabalho e uma responsabilidade muito grande. Eu sempre falo que no Santa Catarina os professores têm uma consciência, não deixam de cumprir o programa, estão sempre conversando com os alunos, eles têm um bom acesso com os meninos, e é uma equipe, não só dos professores, mas a família também, que ainda trem resguardado junto da escola as nossas necessidades. Quando a gente precisa fazer uma intervenção numa questão de estudo ou de apoio, a família está sempre presente ajudando a escola. Essa integração é muito importante. Muitos alunos estão aqui desde a Educação Infantil, e por isso já sabem o que pode na escola, o que não é permitido, como é o sistema. A escola tem o seu próprio ritmo e tudo o que a escola faz é para o benefício. O Santa Catarina realmente se preocupa com a formação do aluno. Há uma preocupação do professor que está sempre com um olhar muito atento e isso ajuda a equipe pedagógica. É uma equipe muito coesa, além de os professores serem muito amigos entre eles, são professores amigos da escola, que não dão a aula e tchau. Eles realmente estão envolvidos com a educação”, garante Mariangela.

Oficina de Ervas Medicinais

A Deus a gente agradece pela riqueza da natureza! Na natureza, agradecemos pela fonte de riqueza que são as plantas… E, dentre as plantas, pelas que carregam o poder de revitalizar.

Madre Regina, no exercício do cuidado da vida, soube utilizar a farmácia viva das plantas medicinais. Esse cuidado, que tem como fonte a sabedoria popular, faz parte das atividades no Colégio Santa Catarina , em Petrópolis (RJ). A Oficina de Ervas há anos ajuda a manter o carisma de Madre Regina, por meio da aproximação com as pessoas, com os que procuram saúde.  É um dos espaços mais frequentados do Colégio.

Irmã Gabriela, com sua dedicação e seu cabedal de experiência como enfermeira, como agente de pastoral de saúde e especialmente como Irmã de Santa Catarina, marcou o legado de Regina por meio da motivação ao uso de plantas medicinais. Seu trabalho por anos nesse espaço deixou marcas de atenção à sabedoria popular e ao cuidado com a vida como um valor e um princípio do nosso carisma; seu empenho e sua criatividade fizeram com que o uso das plantas medicinais fosse reconhecido, respeitado e sobretudo utilizado.

Irmãs e colaboradores reconhecem a presença de Irmã Gabriela como fonte enriquecedora para o conjunto do Colégio, que insiste no cuidado com a vida através da educação e saúde. Deus a recompense e a faça feliz. Sua lembrança permanecerá entre todos que fazem parte do CSC/RJ.

“O novo não nasce do nada, o novo é tarefa da gente, o novo é mais que esse agora! Pois é! Mãos à obra! Em frente!”

Brinquedoteca Sustentável

Na volta às aulas da Escola Santa Catarina/ ES, os alunos do primeiro ano do ensino fundamental inauguraram a Brinquedoteca Sustentável, produzida pela professora Fátima. É um espaço para as crianças brincarem e  contextualizarem de forma lúdica os conteúdos trabalhados em sala de aula.

A Brinquedoteca foi produzida com materiais recicláveis e com doações de brinquedos dos próprios alunos e, segundo Fátima, esse trabalho despertou a conscientização dos alunos quanto ao reaproveitamento dos materiais que seriam descartados. No espaço, as crianças trabalham a leitura e produção de texto por meio de cardápios e listas de compras, e noções de valor com o manuseio de moedas e notas e operações de adição e subtração.

LMR recebe grupo de teatro

No dia 03 de agosto o Lar Madre Regina recebeu o “Grupo de Amigos André Salles e Tamar” (GAAST), que trouxeram alegria para os  idosos da Casa, com música ao vivo e peças teatrais. Foram mais de 40 pessoas que passaram o dia de domingo no LMR e, inclusive, levaram algumas doações.

“O Teatro Mambembe do GAAST tem por objetivo realizar apresentações gratuitas em casas de apoio aos idosos e abrigos para crianças afastadas das suas famílias por diversos motivos. O embrião dessa trupe surgiu em 1983, num trabalho que em sua fase inicial durou até 1986. Após quase duas décadas em ‘hibernação’, em 2003 o grupo retomou o projeto e desde então já se apresentou em mais de 70 instituições de auxílio ao próximo.

