Enfermeira radical

Para muitos dirigir é um desafio e tanto, há ainda, aqueles que acreditam que a direção de um carro deveria ser feita apenas por homens, que mulher dirige mal e deveria pilotar apenas fogão. Deixando esses pensamentos de lado, a enfermeira da Educação Continuada do Amparo Maternal, Ana Paula Hosoda encarou um desafio proposto pelo seu marido, Alberto Y. Hosoda, e hoje é pilota de rali, ao lado dele que é seu navegador (pessoa que usa o mapa para definir estratégias e direcionar os caminhos durante o percurso).

Segundo a enfermeira, no início era navegadora de Alberto, mas em função do grande mal-estar que sentia, seu marido propôs a troca dos papéis. “Eu enjoava bastante e ficava muito tonta com a leitura do mapa. Ele não teve preconceito e sugeriu invertermos. No começo ele teve muito cuidado comigo, tivemos algumas brigas até nos acostumarmos, mas agora nos damos muito bem”, conta sorrindo.

O casal, que compete há cinco anos, em 2013, ganhou duas competições. Neste ano, já garantiram o terceiro lugar, na 2ª etapa da categoria Fun, da temporada 2014 do Mitsubishi Outdoor, realizada no início de junho, em Curitiba, Paraná.

Ana Paula revela que para conciliar a prática deste esporte com sua carreira, precisa conciliar suas folgas. “Como as etapas acontecem de fim de semana, tento encaixá-las com o período do rali. Para participar temos que chegar no local da competição na noite anterior para coleta de briefing (orientações dadas às equipes sobre o percurso) e para formamos uma equipe, por isso, tenho que me programar com antecedência”, conta a enfermeira que também vê no esporte uma forma de fazer novos amigos. “Na última etapa formamos equipe com um casal de croatas sem nos preocupar que, dias depois, durante a Copa do Mundo seríamos rivais”, conclui animadamente.

ACSC premia vencedores de concurso realizado durante a Reatech

A área Corporativa de Gestão de Pessoas da Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) premiou os dois vencedores do concurso realizado durante a XIII Feira Internacional de Reabilitação, Inclusão, Acessibilidade e Paradesporto (Reatech), realizada em abril. Giselle da Silva Santos, de 31 anos, e Irineu Avelino de Jesus, de 32 anos, ganharam um tablet cada um, por terem escrito as melhores frases com o tema “Ter uma Vida Plena significa…”.

Cerca de 200 pessoas participaram do concurso. Para Giselle, que trabalha como bancária, a premiação é um reconhecimento importante. “Estou muito feliz em receber esse prêmio”, afirma. Essa foi a primeira vez que ela participou da Reatech e garante que pretende voltar nos próximos anos.

Já Irineu, que é cantor e compositor, participa da feira há três anos. Ele conta que a Reatech é uma oportunidade de acompanhar as novidades da área e ter contato com pessoas com vivências diferentes. Irineu ficou paraplégico depois de sofrer um acidente de moto e, por isso, passou por um longo processo de adaptação. “É preciso ter fé. Hoje eu não desperdiço nenhuma oportunidade”, comenta.

Quanto à ideia para escrever as frases vencedoras, eles dizem que se inspiram na vida. “A gente tem acreditar em si mesmo e se amar do jeito que é”, diz Giselle, que não conhecia o trabalho da ACSC. Irineu, que também não tinha conhecimento sobre a obra da Associação, se disse impressionado com a relevância do trabalho desenvolvido nas Casas. “Depois que me explicaram como funciona, senti uma energia muito boa das pessoas que trabalham na Associação”, afirmou.

 Confira as frases vencedoras:

“Ter vida plena significa ter respeito e dignidade com as pessoas em geral, sem nenhum tipo de preconceito. É poder ser igual mesmo sendo diferente” – Irineu Avelino de Jesus

“Ter vida plena significa amar ao próximo como a ti mesmo, com credibilidade entre falar e agir com o próximo, sempre com ética e justiça” – Giselle da Silva Santos

Eventos Corporativos

A Administração Corporativa da ACSC tem promovido uma série de Encontros Setoriais com suas Casas,  com a finalidade de aprimorar ainda mais a excelência operacional e qualidade de suas atividades. Em abril, foi realizado o 1º Encontro da Comissão Corporativa de Farmácia e Materiais. O evento contou com a apresentação da Comissão Corporativa de Farmácia e Materiais feita farmacêutica corporativa, Denise Ferro, que também conduziu o debate sobre a Gestão de Fornecedores da área.

Em maio, ocorreu em São Paulo e, em Petrópolis, o curso de Homologação de Fornecedores, em parceria com a Comissão Corporativa de Farmácia e Materias, um órgão de assessoria da Central de Compras Corporativa e das Comissões de Farmácia dos hospitais, que tem como objetivos principais homologar os fornecedores, melhorar a qualidade dos produtos, otimizar o resultado das compras e trabalhar em conjunto a padronização dos produtos. O curso foi ministrado com o intuito de formar auditores para realizar as homologações nos fornecedores dos hospitais da ACSC e o público-alvo foi composto de farmacêuticos, nutricionistas e enfermeiros.

No início do mês de junho, foi a vez do Encontro de Qualidade e Segurança do Paciente. Realizado em duas partes, o evento teve as abordagens feitas pelas da Diretoria Corporativa de Qualidade e Segurança do Paciente sobre o Panorama da ACSC; Os Aspectos Conceituais sobre Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente – Epidemiologia dos eventos e uma série exercícios colaborativos.

Em junho, também aconteceu o 1º Fórum Jurídico da ACSC. O evento foi realizado em duas etapas, a primeira em São Paulo e a segunda no Rio de Janeiro. Na oportunidade foram discutidos temas como o mapa do contencioso da ACSC; a Responsabilidade dos Executivos e Líderes da ACSC à luz da Legislação; Contencioso Cível: Riscos / Indenizatórias, Riscos Assistenciais e Prevenção; Contencioso Trabalhista: Riscos e Prevenção; Cumprimento de Contratos; Fiscalizações; Filantropia: Procedimentos Administrativos, Processuais, Ação Popular; Sistemas: Projurid e Simplesmente USE; e muitos outros. Os participantes puderam esclarecer dúvidas e adquirir conhecimentos específicos da área jurídica da ACSC e os aspectos legais que envolvem as atividades exercidas pela entidade.

Campanha Inverno Solidário

Mais de 800 índios Guaranis, entre homens, mulheres e crianças, estão localizados nas proximidades da represa Billings. Com a chegada do inverno essa região apresenta temperaturas mais baixas do que a média da grande São Paulo, agravando assim, a situação dessas aldeias.

Sensibilizada com esse problema, a ACSC realiza nesse mês de junho, a Campanha Inverno Solidário, para arrecadação de agasalhos e cobertores. Participe!

ACSC expande sua presença no Rio de Janeiro

Em maio, a ACSC, reconhecida por promover uma administração ética, eficiente e humanizada em todas as suas Casas, assumiu a gestão do Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, e do Hospital Estadual Prefeito João Batista Cáffaro, em Itaboraí, ambos no Estado do Rio de Janeiro.

