Canguru Matemático Sem Fronteiras

O Colégio Santa Catarina de São Paulo conquistou três medalhas de ouro e uma de bronze na Olimpíada Internacional – Canguru Matemático Sem Fronteiras, de 2014. Os alunos do Colégio participam da competição desde 2012 e a cada ano, se mostram mais motivados com o apoio que recebem dos professores.

As Olimpíadas de Matemática surgiram nos anos 1980, quando um professor australiano decidiu aplicar provas com respostas de múltipla escolha. Devido ao sucesso entre os alunos da Austrália, professores franceses adotaram a metodologia, em 1991. O nome Canguru matemático foi adotado para homenagear o educador que criou o sistema.  Atualmente, cerca de sete milhões de pessoas, de 47 países, participam da competição.

Os alunos premiados são:

Thiago Oliveira – Medalha de Ouro

Maurício Seco Correa – Medalha de Ouro

Matheus Augusto Indalécio- Medalha de Ouro

Bianca Massaroti – Medalha de Bronze

Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza

Vacinação no HTDO

Com o objetivo de garantir a saúde dos seus colaboradores e a segurança dos pacientes, o Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu (HTODL), em Paraíba do Sul, aderiu pelo quarto ano consecutivo à campanha nacional promovida pelo Ministério da Saúde e disponibilizou para seus funcionários a vacina contra o vírus influenza (causador da gripe). A vacinação no HTODL aconteceu nos dias 05 e 06 de maio e foi uma parceria do hospital com a Secretária de Saúde de Paraíba do Sul. Os profissionais de saúde estão entre os grupos prioritários para a imunização.

O CRI Norte também participou da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2014.  As vacinações aconteceram do dia 22 de abril a 9 de maio.

Parceria ACSC e Vagas

O VAGAS é uma das melhores ferramentas para gestão de processos de Recrutamento e Seleção e para quem busca novas oportunidades no mercado de trabalho.

A partir de agora, as Casas da ACSC contam com esta parceria para divulgar suas oportunidades em aberto e receber os currículos de pessoas interessadas em trabalhar conosco. Essa é mais uma iniciativa que traz para a área de Gestão de Pessoas a possibilidade de gerir seus talentos internos e externos.

Atualmente, contamos com mais de 65.000 currículos em nossa base e cerca de 100 oportunidades em aberto!

Em breve, contaremos com uma página exclusiva para o recrutamento interno. Enquanto isso, divulgue as oportunidades aos seus amigos e os indique para trabalhar conosco. Basta acessar o site www.vagas.com.br/acsc e fazer o cadastro.

Projeto “TUM TUM”

Você sabe o que é um cardiotocógrafo? Esse nome complicado é de um aparelho que monitora a frequência cardíaca do feto e condições uterinas. Essencial para garantir o parto e a vida saudáveis, este equipamento é muito caro. Então, o Amparo Maternal lançou um projeto de arrecadação chamado “Tum Tum” para comprar dois cardiotocógrafos e proporcionar ainda mais segurança às suas pacientes e recém-nascidos.

As doações poderão ser feitas através de crowdfunding (financiamento coletivo), diretamente na página do Projeto “Tum Tum”: http://www.kickante.com.br/campanhas/projeto-tum-tum. Cada doador receberá um tipo de agradecimento do Amparo Maternal, desde posts personalizados no Facebook da entidade, até lindos cartões postais e bottons. Os “prêmios” simbólicos variam de acordo com os valores doados.

Para incentivar as doações, a Agência Sabiá, em parceria com a produtora Supernova, produziu um vídeo bem-humorado, em que bebês e crianças de até sete anos se esforçam para pronunciar a complicada palavra “cardiotocógrafo”. O vídeo também está disponível na página da campanha.

A arrecadação acontecerá até o dia 15 de julho deste ano. Contamos com seu apoio para ajudar o Amparo Maternal em sua missão de valorização da vida!

Ajude a divulgar esta iniciativa no seu Facebook, acesse a página do Amparo Maternal (www.facebook.com/amparomaternal) e compartilhe a ideia com todos os seus amigos!

Colaboradores da ACSC escrevem sobre temas de destaque o Brasil

Nos meses de abril e maio a ACSC, alguns  colaboradores ajudaram na composição de matérias e escreveram sobre temas emblemáticos, como miocardiopatia e HPV. Por isso, gostaríamos de agradecer aos médicos: Silvana Maria Graziani e Izo Helber, do Cri Norte; Tânia Victorino, do Ame Jardim dos Prados, e Glaucia Varkulja, do Hospital Santa Catarina. A participação do colaborador é fundamental para a participação da ACSC em debates de utilidade pública.