Em cada visita apresentamos peças variadas, de comédias a dramas, infantis, coreografias de dança, esquetes com os palhaços e as bonequinhas, e músicas autorais, e de artistas conhecidos do grande público. A ideia é proporcionar uma tarde feliz, aprender com os exemplos que tomamos contato e assim valorizar nossas próprias vidas.”

Texto: Tiel Del Valhe

Conscientização sobre as hepatites virais

O Hospital Estadual Central (ES)  realizou uma ação em comemoração ao Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. Os colaboradores foram abordados com folders e preservativos, com o objetivo de promover conscientização. Cotidianamente o HEC também realiza o controle das vacinas dos colaboradores, atualizado pela segurança do trabalho e entregue para os líderes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), instituiu a data de 28 de julho como o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. Para comemorar e alertar sobre prevenção, sintomas e transmissão o HEC entregou folders e preservativos com intuito de conscientizar os colaboradores.

A hepatite é a inflamação do fígado, uma doença que nem sempre apresenta sintomas mas podem aparecer, sob forma de cansaço, dores abdominais, fezes claras, pele e olhos amarelados, febre, tontura, enjoos/vômitos e urina escura. Muitas pessoas só percebem que estão doentes quando as manifestações já são graves, como cirrose ou câncer de fígado.

Manter a vacinação em dia e realizar o diagnóstico precoce das hepatites é um dos principais determinantes para evitar a transmissão ou a progressão dessas doenças e suas graves consequências.

Os testes para as hepatites estão disponíveis em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS).

Curso de gestantes AMEJP

A empresa de consultoria Brasil Insurance mantém uma forte parceria com o AME Jardim dos Prados, visando a orientação sobre a saúde dos colaboradores. Pensando no bem estar das gestantes da Casa e dos futuros bebês, a empresa organizou um curso dividido em três módulos nos meses de maio, junho e julho, focando na Fisiologia, Nutrição, Fisioterapia da Gestação, Parto, Cuidados com o Bebê e Aleitamento Materno.

As mamães do Amparo, Flávia Moreira, Maria Fernanda Miglioli, Nancy Ting Ling, Amanda Cris­tina, Verônica da Silva, Ivone Aparecida e Danielle Rezende participaram desse momento único que além de focar a orientação, proporcionou uma decoração delicada, lanchinho natural e uma cesta com itens para o bebê, tudo organizado muito carinho pelas colabo­radoras Thais Dutra, Thais Holovate e Cássia Zerbini.

No último dia do módulo realizado, 22 de julho, os papais foram convidados a participar do curso com muito entusiasmo. O aprendizado foi válido para todos que estão passando por essa alegria pela primeira vez.

O AMEJP deseja a todas as futuras mamães que a chegada dos bebês seja repleto de ale­grias, rodeado com o amor dos familiares e amigos.

AME Itapevi no Combate à exploração sexual

No mês de julho, o AME Itapevi realizou sensibilização sobre o tema  “Abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes”, junto aos seus colaboradores. Por meio da exibição de vídeo, que apresentou o assunto,  foram mostradas algumas imagens de crianças e adolescentes em situação de violência.

Houve uma palestra que abordou conceitos sobre abuso sexual, fatores que contribuem para a violência sexual contra crianças e adolescentes, exploração sexual, perfil de abusador, perfil de pedófilo, abuso sexual com e sem contato físico, indicadores de violência sexual, consequências da violência sexual, como proceder em caso de suspeita de abuso. Foram apresentadas também orientações sobre a forma de identificar uma situação de violação dos direitos da criança e adolescente, preservando sua integridade física e psicológica.

As ações realizadas junto aos colaboradores do AME tiveram como finalidade mobilizar esforços para sensibilizar, informar e convocar todos para participar da luta em defesa dos direitos das crianças adolescentes.

Novidades no HEAT

Em comemoração ao Dia Nacional de Prevenção de Acidente de Trabalho, que acontece no dia 27 de julho, o Hospital Estadual Alberto Torres promoveu, de 28 a 31 de julho, uma série de palestras sobre o tema. A atividade aconteceu no Centro de Estudos da unidade com o total de oito turmas durante o dia e teve como objetivo conscientizar os colaboradores de que é essencial trabalhar com segurança.

Durante a palestra os participantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor o trabalho do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), o que é e para que serve a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e a importância de abrir um Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) em caso de acidentes durante o expediente. A atividade também buscou mostrar a importância da utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como evitar e prevenir acidentes com material biológico e ratificar a necessidade do cumprimento da NR 32.