A atuação da ACSC nas duas novas Casas será por meio de contrato de gestão e operacionalização de serviços, com o fornecimento de todos os recursos humanos e materiais necessários ao adequado funcionamento dos hospitais, dentro dos parâmetros e diretrizes estabelecidos pela Secretaria de Estado de Saúde do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Os novos contratos estreitam o nosso relacionamento com o Estado, onde possuímos quatro hospitais próprios e somos responsáveis pela gestão do Hospital de Trauma-Ortopedia Dona Lindu, de Paraíba do Sul.

Corpus Christi é a festa da Santa Eucaristia

Comemorada no mês de junho, a festividade de Corpus Christi está entre as mais importantes do calendário católico. O objetivo desta celebração é estimular entre os cristãos o espírito de unidade e fraternidade por meio do mistério da Santa Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.

No dia de Corpus Christi é tradição a realização de procissões em vias públicas, durante as quais os fiéis testemunham publicamente a sua adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia, sacramento a partir do qual recebemos o próprio Cristo como alimento para da nossa alma. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como pão, na doação de Jesus.

Voluntariado do CRI Norte é certificado pelo CVSP

O Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (CRI Norte) recebeu o selo do Centro de Voluntariado de São Paulo (CVSP) que certifica e reconhece o Programa de Voluntariado desenvolvido pelo Centro de Convivência. Este selo evidencia também a atuação em parceria com o CVSP na capacitação dos voluntários e no aperfeiçoamento na gestão desse programa que conta com 100 idosos voluntários ativos. O Programa de Voluntariado do Centro de Convivência iniciou em 2005, e desde então, vêm desenvolvendo ações estratégicas para o desenvolvimento deste grande grupo de idosos protagonistas, assim como de atenção à sua saúde e estímulo à cidadania.

Por meio de relatos, podemos reconhecer o comprometimento dos voluntários com o trabalho realizado e verificar a importância do voluntariado no resgate do projeto de vida do idoso no período pós-aposentadoria e/ou na viuvez, contribuindo através desta ação protagonista para o estímulo de sua independência e autonomia, favorecendo uma melhor qualidade de vida nesta fase da vida.

“Ser voluntário é um desprendimento dos nossos hábitos de tanto tempo. É dedicação sem querer nada em troca. É um amor que brota lá no fundo do coração. É um remédio para qualquer tipo de stress. Agradeço a Deus por ter me colocado neste caminho de voluntariado.” Ana Júlia Barreto, 66 anos – Voluntária da Oficina de Alfabetização

O Programa de Voluntariado do Centro de Convivência conta com quatro ações estratégicas: Comitê Mobilizador, Observatório de Idosos Saudáveis, Bate-Papo com o Voluntário e Cursos de Aperfeiçoamento.

O Comitê Mobilizador, é um grupo de representantes voluntários que participam do processo de gestão do Centro de Convivência com sugestões, propostas de inovações e melhorias no serviço.

O Observatório de Idosos Saudáveis tem o objetivo de monitoramento e atenção à saúde do idoso, oportunizando meios de integrá-los em atividades que atendam suas especificidades, prevenindo precocemente doenças relativas ao envelhecimento e na atenção ao seu desenvolvimento durante as atividades em seus aspectos funcionais, cognitivos e sociais, assim como a atuação da equipe interdisciplinar nas orientações e encaminhamentos.

O encontro Bate-Papo com o Voluntário é uma das ações relevantes do Programa de Voluntariado para o monitoramento da saúde do idoso participante das oficinas coordenadas pelo voluntário, considerando que no decorrer das oficinas, os idosos estabelecem vínculos de afetividade, fator que contribui para que durante as atividades, conversem sobre seu cotidiano; relatando relações com a família, sintomas de sua saúde, projetos de vida e demais aspectos que interferem na qualidade de vida. Este encontro tem o objetivo de aproximar os voluntários com a equipe interdisciplinar do CRI Norte, estimulando a sensibilização destes para as questões do envelhecimento.

Voluntários do CRI Norte

Os Cursos de Aperfeiçoamento são oferecidos especialmente ao grupo de voluntários com a proposta de promover o aprendizado através do contato com o mundo empírico, estimulando a construção do saber por meio da experiência, da vivência e da criatividade; propondo atividades que contribuam com o autoconhecimento e a criação de técnicas inovadoras na área de atuação.

Partindo do principio da humanização e valorização do trabalho desenvolvido pelos voluntários, o CRI Norte realizas semestralmente um grande evento, a Mostra de Talentos, que reúne apresentações artísticas e a exposição dos produtos confeccionados pelos idosos nas oficinas.

A Mostra de Talentos é uma celebração da riqueza de conhecimentos e estímulos que esta relação de aprendizado contribui para uma melhor qualidade de vida no envelhecimento.

“O que mudou em minha vida? Muita coisa. Estou mais feliz porque ensino o que posso, mas aprendo muito mais.” Dalva Vasconcellos Gai – 77 anos – Voluntária da Oficina de Bijuteria

“Como voluntária minha vida mudou para melhor porque: tenho objetivos a atingir; posso planejar e conscientizar atividades; aumentei o meu círculo de amizades.”  Cledi Porlan – 77 anos – Voluntária da Dança de Salão

Assim, por meio da valorização do trabalho voluntário que é prestado no Centro de Convivência, e de todas as ações estratégicas apresentadas como meio de promoção humana e de protagonismo; o Programa de Voluntariado, permeado pelos conceitos de Envelhecimento Ativo (OMS, 2005), tem possibilitado o sucesso de suas ações, estimulando a independência e autonomia dos idosos, favorecendo que essa geração amadureça com saúde.

Notícias do HMRP

No mês de maio, o Hospital Madre Regina Protmann (HMRP) recebeu a presença da Senadora Ana Rita, que esteve presente no município de Santa Teresa (ES) e foi até o hospital, para conhecer as instalações e serviços ofertados à comunidade. Na ocasião, o Vice-Prefeito Srº Ziguimar Buss e o Secretário Municipal de Saúde Srº Luiz Marcelo de Almeida Anacleto, também estivam presentes.  A  Irmã Adelaide Schledorn, diretora Geral, fez as honras juntamente com a Diretora Executiva, Débora Marques. Além de apresentarem as instalações internas do HMRP para a Senadora e sua Comitiva, elas também repassaram a história da ACSC.

A Senadora Ana Rita ficou encantada com a organização e com o compromisso no trabalho ofertado, principalmente pelo fato da Casa atender a uma parcela de 90% SUS. Ela foi homenageada, recebendo uma placa de “Amiga do Hospital Madre Regina Protmann”, sendo mais uma parceira em prol de nossa filantropia. 

O HMRP também fez um singela homenagem às mães presentes na Casa, distribuindo uma lembrança para comemoração do Dia das Mães, data  tão importante para nossas vidas.

Ainda no mês de maio, foram empossados os novos membros do Conselho Estadual de Saúde (CES), para o biênio 2014/2016. Dentre os titulares, a Diretora Executiva, Débora Marques, foi escolhida a assumir a cadeira de representação da Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES).

O Conselho Estadual de Saúde é um órgão colegiado de caráter permanente e deliberativo, composto por representantes do Governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que têm a função de decidir, junto com a Secretaria de Estado da Saúde (SESA), as diretrizes de planejamento no sistema de Saúde Pública Estadual.