Dia de Pentecostes marca a chegada do Espírito Santo na Terra

O Dia de Pentecostes é uma das celebrações mais importantes do Ano Litúrgico. Em 2014, a data será comemorada em oito de junho. No Novo Testamento, Pentecostes marca o final da comemoração Pascal, por meio da descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e seguidores de Cristo. Nesse episódio, o Espírito Santo utilizou o dom de línguas, para permitir que pessoas de origens diferentes pudessem compreender umas às outras.

A data é celebrada 50 dias após o domingo de Páscoa e é um importante marco na disseminação da mensagem de Jesus na Terra. Conforme o Novo Testamento, a partir do Dia de Pentecostes, os cristãos deixaram de temer a perseguição dos judeus e de se esconderem em ambientes fechados, passando a pregar a mensagem de Cristo para todos.

Campanha da Fraternidade 2014

Com uma cerimônia simples e emocionante, o Colégio Santa Catarina (CSC – JF) lançou,  dia 26 de abril, o gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2014, cujas atividades serão para ajudar a Obra Social Santa Catarina, no Bairro Jardim Casablanca. O evento foi realizado no ginásio esportivo do colégio e contou com a presença de professores, colaboradores, alunos e de toda a equipe que trabalha na Obra, além de pessoas lá assistidas. “O nosso objetivo com o gesto concreto é consolidar ações que contribuam para a superação da vulnerabilidade social, como situações de exclusão social, além de reforçar o compromisso comunitário no cuidado com as pessoas, principalmente aquelas que, pela pobreza, estão mais vulneráveis a adoções inescrupulosas”, afirmou o professor Juceme Rodrigues, coordenador de Ensino Religioso do CSC.

A solenidade foi dividida em duas partes. Num primeiro momento, alunos entraram carregando uma cruz com as mãos algemadas, numa alusão ao tema deste ano da Campanha da Fraternidade, que trata do Tráfico Humano em suas diversas formas: exploração sexual, tráfico de bebês e de órgãos e o trabalho escravo. Todo o ginásio rezou junto a oração da CF 2014. Em seguida, estudantes do Ensino Médio entraram no ginásio carregando uma enorme cruz, onde, em seguida, foram pregadas frases com dados sobre o tráfico humano no Brasil e no mundo. “A ideia de fixar estas frases na cruz era que mantivéssemos os olhos em Jesus Cristo, que, na cruz, se fez solidário aos que sofrem em nosso meio, especialmente com as injustiças”, explicou Juceme.

Após a entrada da cruz, o público presente se deu as mãos para cantar a oração do Pai Nosso, um dos momentos mais bonitos da celebração. Logo depois, alunos trouxeram placas com os dez mandamentos de Deus e as pregaram numa tábua de madeira, lembrando a passagem do profeta Moisés. Encerrando esse primeiro momento, a diretora geral do CSC, Irmã Ernestina, e o diretor executivo do CSC, Artur Giovannini, acompanhados de alguns alunos da educação infantil, entraram no ginásio com o Círio Pascal, representando a luz que é Cristo.

Encerrado o momento religioso, foi a vez de apresentar a Obra Social Santa Catarina a toda a comunidade catarinense. A diretora da Obra, Carla Cristina, saudou os professores e alunos presentes e disse, num tom emocionado, que o gesto concreto será fundamental para consagrar o trabalho das Irmãs…. Após a fala da Carla, alunos do colégio foram até as arquibancadas onde estavam as pessoas que trabalham e fazem atividades na Obra Social e, num gesto acolhedor, seguraram nas mãos delas e as trouxeram para dentro do ginásio, onde elas puderam receber os aplausos do público. Cada um dos moradores do Jardim Casablanca ali presente trouxe consigo algo que o identifica com a Obra, ou seja, as mulheres da oficina de corte e costura trouxeram roupas confeccionadas por elas, as de artesanato exibiram seus trabalhos, os meninos e meninas da capoeira entraram com berimbaus e os alunos do curso de musicalização trouxeram seus imponentes instrumentos de corda.