Ao final da apresentação, os presentes assistiram a vídeos com situações com material perfurocortante já que dos 42 acidentes registrados no HEAT nos últimos seis meses, 21 foram oriundos de acidentes com agulhas, escalpes, entre outros.

Curso sobre doação de órgãos e transplantes

O Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT) promoveu dia 21 de julho, o Curso Básico Sobre Doação de Órgãos e Transplantes, realizado pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), em parceria com Programa Estadual de Transplantes (PET).

O evento aconteceu no Espaço de Convivência do Centro de Trauma e foi ministrado pela assistente social Priscila Paura e pelo médico André Albuquerque. Foram abordados temas como, o processo de doação e transplantes, morte encefálica, identificação e manutenção de um possível doador e o acolhimento ao familiar. Para o coordenador do CIHDOTT do HEAT, dr.Sandro Montezano, o evento teve dupla função: capacitar e sensibilizar. “Apesar de ser uma manhã, conseguimos instruir nossa equipe sobre como proceder e mostrar a importância dessa atividade para a vida de outros pacientes”, disse Sandro, que no final do evento fez questão de agradecer a presença e também a colaboração cotidiana dos funcionários.

Ao todo, mais de 80 profissionais da assistência do HEAT e dos Hospitais Estaduais Azevedo Lima, João Baptista Caffaro e Pedro Ernesto participaram do evento, que teve a duração de três horas e meia.

Pediatria recebe contadores de histórias 

Os pacientes internados na Pediatria do Hospital Estadual Alberto Torres tiveram uma tarde animada na última quarta-feira, 23 de julho. Os Doutores da Alegria promoveram o espetáculo Palavras Andantes, do grupo Tapetes Contadores de História, que aconteceu na Brinquedoteca da unidade.

Durante o evento, cerca de 20 usuários ouviram quatro histórias contadas com tapetes artesanais que formavam cenários e personagens feitos de tecidos, vindos das literaturas africanas, argentinas e brasileiras. “Escolhemos histórias que motivam o bem estar, que gostamos de contar”, disse a contadora de histórias Rosana Reátegui, participante do grupo.

O grupo Tapetes Contadores de História faz parte do projeto Plateias Hospitalares, uma parceria dos Doutores da Alegria com a Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. O projeto acontece no HEAT há cinco anos.

Protocolo de Cirurgia Segura

A Direção Técnica do Hospital São José (HSJ), em parceria com as gerências de Enfermagem e Qualidade, promoveu o evento de lançamento do seu Protocolo de Cirurgia Segura (PCS), dia 23 de julho,  no Centro de Estudos do hospital. O evento, que teve como público alvo os médicos da Casa lançou o Protocolo, que será implementado em breve.

A apresentação do documento foi feita por membros das equipes de enfermagem ligados ao Centro Cirúrgico e durou cerca de 40 minutos. O PCS do São José é baseado no Protocolo do Ministério da Saúde (MS) – Portaria nº 1.377, de 9 de julho de 2013 -, cuja finalidade é: “Determinar as medidas a serem implantadas para reduzir a ocorrência de incidentes e eventos adversos e a mortalidade cirúrgica, possibilitando o aumento da segurança na realização de procedimentos cirúrgicos, no local correto e no paciente correto, por meio do uso da Lista de Verificação de Cirurgia Segura desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

“Esse é um caminho sem volta”, comentou Dr. Marcelo Vettore, Diretor Técnico do HSJ ao final da apresentação. “Estamos trabalhando em todos os setores para aumentar a cada dia as condições de segurança dos nossos pacientes e o PCS faz parte de um processo que envolve todos os setores do Hospital”.

Após a apresentação, diversos cirurgiões fizeram observações sobre o Protocolo. “Precisamos manter a essência do PCS, tal qual como preconizado pelo MS e OMS, mas o documento deve sofrer adequações para adaptar-se à nossa realidade”, salientou o Diretor Técnico. Ao final da reunião, o diretor técnico agradeceu a presença de todos e salientou que a implantação do Protocolo será realizada assim que as adequações necessárias forem realizadas.

O diretor executivo do HSJ, Danilo Leon, comemorou a iniciativa, lembrando que a participação dos cirurgiões é fundamental no processo de implantação do PCS. “Assim como as equipes de enfermagem, os cirurgiões são diretamente afetados pela implementação do Protocolo, por isso é importante que eles participem dessa etapa de finalização do documento. Com esse processo, damos mais um importante passo dentro das diretrizes de melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados”, finalizou Leon.