Segundo o Secretário de Estado da Saúde Drº Tadeu Marino, este Conselho tem a importância da participação popular na construção de uma saúde pública cada vez mais eficiente e de qualidade. “Não se pode pensar no Sistema Único de Saúde (SUS) sem o controle social, sem a participação de todas essas entidades que representam a sociedade, fazendo suas proposições, críticas, fiscalizando, ajudando na construção de uma saúde pública cada vez melhor”, ressaltou.

Também em maio, ocorreu no município de Santa Teresa a cerimônia de entrega do 1º prêmio “MULHERES NOTÁVEIS do ESPÍRITO SANTO”, promovido pelo Jornal O RIO DOCE. Este evento teve o objetivo de Premiar as mulheres que são Líderes em sua área de atuação e que oferecem contribuições efetivas à sociedade do Estado do Espírito Santo e ao Brasil. Para grande alegria da ACSC, o Hospital Madre Regina Protmann teve sua Diretora Executiva, Débora Marques, entre as homenageadas.

“O evento “MULHERES NOTÁVEIS” é um momento que reflete a evidencia, os valores humanos e a força da MULHER, onde a vida se mostra em plenitude, como o rito de dever cumprido, como lastro de histórias pessoais e coletivas, escritas nos passos de um caminho de desafios vencidos”, afirmou Antonio Augusto, Jornalista e Publicitário – idealizador do Prêmio Mulheres Notáveis Do Espírito.

Novidades do CRI Norte

Ana e Daniela, colaboradoras tituladas

No mês de maio, seis colaboradores do Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (CRI Norte) receberam o título de especialista em gerontologia e geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – SBGG. A prova e a entrevista para obtenção do título aconteceram nos dias que antecederam ao Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia em Belém/PA.

O CRI Norte parabeniza e  deseja à todos os profissionais titulados muito sucesso!

Especialistas em Gerontologia:

Ana Paula Maeda

Daniela Horikawa

 Especialistas em Geriatria:

Dra. Mayra Zanetti

Dra. Marta Maria de Morais

Dra. Deborah Carvalho Correia

Dra. Mariane Aiko Simamura

Já no mês de junho, o CRI Norte realizou a  Semana de Conscientização à Violência Contra a Pessoa Idosa.  Para tratar desse tema, foram ministrados seminários e palestras, realizaram uma caminhada pelo Horto Florestal para conscientização da comunidade e também foram lançadas estratégias de enfrentamento à violência contra a pessoa idosa, com o objetivo de sensibilizar os colaboradores.

Corte e Costura OSSC

Uma cerimônia simples e emocionante marcou a conclusão do curso básico de Aprendizagem em Costura Industrial oferecido pela Obra Social Santa Catarina (OSSC) a moradores do Bairro Jardim Casablanca e entorno. Esta foi a sexta turma formada pelo curso, que já capacitou cerca de 70 mulheres de baixa renda para o exercício de uma profissão, possibilitando sua inserção no mercado de trabalho. O evento contou com a presença da Irmã Ana Maria Silva, da atual coordenadora geral da Obra, Carla Cristina, e da ex-coordenadora, Eneida Vitral, além da professora do curso de corte e costura, Míriam Fonseca Aparecida da Costa.

As nove formandas, com idade entre 28 e 62 anos, ganharam diploma e participaram de uma dinâmica que emocionou a todas. A professora Míriam e a coordenadora da Obra escreveram mensagens em pergaminhos e cada aluna pegou um aleatoriamente. Em seguida, cada uma teve que ler o texto que tirou e contar como foi tocada. Todas, sem exceção, agradeceram à Obra Social pela oportunidade e também à Míriam, pelos conhecimentos compartilhados e pela dedicação para com cada aluna. “Queria agradecer esses três messes, que somam quase duzentas horas de convivência com vocês. Se hoje você estão felizes, eu estou dez vezes mais. Nada disso teria acontecido se vocês não tivessem acreditado em vocês. Não adianta os profissionais, a casa oferecer esse curso, se vocês não tivessem chegado aqui com um objetivo. Sei que não foi fácil, deve estar passando uma longa história na cabeça de cada uma agora, mas vocês acreditaram que seriam capazes. O primeiro passo foi dado. Não deixem de acreditar, de correr atrás, de perseverar naquilo que vocês sonham”, disse emocionada a professora, ressaltando que espera todas as alunas na próxima semana, para o início do segundo módulo do curso de modelagem.

Formandas do Curso de Corte e Costura

Outra que fez questão de parabenizar as alunas pela conclusão do curso básico foi Eneida Vitral, que era coordenadora da Obra Social quando o curso começou, no início do ano. “É muito interessante ver a diferença no olhar de vocês hoje para aquele olhar com o qual chegaram aqui na primeira vez. Quando li o nome de vocês no cadastro eu ficava imaginando como seria cada uma de vocês, porque da mesma forma que vocês criam expectativa com o curso, nós criamos sobre a participação de vocês. Esta aqui hoje é uma vitória de vocês, mas da Obra Social também, por poder colaborar com a realização desse sonho. Claro que dependia de vocês. Se vocês não quisessem a gente não ia conseguir nada, mas é uma vitória conjunta. É muito gostoso olhar para vocês hoje e ver o olhar de segurança, de alegria, muito diferente daquele olhar com medo, daquele olhar com interrogação de três meses atrás. Vocês já conseguiram, agora é só continuar o que vocês já estão fazendo. Vocês já chegaram lá, agora é só continuar no caminho”, enalteceu.

A atual coordenadora da casa também se emocionou ao saudar as formandas. “O que me emociona é o orgulho de vocês em estar aqui hoje, receber um diploma, completar um ciclo, conseguir fazer uma calça. Fiquei muito emocionada com isso e ver que o curso foi além do seu objetivo, pois atingiu a cada a uma, dentro das suas dores, dos seus momentos, às vezes, vocês estavam em casa, chateadas, mas vieram para cá e demonstraram alegria em estar aqui, em compartilhar. Por isso digo que o curso foi além, porque vocês não aprenderam só um ofício, vocês também fizeram amizades, curaram alguma depressão, fizeram a colega sorrir. Vocês estão de parabéns, a Míriam está de parabéns, a Obra Social está de parabéns, Madre Regina, fundadora
da Congregação das Irmãs de Santa Catarina está de parabéns, pois sem ela nada disso seria possível. Então, é o momento de agradecer a todas essas pessoas que foram abrindo caminho para nós”, complementou Carla.

Em nome da diretora do CSC, Irmã Ernestina Lemos, que, em função de alguns compromissos não pode estar presente na solenidade, a Irmã Ana Maria destacou que todos envolvidos de alguma forma com a Obra Social, têm um compromisso para com esse belo trabalho realizado. “Esta Obra faz parte de uma história que já perdura por quatro séculos e meio e cujos frutos, ainda hoje, estão pipocando. Esta obra não pode existir sem vocês. O objetivo desta Obra é o que está acontecendo hoje: não é dar o peixe pronto, mas dar o anzol para que vocês possam pescar. Eu penso que o objetivo está sendo muito bem colocado em prática. E cada pessoa que está nas obras da Congregação das Irmãs de Santa Catarina, é outra Madre Regina. Vocês têm esse compromisso. Não podem parar por aqui. Vocês foram chamadas a ajudar as Irmãs de Santa Catarina a construir algo para o outro, porque sei que vocês não vão usar esse conhecimento aqui adquirido só para vocês. A partir do momento em que pisaram aqui e usufruíram desta Obra, vocês têm a missão de propagá-la e fazê-la conhecida”, instigou.