Depois da cerimônia, foram ouvidos alguns depoimentos emocionantes de pessoas assistidas na Obra Social Santa Catarina, que nos contaram o que esse trabalho, coordenado com tanto carinho pelas Irmãs de Santa Catarina, representam para eles e suas respectivas famílias:

Marta Maria Munck, participante das oficinas de corte e costura, reforma e artesanato: “Quando entrei para a Obra eu não sabia fazer nada na máquina de costura. A Obra Social foi uma benção na minha vida, porque eu ficava em casa, não tinha o que fazer, terminava o meu serviço e ficava pensando besteira. Aí, fiquei sabendo da Obra e entrei, a princípio, para fazer ginástica. E através dessa atividade eu conheci as outras oficinas e me interessei. Minha vida mudou da água para o vinho. Eu costumo dizer para a professora que ali é uma terapia pra mim, não um curso. Lá a gente sempre encontro um ombro acolhedor e, se entra com algum problema, lá dentro você esquece dele e chega em casa com mais amor e carinho pra dar para os filhos. Eu saio da Obra com a certeza de que tudo vai ser melhor. E melhorou não só a minha vida, mas a de toda a vizinhança, principalmente para as crianças que ficavam ociosas, sem ter o que fazer. Só de ver esses meninos hoje tocando um instrumento que não sabiam nem o que era e hoje fazer esse som que nós ouvimos aqui é de emocionar. É muito emocionante e gratificante, você entrar sem saber fazer nada e sair de lá com uma história de vida maravilhosa, cheia de aprendizado. E o melhor de tudo: de graça. O amor que os funcionários tem por todos nós é tão gratificante que não tem como agradecer, é só rezar todos os dias e pedir a Deus muitas bênçãos para que essa Obra nunca termine e que mais pessoas possam sentir essa felicidade que estou sentindo nesse momento”.

Vitória Lara Modesto, 15 anos: “A Obra Social Santa Catarina é a melhor coisa que aconteceu no Casablanca e também na vizinhança, porque influenciou muita gente que antes só ficava na rua. Nós só temos que agradecer. Na minha família eu toco saxofone na oficina de musicalização e minha mãe participa da oficina de corte e costura e reforma. Ela entrou na obra e não sabia costurar nada e hoje ela já fez dois vestidos de noiva e um de dama de honra. A vida da minha mãe agora é só costurar. Ela achou um novo rumo pra vida dela, porque ela estava numa situação de profunda depressão. Aí, um dia, passando na rua, ela recebeu um panfleto que estavam distribuindo para divulgar os cursos da Obra e ela decidiu se inscrever para ver como era e agora ela faz todas as oficinas que pode”.

Matheus Teófilo dos Santos, 13 anos: “Estou na Obra Social há três anos e atualmente faço capoeira e musicalização, onde aprendi a tocar violino. O meu irmão também faz capoeira e minha mãe faz oficina de corte e costura. A Obra é tudo de bom na minha vida, porque me ajudou a crescer e ficar mais calmo, eu sempre fui muito agitado e na escola eu melhorei muito. E tirou muitos dos meus colegas da rua também.. Hoje eu não imagino minha vida sem a Obra, porque é meu momento de descanso, de lazer. Eu estudo à tarde e de manhã não tenho nada pra fazer, aí vou pra lá fazer o que eu gosto e isso me relaxa. Leio livros na biblioteca muito bonita, que cresce cada vez mais. Lá na obra eu descobri o sonho de ser musicista”.

GESTO CONCRETO

Todos os anos, o Colégio Santa Catarina realiza um gesto concreto da Campanha da Fraternidade, pois acreditam que, mais do que palavras, são as ações que, de fato, servem como exemplo e são capazes de transformar realidades. Por isso, de acordo com o tema abordado na CF, a equipe pedagógica escolhe uma instituição, com relevantes trabalhos na área social, para que todos da comunidade catarinense – professores, colaboradores, pais e alunos – possam se mobilizar e ajudar.

Em 2014, a instituição escolhida para receber o gesto concreto é a Obra Social Santa Catarina, que funciona no Bairro Jardim Casablanca, na Cidade Alta. A instituição foi inaugurada em dezembro de 2010, pelas Irmãs de Santa Catarina, em comemoração aos 100 anos do CSC – JF. A construção da unidade contou com a contribuição de muitas pessoas, entre funcionários, alunos, ex-alunos e pais, que, num bonito gesto de solidariedade, uniram-se para transformar o sonho das irmãs em realidade. Agora, novamente, querem unir forças para alavancar a Obra Social Santa Catarina e ajudar mais famílias carentes.