Após a entrega dos diplomas e de muitas poses para registrar o momento, todas confraternizaram com um delicioso café da tarde. Colhemos o depoimento das alunas para mostrar a transformação que o curso operou na vida de cada uma delas. Confira e emocione-se:

Renata Rossetti França: “Corte e costura é um curso muito procurado e caro. Eu sempre quis fazer, mas não pude. Agora estou tendo a oportunidade de me profissionalizar, porque eu parei de trabalhar por conta de criança pequena e, quem sabe eu me formando, eu possa trabalhar com costura. Como eu já mexo com artesanato, complementa. Pretendo fazer todos os módulos. Estava vendo televisão, assistindo ao jornal e ouvi falar do curso. Aí eu anotei o número, liguei e no dia seguinte vim fazer minha inscrição. Cada pessoa aqui tem uma história, a gente se emociona com cada pessoa. O curso é tão empolgante que eu não paro de falar na minha casa a respeito. Todo mundo que vai à minha casa eu conto sobre o curso. Isso é empolgação. Aqui a gente não vê a hora, passa muito rápido, justamente porque é bom. Aqui a gente não sente aquele cansaço do dia a dia, dos afazeres de casa. É muito bom”.

Maria de Fátima Martins: “Não sabia costurar antes. Esse curso foi tudo de bom na minha vida: aprendizagem, amizades, a Míriam, que é uma professora muito gente boa. Eu venho pra cá, nem tenho vontade de ir embora, de tão bom que é. Fiquei sabendo da Obra através de uma vizinha que fazia ginástica aqui e eu vim fazer também. Depois fiquei sabendo do curso de costura e resolvi tentar. Quando eu peguei aquele diploma hoje, senti um alívio por ter conseguido, além de uma alegria muito grande. Esta calça que estou usando hoje foi a primeira peça que eu consegui fazer sozinha e estou orgulhosa. Vou fazer muitas calças para ajudar quem não tem condições de comprar”.

Andreia Aparecida Eveling: “O curso é muito bom. Eu nunca tinha sentado numa máquina de costura antes. Eu tenho cinco irmãs e todos sabem costurar, menos eu. O dia que eu consegui fazer uma fronha, sozinha, eu liguei para todas elas para contar. Eu moro em frente à Obra Social e sempre quis fazer o curso, mas com um bebê pequeno eu não conseguia. Quando ela começou a estudar, eu vim pra cá. E isso me ajudou a passar o tempo nesse processo de adaptação longe da minha filha. Agora quero aprender a modelagem que eu achei muito difícil no início, mas que agora eu tiro de letra”.

Andrea Conceição de Souza Moreira: “Participo de um curso aqui na Obra Social pela primeira vez. Tentei me matricular antes, mas o curso já tinha começado. Como não estou trabalhando e só tenho cuidando da minha mãe e das minhas filhas, resolvi fazer o curso para não ficar parada. Não sabia costurar. São momentos felizes que a gente passa aqui, porque, se estamos em casa, estamos trabalhando, cuidando dos filhos, do marido, e aqui é um momento nosso, para fazer o que a gente gosta. Mexe com a autoestima, é muito bom. A Obra Social é algo muito positivo para nós, é uma oportunidade. A vida nos oferece oportunidades a todo momento e,
muitas das vezes, a pessoa fica parada, segue um caminho errado e fala que não teve oportunidade. Isso é mentira. Tem é que saber aproveitar. A partir de agora pretendo ter uma renda, vou investir no curso, vou começar a fazer umas coisas em casa e começar a costurar para fora. É só o começo, se Deus quiser!”.

Rosélia Silva Alves: “Moro no Jardim Casablanca e vi o anúncio do curso no posto de saúde de São Pedro. Comecei o curso antes, mas parei no meio. Agora foi diferente, agora consegui terminar esse módulo e quero ir até o fim. Consegui confiança em mim, porque eu duvidava da minha capacidade. Aqui o ambiente é fora de série. A partir do momento que você cruza aquele portão, você se sente outra. As amizades que fiz também foram muito bacanas”.

Vera Lúcia marciano Silva: “Eu não sabia costurar, transformar um pano numa peça, então, nem imaginava. Vizinhas minhas já tinham feito o curso e me chamaram. Eu nunca tive vontade de aprender nada. O sonho da minha mãe era que eu fosse costureira. Quando eu tinha 13 anos eu cheguei a fazer um curso, mas eu não queria e me matriculei chorando. Mas agora, depois que minha mãe faleceu eu tive vontade e estou com toda a garra. Já fiz três saias. Eu nem sei comparar como eu era antes com a pessoa que eu sou hoje. Eu não saía de casa, tinha excesso de peso, não conseguia andar, minhas pernas vivam inchadas. Agora não. Eu vou e volto e não perco mais nada, eu também faço artesanato e aula de ginástica aqui na Obra Social. É muito bom. Essa casa é tudo de bom para o nosso bairro e eu desejo que ela permaneça para sempre”.

Nilza Moraes Baptista: “Fiquei sabendo do curso através de um anúncio na televisão. Sempre quis fazer um curso de corte e costura, mas nunca tive tempo. Não sabia nada e me apaixonei pela modelagem. Eu descobri aqui um outro universo que foi muito bom para mim. As amizades que eu fiz aqui não tem preço. Sem contar que estou realizando um sonho. Eu já estou pensando no final do curso, por isso propus fazer um desfile e a Miriam e a Carla já toparam. Viver com dinheiro de aposentadoria não dá, por isso quero investir. Um curso desse nível é muito caro, não daria para eu pagar. Aqui eu estou perto de casa, a instituição nos proporciona toda a estrutura, um ambiente muito legal, as máquinas são ótimas. Eu sinto que tudo o que foi colocado aqui foi feito com muito carinho. A gente não precisa gastar com nada: tecido, linha, fecho e o que é melhor, o amor e o carinho da professora conosco. A Míriam, realmente, não existe. Ela conseguiu tirar de cada uma de nós o melhor que cada uma tinha para dar. Por isso, eu estou muito feliz, feliz mesmo”.

Magna de Souza Duarte de Paula: “Tem dois anos que estou na Obra Social, porque eu moro aqui do lado. Já fiz ginástica, artesanato e agora estou no corte e costura. Nunca me interessei por costurar antes, mas minha mãe e a Míriam me incentivaram. Comecei o ano passado, mas, em função de um problema de saúde, eu tive que parar. Mas agora estou melhor e consegui concluir esse módulo. Aqui é a minha segunda casa, gosto de todos aqui, fiz muitas amizades aqui dentro. A Míriam é minha amiga maior. Se não fosse ela eu não estaria aqui. O curso para mim é uma terapia. Quando a aula acaba, eu vou para casa e fico doida para dar logo o outro dia para eu voltar. É bom demais”.

Curso de Corte e Costura

Capacitar o aprendiz de baixa renda para o exercício de uma profissão, possibilitando sua inserção no mercado de trabalho. Este é um dos principais objetivos da Obra Social Santa Catarina, unidade construída, mantida e coordenada pelo Colégio Santa Catarina (CSC). Dentro desta proposta, a instituição oferece um curso de costura, dividido em três oficinas: artesanato com retalhos, customização e reforma e costura industrial. Este último é dividido em quatro módulos: curso básico de aprendizagem em Costura Industrial; Qualificação em Modelagem Industrial; Qualificação em Corte Industrial e Qualificação em Costura Industrial.

Qualquer pessoa com mais de 16 anos, moradora do Bairro Casablanca e entorno – onde a Obra Social está localizada – pode participar. São 15 alunos por turma. As aulas são ministradas de segunda a sexta, sendo 200 horas/aula no primeiro módulo e 80 horas/aula em cada um dos três módulos subsequentes. Para este ano
não há mais como participar, mas quem tiver interesse pode fazer um cadastro na secretaria da Obra Social para a próxima turma do curso, com início previsto para fevereiro de 2015.

Todos os módulos do curso são ministrados pela professora Mírian Aparecida da Costa, que se preocupa não apenas em ensinar um ofício às alunas, mas também resgatar a autoestima dessas mulheres, a fim de que se sintam valorizadas enquanto ser humano. “É uma realização para mim não apenas passar para elas o conteúdo do curso, mas a questão de trabalhar o resgate da autoestima e prepará-las para o mercado de trabalho. Eu sou totalmente realizada com meu trabalho. Tudo que eu converso com elas tem uma dimensão muito grande na vida delas. Pequenas palavras que eu falo tem grande significado para elas. É muito gratificantes poder fazer a diferença na vida dessas mulheres”.

Além do curso de costura, a Obra Social Santa Catarina oferece à comunidade da Cidade Alta oficinas de capoeira e flauta doce (convênio com a Funalfa), aulas de musicalização com instrumentos de sopro (parceria com a Polícia Militar) e de corda; ginástica para adultos e idosos, e consultas médicas nas especialidades de pediatria, neurologia, psiquiatria e clínica geral (parceria com a UFJF).

Lar Madre Regina recebe visita especial

O Lar Madre Regina recebeu pela primeira vez, a visita da Secretária de Assistência Social e Desenvolvimento do município, Genilda Bernardes. A Secretária conheceu as instalações físicas do Lar, acompanhada da equipe da instituição e de José Luíz Bichuetti, superintendente da ACSC.

A ida da Secretária ao Lar faz parte de um cronograma de visitas a todas as instituições de Assistência Social de Guarulhos, apoiadas pela Prefeitura. Para o gerente executivo do Lar Madre Regina, Gerson Magalhães, a visita foi uma oportunidade de apresentar à Secretária Genilda Bernandes, não apenas o trabalho da obra social, mas também de toda a ACSC. “É uma parceria de peso e a visita foi muito positiva”, afirma.

Atualmente o Lar abriga 79 idosos em situação de vulnerabilidade social. Os idosos, em geral, são dependentes e não têm apoio familiar ou moradia. Na instituição eles recebem cuidados com a alimentação, higiene e segurança, além de serem acompanhados por uma equipe de enfermagem 24 horas, assistência médica geriátrica, atendimento nutricional e fisioterápico.

A ACSC Lar Madre Regina, recebeu em apresentação solene, o certificado de Declaração de Utilidade Publica Municipal exercício 2012 e 2013, entregue pelo Prefeito Sebastião Almeida e a Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Sra. Genilda Bernardes. É um reconhecimento do município dos serviços prestados pelo Lar, perante o Governo e a Sociedade. A certificação foi instituída no município pela Lei nº 6.884/2011 e regulamentada pelo Decreto nº 29.523/2011. Com este título, as instituições podem solicitar a isenção de taxas e tributos municipais, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e tarifa de água.

Eventos Creche Madre Regina

Maio é um mês com lindas comemorações: mês das mães, de Maria e de Nossa Senhora. Sendo assim, a  Creche Madre Regina não poderia deixar de prestar suas homenagens.

Hoje na composição familiar existe uma sequência de diversificações da figura da mãe. Diante desse quadro, a Creche procura desenvolver com as crianças um projeto sobre MÃE, que intensifique a importância desta pessoa na formação do ser humano. Logo no início de maio, as atividades foram articuladas entre a escola e a família, mais precisamente para as mães.  Foram desenvolvidas várias ações com os objetivos propostos nos projetos da Creche:

– Atividades realizadas através de imagens e pinturas de objetos e situações que se referissem à mãe;

– Confecção de cartões com mensagens para a mamãe;

– Montagem de uma boneca representativa da mãe;

– Colagem (recortes e colagem de figuras de revistas);

– Festa comemorativa oferecida às mães com dinâmicas variadas;

O Projeto foi finalizado com uma homenagem para as queridas mães.  Um convite foi enviado para que a mães chegassem com as crianças e, na entrada, cada uma recebeu de seu filho um moranguinho que ao abrir se transformava em uma linda bolsa. Em seguida, se dirigiam ao refeitório, onde foi servido um delicioso café da manhã. Também ocorreram sorteios, onde cada mãe sorteada pagava uma prenda e ganhava um presente, foi um momento muito animado. Ao final, foi sorteada uma cesta básica. Quem acompanhou a comemoração pôde ver nos olhos a emoção de cada mãe homenageada ao participar de um momento tão agraciado.

Momento Mariano

Na segunda quinzena, foi realizado um Momento Mariano com as crianças. Uma das colaboradoras da Creche, a A.D.I Alexsandra, se caracterizou de nossa Senhora, entrou na capela com um fundo musical e as crianças silenciosas em comunhão e devoção a Maria rezavam e cantavam. Foi um momento cheio de emoção, pois as crianças achavam realmente que ali estava a Mãe do nosso amado Jesus, ela caminhou pela capela entre as crianças e cada uma tinha prazer em tocá-la. O Momento foi finalizado com a coroação de Nossa Senhora. São estes momentos que vivenciados na Creche Madre Regina que fortalecem  e fazem toda diferença para os colaboradores.

Coroação de Nossa Senhora

Coroação de Nossa Senhora – CSJI

Todos os meses a Creche São José de Itamarati, localizada em Petrópolis (RJ), realiza uma partilha de talentos. Esta ação consiste na apresentação, feita pelas próprias crianças junto com seus professores, sobre os temas trabalhados no mês.

No mês de maio, a partilha de talentos foi dedicada à “Mamãe de Jesus” e as crianças representaram a Coroação de Nossa Senhora, em um momento de muita alegria e emoção.

 

 

 

 

Estande Institucional ACSC – CSC (SP)

O Colégio Santa Catarina de São Paulo, com o intuito de promover a imagem da ACSC a seus alunos, familiares, colaboradores e comunidade, inaugurou seu Estande Institucional.  O objetivo principal é levar informações sobre a ACSC e suas casas, divulgar ações, boas práticas e, principalmente, apresentar o nome da Associação como uma instituição sólida e filantrópica. A inauguração aconteceu durante a Festa Junina do colégio.

Além disso, o intuito do CSC-SP é fazer com que o Estande esteja presente em todos os seus eventos para consolidar e esclarecer aos seus públicos que o colégio faz parte de uma rede de instituições e que tem a ACSC como sua mantenedora.