Atualmente, a Obra Social atua nas áreas da Saúde, Educação e Assistência Social com: oficinas de capoeira e de flauta doce (convênio com a Funalfa); cursos de costura industrial, artesanato e customização; oficinas de musicalização com instrumentos de sopro (parceria com a Banda da PM) e de corda; prática de orquestra; aulas de dança; oficina de leitura; oficina de moda; biblioteca comunitária; reforço escolar e aulas de inglês. Na Saúde, através de uma parceria firmada com a UFJF, a entidade também oferece consultas médicas (Pediatria, Neurologia, Psiquiatria e Clínico Geral) e atendimento psicológico. Só em 2013, foram atendidas 881 pessoas.

Mas é possível  fazer muito mais. Possuem espaço e infraestrutura para oferecer à comunidade carente do Jardim Casablanca várias outras oficinas e cursos gratuitos que representem oportunidades de lazer, de aprendizado, de inserção social e profissional e de fonte de renda. E é para isso que precisam de ajuda de toda a comunidade catarinense. Em 2014, pretendem montar um curso de formação de garçons e garçonetes, em parceria com a Viva Eventos, além de um treinamento para trabalhos domésticos (empregadas domésticas e babás) e curso de culinária, ambos em parceria com o curso de Nutrição da UFJF. Posteriormente, todos serão informados sobre as atividades a serem realizadas, com o intuito de angariar fundos para colocar estes cursos em funcionamento.

Alunos do CSC-JF participam do Parlamento Jovem de Minas

Alunos do Colégio Santa Catarina (CSC) participaram, no dia 24 de abril, de uma mesa de debates promovida pela Assembleia Legislativa de Minas (ALMG) e pela Câmara Municipal de Juiz de Fora, sobre envelhecimento, tema central do Parlamento Jovem 2014. O evento, realizado no Colégio dos Santos Anjos, reuniu estudantes das cinco escolas de Juiz de Fora participantes desta edição do projeto, além de alunos de Matias Barbosa, Leopoldina e Santos Dumont. Foi um momento muito proveitoso, em que os palestrantes – Regina Garcia, presidente do Conselho Municipal dos Direitos dos Idosos/JF; Fernanda Machado Freitas, analista de projetos educacionais da ALMG; e Robson Sávio Reis Souza, professor da PUC/MG – instigaram a plateia e colocaram várias questões para os adolescentes refletirem.

O primeiro a falar foi o professor da PUC/MG, que aconselhou os estudantes a fazerem um diagnóstico sobre o que o município onde vivem oferece de política para os idosos. Se há conselho municipal do idoso, legislação específica, entre outros. “É preciso que, no plano do município, em primeiro lugar, vocês conheçam o que existe. Articulem-se para apresentar políticas municipais para os idosos. E, num segundo plano, pensar em legislações que podem ser ampliadas para todo o estado. O Brasil vive um aumento proporcional do número de idosos. Está deixando de ser um país jovem para ser um país velho. Antigamente, um casal tinha dez filhos. Hoje, a média de filhos é de um vírgula cinco por família. Ou seja, não temos mais a produção de crianças em larga escala.

Portanto, o poder público, nas três esferas, deve implementar políticas públicas para favorecer o envelhecimento saudável e garantir os direitos dos mais velhos, que é justamente o tema do Parlamento Jovem este ano”, destacou. A analista de projetos da ALMG falou especificamente sobre o processo de envelhecimento. “Quando falamos em políticas que consideram a questão do envelhecimento, estamos falando de vocês também, da criança, do adulto, porque todos estão em processo de envelhecimento. E quando falamos em qualidade de vida, também existe uma série de outros atributos que sustentam esse conceito. Nós temos a oportunidade, por meio do Parlamento Jovem, de discutir e propor ações, tanto para fazer acontecer o que já existe, quanto para estabelecer aquilo que ainda não existe. Isso olhando os idosos de hoje, mas também para vocês, que vão envelhecer”, afirmou.

Para finalizar, Fernanda lembrou aos estudantes da necessidade de termos projeto de vida, de pensarmos sobre nosso futuro. “Somos seres que estão aqui não simplesmente ocupando lugar no espaço, mas um ser que transcende, que tem a capacidade de se ver além do agora. Ser com existência transformadora, capaz de construir e se transformar e, portanto, capaz de se projetar no futuro”. Regina Garcia foi a que mais cutucou os adolescentes. Ela começou sua fala trabalhando na semântica da palavra aposentado. “Em português, é aquele que vai para o aposento, sai de cena. Em espanhol é jubilado, não no sentido de louros e glória, mas no sentido de exclusão. No inglês retired, o significado é literal, retirado. Esse é o sistema em que nós vivemos, o sistema capitalista em que você é enquanto você é produtivo”.