 

Creche Monteiro Lobato estimula o civismo entre as crianças

Para muitos brasileiros, o amor à pátria só vem à tona em época de Copa do Mundo, como agora. Mas o patriotismo deve ser perene, não sazonal. E o civismo vai mundo além de vestir verde e amarelo ou exibir no carro a bandeira nacional. Civismo também diz respeito aos valores e às práticas políticas de um país, que devem ser cultivados desde cedo. Por isso, a coordenação da Creche Monteiro Lobato, administrada pelo Colégio Santa Catarina (CSC) de Juiz de Fora, instituiu este ano um projeto que busca incentivar o patriotismo entre as crianças. “A ideia é que elas comecem a entender o que é o Hino Nacional, a bandeira, e comecem desde já, a respeitar esses símbolos nacionais e ter noção do país em que vivem”, explica Karine Rezende, coordenadora da creche.

Uma vez por mês, uma das turminhas de dois ou três anos vai organizar alguma atividade sobre os símbolos do país e apresentar para as outras salinhas. A ideia é culminar todo o projeto em setembro, em função do feriado da Independência do Brasil. “Nós vamos hastear as bandeiras no pátio externo, convidar os pais e cantar o hino nacional todo mundo junto. Queremos mostrar aos pais a importância de cultivar esses valores desde cedo. Eu sei que daqui a pouco essas crianças vão sair da creche e ir para alguma escolinha e a não sabemos se esse tipo de incentivo terá continuidade, mas enquanto elas estiverem aqui queremos passar um pouco de cultura a cultivar alguns valores”, enfatiza a coordenadora.

O primeiro passo foi falar da bandeira nacional brasileira, mostrar as cores e citar o significado de cada uma delas. Cada sala confeccionou a sua própria bandeira. Algumas pintaram, outras desenharam ou fizeram colagem e fixaram as peças nas salas de aula. Depois, a equipe de educadoras da creche organizou um evento para que cada turma apresentasse sua bandeira para os outros coleguinhas. “Além desse encontro mensal, em que reunimos as seis salas envolvidas no projeto, num total de 123 crianças, cada educadora pode planejar atividades individuais também, inclusive cantando o hino. É muito interessante como as crianças prestam atenção, ficam quietinhas e observam tudo. Chega a emocionar”, conta Karine.

Segundo afirma Karine, a realização da Copa do Mundo de Futebol no Brasil não foi o fator preponderante para o início do projeto, mas é inevitável que esse gancho só trará benefícios. “Só tem a nos acrescentar. Inclusive já fizemos essa relação, mostrando algumas ocasiões em que se canta o hino e as educadoras falaram dos jogadores de futebol, quando colocam a mão no peito para cantar o hino, em dia de jogo, e, como isso é mostrado na televisão, muitas crianças já tinham visto. Mas elas precisam aprender a identificar o hino e saber que, ao ouvi-lo, é preciso atenção, respeito, olhar para a bandeira. Antigamente, os cadernos escolares vinham com a letra do Hino Nacional e muitas escolas tinham um momento cívico pelo menos uma vez por semana, mas isso se perdeu. Então, queremos resgatar isso, queremos que as crianças saiam daqui sensibilizadas”.

Caminhada contra o câncer de mama

Cerca de 25 colaboradores do Hospital São José (HSJ) participaram da Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama – Circuito 2014 – realizada no mês de maio. O evento, que acontece desde 1999, mais uma vez foi realizado no Aterro do Flamengo e contou, nesta edição, com cerca de 8,5 mil atletas e simpatizantes da causa. Na oportunidade, o HSJ participou como entidade beneficiada, recebendo um cheque de R$ 45 mil.

A Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama é promovida pelo Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) e tem como objetivo principal contribuir para a conscientização da população sobre a importância da prevenção. “O câncer de mama tem cura, mas precisa ser diagnosticado cedo, então é muito importante a prevenção contínua”, salientou Onésimo Affini, produtor executivo da campanha “Câncer de Mama no alvo da Moda” e organizador da Corrida.

Este é o terceiro ano consecutivo que o HSJ participa do evento como entidade beneficiada. Além disso, em todas as oportunidades diversos atletas amadores – colaboradores do Hospital – aproveitam a oportunidade para correr e caminhar junto aos entusiastas da causa. Neste ano, a equipe do São José saiu cedo de Teresópolis para participar. O colaborador do setor de Tecnologia da Informática (TI), Robson Teodoro Rodrigues da Silva participou da Corrida pela primeira vez  e gostou muito. “Foi muito divertido! Além de conhecer um pouco mais o trabalho do Hospital onde trabalhamos, tivemos a oportunidade de interagir com nossos colegas, inclusive com nosso diretor, o que foi muito bom”, comentou Robson.

Além dos atletas, a corrida contou também com a presença de diversos artistas da TV Globo, como Ângela Vieira, Vanessa Geribeli e Miguel Tirrè, entre outros, todos levando seu incentivo à campanha de conscientização para prevenção do câncer de mama.

Para o diretor executivo do HSJ, Danilo Leon, a participação do São José como entidade beneficiada reflete o reconhecimento do trabalho que a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) vem realizando junto aos pacientes oncológicos. “Em nosso setor de oncologia recebemos pacientes de toda região, com diversos tipos de enfermidades oncológicas e disponibilizamos atendimento e tratamento em todos os níveis de atenção. Dessa forma cumprimos nosso papel junto à população, fortalecendo nosso compromisso com os mais necessitados”, enfatizou o  diretor.

Novidades do Hospital Alberto Torres

Neste mês, o Hospital Alberto Torres (HEAT) recebeu o Bando de Palhaços, que realizou na unidade um Cortejo Junino com cantigas temáticas e muita animação. O evento começou pela enfermaria da Pediatria com a encenação de um casamento na roça. As crianças e seus acompanhantes entraram no clima da brincadeira e ficaram entusiasmados com os palhaços. A paciente Larissa Pires, 12 anos, internada na ala gostou muito da apresentação: “Esse casamento foi muito engraçado. Para mim o padre é o personagem mais legal”, afirmou a menina.

Após a encenação na Pediatria, o Bando seguiu cantando e dançando pelos corredores do HEAT interagindo com funcionários, pacientes e visitantes. O Bando de Palhaços visita o hospital uma vez por mês e faz parte do projeto de humanização da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

Também no mês de junho, os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais dos HEAT participaram, no Centro de Estudos da unidade, de um curso sobre Medidas de Independência Funcional (MIF). A atividade foi ministrada pelo fisioterapeuta intensivista Caio Tramont, que falou sobre a importância do MIF, que é utilizado para mensurar a funcionalidade do paciente em diferentes momentos do tratamento. Também foram abordados temas como: possíveis problemáticas, experiências vividas com pacientes, orientações em geral, além de literaturas sobre o assunto. Ao todo, 18 profissionais participaram dos dois dias de treinamento, que tiveram duas horas de duração cada, e todos receberam certificado pela participação.

E para entrar no clima de Copa do Mundo grande parte dos colaboradores do HEAT, nos dias dos jogos do Brasil, se vestem com as cores verde, azul e amarelo e demonstram otimismo na chegada da seleção até a final. Para que todos possam acompanhar aos jogos, o refeitório da unidade ganhou uma televisão e decoração temática que fica ligada nos dias em que o Brasil entra em campo. Além disso, a brinquedoteca da Pediatria foi toda enfeitada com o tema da Copa para que as crianças internadas possam entrar no clima de festa que acomete o nosso país. 

Criatividade, sustentabilidade e reconhecimento no CSC-JF

Um antigo sonho da diretora geral do Colégio Santa Catarina (CSC – JF), Irmã Ernestina Lemos, foi concretizado no mês de maio, com o início do Curso de Artesanato. O objetivo é despertar talentos e incentivar a criatividade e a sustentabilidade, mostrando que é possível fazer belos enfeites e objetos com materiais que, normalmente, teriam como destino o lixo. “Hoje é um marco para o nosso colégio. Estou muito feliz e esperançosa com esta iniciativa”, afirmou a diretora.

O curso é voltado para alunos do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental II. As aulas serão ministradas pela professora voluntária Rosane Loures, todas as quartas-feiras, na parte da tarde. São duas turmas de 15 alunos cada: uma das 13h30 às 15h15 e outra das 13h45 às 17h30. O primeiro encontro contou com a presença de um responsável, a fim de que a professora pudesse explicar a metodologia do curso, falar dos materiais que serão necessários e apresentar alguns dos objetos que os estudantes vão aprender a confeccionar. “A base do nosso trabalho será sucata. Tudo o que poderia ir para o lixo, mas pode virar artesanato, como, por exemplo, vidros de azeite ou azeitona, latas de achocolatado, garrafinhas de leite de coco, caixas de sapato. Tudo isso, com criatividade, nós temos como reaproveitar e recriar”, ressaltou a professora.

Já no mês de junho, o CSC-JF recebeu o título de entidade benemérita, a condecoração mais alta do poder Legislativo, que reconhece os serviços prestados pela instituição à sociedade. A solenidade foi realizada no plenário da Câmara Municipal e contou com a presença da Irmã Ana Maria  Silva, do orientador espiritual do CSC – JF, padre José Leles, da coordenadora geral do CSC, Izabel Loures Nunes, além dos vereadores Julio Gasparette, Ana Rossignoli, Vagner de Oliveira e Wanderson Castelar.

Autora do projeto de lei que concedeu o título ao CSC, a vereadora Ana Rossignoli listou seus argumentos para tal proposta. “Falar do Colégio Santa Catarina não é como falar de uma simples escola, de uma simples instituição. Falar do Santa Catarina é falar de inclusão social, é falar de cultura social, moral, espiritual. É falar da competência no enfrentamento de soluções. Falar do Colégio Santa Catarina é como se estivéssemos falando do espírito de solidariedade, de cumplicidade acadêmica que desenvolve não somente com os discentes, mas também com os docentes e comunidade escolar. No dia de hoje, em nome desta Casa Legislativa, com proposta aprovada por unanimidade, por todos os vereadores, nós queremos, não somente parabenizar o Colégio Santa Catarina, mas queremos também externar os nossos cumprimentos aos professores, coordenadores, direção, alunos, funcionários que colaboraram e colaboram com a construção da excelência e qualidade de ensino”, proferiu.

Universalização – Obra Social oferece cursos de inglês

A Obra Social Santa Catarina, construída e administrada pelo Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora (CSC – JF), passou a oferecer mais uma oportunidade para adultos e crianças do Bairro Jardim Casablanca e adjacências: um curso de inglês. A novidade está atraindo pessoas de todas as idades e de ambos os sexos, inclusive, famílias inteiras que, pela primeira vez, estão tendo a oportunidade de estudar juntas. As aulas são realizadas toda sexta-feira, às 9h30, graças a uma parceria firmada com o CNA.

“A comunidade do Casablanca é muito carente de cursos desse nível. E trazer um curso de inglês, com essa qualidade, para dentro da nossa Obra é, realmente, a realização de um sonho. A gente está dando a oportunidade para pessoas que não teriam condições de pagar um curso fora, fazer um curso de uma língua estrangeira aqui. E o bacana é que a procura não é só dos jovens. Tem muito adulto e até idoso que tinha o sonho de fazer uma língua estrangeira. E a gente poder proporcionar isso é emocionante. Realmente, cada vez
que conseguimos uma nova parceria para cá, para ampliar a nossa oferta de cursos e oficinas, damos continuidade ao legado de Madre Regina”, afirma emocionada Carla Cristina, coordenadora da Obra Social.

“Trabalhar com as crianças e os adultos na Obra Social é extremamente gratificante porque temos a oportunidade de transformar não só o futuro dessas pessoas, mas os nossos também. É um aprendizado a cada aula. Os alunos são interessados e nos recebem de braços abertos. Participar de um projeto social, que tem como objetivo real transformar a vida das pessoas através da educação, é maravilhoso. Só temos a agradecer a oportunidade”, declarou Michelle Monteiro, supervisora operacional do CNA.

Quem também agradece a oportunidade é a família Queiroz, que tem pai, mãe e filho aprendendo junto. “É um aprendizado novo, do qual a gente nunca havia experimentado. Não teríamos condições de pagar um curso para os três, com essa qualidade e próximo de casa. Isso nos abre uma oportunidade e tanto. Só temos a agradecer às Irmãs de Santa Catarina”, conta a mãe, Márcia de Sousa Queiroz.

“Com certeza está nos unindo mais, porque a gente divide os exercícios em casa, um esclarece a dúvida do outro. A gente não
esperava essa oportunidade de estudar todo mundo junto, perto de casa. É algo único, mesmo, para aprender. E a gente espera evoluir cada vez mais”, orgulha-se o vendedor Lucas Evangelista de Queiroz. “Nunca imaginei poder estudar com meus pais. Tem sido bacana, diferente. Em casa a gente troca algumas palavras e na escola, onde eu também tenho aula de inglês, está me ajudando bastante”, conta Lucas de Souza Queiroz, filho do casal.

A dona de casa Lucileia Magda Campos Costa também vivencia pela primeira vez duas novidades: fazer inglês e poder estudar junto com o filho de 10 anos. “Nunca tinha estudado inglês antes. Quando fiquei sabendo que a Obra Social ia oferecer o curso eu me empolguei. Na realidade, eu vim para fazer a matrícula do meu filho. Mas aí, eu pensei: eu vou ficar aqui parada, esperando a aula dele acabar, então decidi me matricular também e estou adorando. É sempre importante aprender coisas novas, não é?”. “Estudamos juntos
em casa e eu até ensino minha mãe, porque eu sei um pouco mais que ela”, exibe-se o Gabriel Campos Costa, que nos mostrou algumas das frases que já sabe dizer em inglês.

O CNA disponibilizou dois professores para atuar na Obra Social. São duas turmas com cerca de 15 alunos cada: uma para crianças e adolescentes e outra de adultos. Natália da Costa Foster ficou responsável por ensinar para o grupo mais velho, o que a deixa bastante motivada. “Não é a primeira vez que faço um trabalho social e adoro. Sempre gostei de trabalhar com todas as idades, mas com os adultos é muito legal porque eles têm um interesse muito grande em aprender, em buscar conhecimento, eles nos dão muito prazer
em trabalhar, porque eles dão valor à oportunidade e isso é muito gratificante. A estrutura que tem aqui é muito legal, completa, e como oferece várias oficinas, para todas as idades, as famílias podem vir todo mundo junto”, avalia a professora.

Para a Irmã Ana Maria Silva, da Congregação das Irmãs de Santa Catarina, o colégio cumpre com seu papel de educador ao oferecer oportunidade a quem a vida não deu oportunidade. “Ainda mais agora, com a Copa do Mundo, com pessoas de vários países vindo para o Brasil, penso que é uma oportunidade muito boa de crescimento, de aprimoramento, de interação. É um momento de essas pessoas que estão sendo beneficiadas se expandirem e realizarem seus sonhos. Por mais que não saiam falando com fluência, mas só o
fato de entender e pronunciar uma palavra, uma frase, você não se sente tão excluído”.

“Muita gente achou que o curso fosse só em função da Copa do Mundo, que depois acabaria. Foi uma coincidência começarmos agora, mas é um curso de um ano, no mínimo. Todos vão ganhar certificado do CNA e isso surpreende os nossos assistidos, porque eles sabem que todo esse carinho, esse cuidado, esse esforço é para eles. É oportunidade de conhecimento, de qualidade de vida”, complementa Carla, adiantando que, para o próximo ano, já existe o projeto de ampliar o curso no período noturno e dar oportunidade a quem
trabalha durante o dia.

Peso X: O desafio em prol da sua saúde

O Hospital Santa Teresa (HST) participou de um projeto inovador em Petrópolis: o Desafio Peso X. Idealizado pela loja X da Saúde, em parceria com a Academia Locatelli e HST. O Peso X propôs um desafio a seis participantes, de que em pouco mais de 3 meses era possível perder peso, obter saúde e qualidade de vida.

Cem dias depois do início do projeto, os seis participantes – Alexandre Rocha, Cristina Reis, Dilcea Cruz, Filipe Furtuna, Paulo Marcos dos Reis e Taciana Borges – contabilizam os resultados alcançados: menos 75,5 quilos, 52,5cm centímetros de cintura e 58,4cm de abdômen eliminados e ganho de 35 cm de flexibilidade. Mas as maiores conquistas foram na qualidade de vida e saúde, alcançadas com a reeducação alimentar e com a prática de atividades físicas.

Além do sobrepeso, os exames iniciais, realizados pelo Hospital Santa Teresa detectaram doenças quase silenciosas. Controlar quadros de hipertensão e da doença de Hashimoto foi um dos desafios encontrados pela equipe formada por nutricionistas, educadores físicos da Academia Locatelli, corpo médico do HST e da loja X da Saúde.

Segundo o médico José Kawazoe Lazzoli, especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte; co-responsável pelo Serviço de Cardiologia do HST; vice-presidente da Confederação Panamericana de Medicina do Esporte e responsável médico pelo Projeto Peso X, “a redução de peso e a prática de exercícios ajudaram a controlar melhor alguns dos problemas de saúde”, afirmou citando o controle da pressão arterial dos que eram hipertensos e a redução do colesterol e dos triglicerídeos de todos.  

“O Peso X foi um sucesso. Envolvemos uma equipe enorme de profissionais focados em um único objetivo, que é a saúde. Superamos as expectativas dos participantes graças à integração de todos”, declarou um dos organizadores do projeto, Douglas Abreu, da loja X da Saúde.

Para o coordenador físico do projeto Cristiano Queiroz, o Peso X é uma filosofia de vida que busca promover saúde. “O maior ganho entre os participantes foi a adoção de hábitos saudáveis e a mudança na rotina. Eles passaram a ter consciência sobre a importância da alimentação e dos exercícios físicos. observamos  que o combate à obesidade e ao sedentarismo tem maior chance de sucesso quando atuamos em grupo. Não só o grupo multidisciplinar de profissionais que atendeu os participantes, mas principalmente o grupo dos participantes”, conta o profissional, citando que todos os integrantes do projeto trocaram informações e experiências através de redes de comunicação com a ajuda da tecnologia. “A constante interação entre os participantes e os incentivos da equipe de profissionais foram ponto de grande impacto para o sucesso dos resultados”.

A dedicação dos participantes e os resultados alcançados serviram de exemplo para a família, amigos e a todos que acompanharam a evolução do projeto na mídia. No Hospital Santa Teresa, onde trabalham Dilcea Cruz e Filipe Furtuna, os demais colaboradores também se engajaram na busca pela saúde. Tanto que passaram a consumir mais os alimentos integrais, funcionais (como a linhaça), hortaliças orgânicas e versões light das sobremesas durante o almoço e a freqüentar as aulas no Espaço de Atividades Físicas do hospital.

Para o Diretor Executivo do Hospital Santa Teresa, Vinícius de Oliveira, a iniciativa do Peso X vem ao encontro com uma fase importante do HST que é orientar a população sobre a importância na prevenção de doenças através de hábitos saudáveis.

“Estamos agora nos preparando para a 2º edição do projeto Peso X que será no próximo semestre. Desta vez o ‘Desafio’ será aberto à população que poderá se inscrever através da caixa postal 90939. O objetivo continua o mesmo, mostrar que é possível superar os desafios na conquista de maior qualidade de vida.”, finaliza. 

Coopercredi ACSC realiza doação ao Amparo Maternal

Diariamente, cerca de 620 lençóis deveriam ser utilizados na maternidade do Amparo Maternal para o abastecimento adequado das unidades assistenciais. O ideal seria que tivessem quatro trocas para que estas peças alcançassem mais tempo para o processamento, descanso das fibras e disponibilização, ou seja, seria necessária a disposição de um enxoval de cerca de 2.500 lençóis. Atualmente, este número  está abaixo do ideal por serem utilizados lençóis já doados de outros lugares, diminuindo o tempo de vida útil de cada um deles.

Sensibilizados com essa problemática, a Coopercredi, Cooperativa de Crédito da Associação Congregação de Santa Catarina, mobilizou os cooperados das casas ACSC a arrecadarem recursos. “Sabendo da necessidade do Amparo Maternal e conhecendo os princípios da entidade, a Coopercredi ACSC, que tem um forte lado social, desenvolveu uma campanha voltada para a rouparia por meio de redes sociais, site e do atendimento ao cooperado. Nossa meta foi reunir verba para a compra de 1.000 lençóis, cujo custo unitário é de 30 reais”, detalhou o Diretor de Negócios da Cooperativa, Sérgio Crespi, apoiado por sua colega de equipe Débora Cristina dos Santos, Gerente de Relacionamento.

Júnia Cordeiro e Sérgio Crespi.

Como resultado mais que positivo dessa ação do bem, Sérgio e Débora entregaram à Júnia Cordeiro, Diretora Executiva, Camila Rodrigues, Supervisora de Hotelaria, Eliane Yoshizaki, Gerente Executiva, Fabiana Ferreira, Coordenadora de Comunicação e Marketing, Rose Silva, Auxiliar Admistrativo, e Fábio Cândido, Analista de Sustentabilidade, um cheque simbólico no valor de 30 mil reais. “Agradecemos imensamente a todos os que colaboraram. Esses lençóis representarão 40% do volume que necessitamos, ajudará a maternidade a normalizar o abastecimento deste item nas unidades e, principalmente, a nos auxiliar no cumprimento da nossa missão e acolhimento às gestantes e mães”, explicou Camila.