De acordo com Regina, o Estatuto do Idoso é um avanço, sim, mas ainda tem muito que caminhar, porque é preciso fazer desse estatuto direito de política publica e política social e não proteção, não chamar o velho de coitadinho. Ela aconselhou os estudantes a conhecerem o Estatuto do Idoso, como o primeiro passo para a elaboração de políticas públicas e sociais. Para a especialista, antes de elaborar leis, é fundamental quebrar estereótipos, referindo-se às placas indicativas de idoso, que sempre trazem uma pessoa curvada com bengala na mão. “As mulheres sofrem mais com o envelhecimento, por causa do estigma que vem com ele. Há esse estigma. Precisamos quebrá-lo. Antes de leis, precisamos mudar condutas pessoais, porque, senão, vamos fazer leis retrógadas, antiquadas, cheias de comportamentos estereotipados, já que as leis refletem o que o povo pensa. Então, antes de leis, vamos pensar diferente”, disse em tom provocativo.

Em seguida, Regina perguntou à plateia quem já tinha visitado algum asilo de idosos e indagou aos estudantes se eles, uma vez idosos, ficariam num lugar daquele? “Eu quero uma coisa melhor pra mim e acredito que vocês também. Então, comecem a criar um mundo melhor para vocês. Nós temos que construir um futuro diferente dessa realidade em que os velhos vivem hoje”. E citou Mário Sergio Cortella, que faz um questionamento muito interessante: ‘Vivemos mais. Vivemos bem?’. Para finalizar, Regina remeteu-se a José Saramago: ‘Se puderes olhar, vê. Se puderes ver, repare’. “Esse ‘reparar’ eu uso em dois sentidos: no sentido de observar, e no sentido de consertar. Está em nossas mãos a criação de um país melhor. Contribuam para isso. Reparem como os idosos estão sendo tratados hoje e veja se é assim que você quer ser tratado. Se não for, está na hora de agir para construir o seu futuro melhor”.

Depois da explanação de cada um dos três convidados, os alunos puderam fazer perguntas. Após uma pausa para um lanche compartilhado, coordenadores, monitores e estabelecimentos de ensino se reuniram com a equipe da Escola do Legislativo da ALMG e da PUC-MG e participaram de uma oficina sobre “A arte modifica os modificadores da sociedade”, com Joselma Luquini Chaves, oficial de apoio do Legislativo mineiro.

Um pouco mais sobre o PJMG

O Parlamento Jovem é realizado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) desde 2004. Em 2010, o projeto foi estadualizado e, desde então, é realizado em Juiz de Fora, em parceria com a Câmara Municipal, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e as escolas participantes. O objetivo é estimular a formação política de estudantes do Ensino Médio e conduzi-los a um exercício de participação democrática nas questões relevantes da sociedade. É a quarta vez em que o CSC participa.

Este ano, o projeto tem como tema central “Envelhecimento com qualidade de vida”. Nesse contexto, os estudantes terão três subtemas para trabalhar: Direito de envelhecer bem, Promoção da convivência intergeracional e Protagonismo social e político. Nesta edição, além do Santa Catarina, participam do Parlamento Jovem a Escola Estadual Antônio Carlos, a Escola Cinecista Monteiro Lobato e os Colégios dos Jesuítas e dos Santos Anjos. Ao todo, foram selecionados 150 estudantes, 30 de cada colégio.

Até o mês que vem, os estudantes selecionados para integrar o projeto irão passar por uma capacitação, orientados por monitores da UFJF. Entre os meses de maio a julho, eles se reúnem para elaborar as propostas, que serão debatidas em grupos de trabalho, divididos por subtemas. No dia 6 de agosto, será realizada uma plenária municipal para apresentação das ideais elaboradas pelos parlamentares mirins. Este ano, haverá uma etapa regional do PJMG, prevista para o início de setembro. Logo em seguida, as propostas finais serão encaminhadas para a ALMG. O projeto se encerra em outubro, com plenária final, na ALMG, em Belo Horizonte.

Atividades no CRI Norte

O CRI Norte promoveu a Semana da Atividade Física de 31 de março a 06 de abril, em comemoração ao Dia Mundial de Atividade Física. Nesta semana diversas atividades foram desenvolvidas com a finalidade de conscientizar idosos e profissionais quanto à importância da atividade física no decorrer da vida, contribuindo para um envelhecimento bem sucedido e ativo. Dentre as atividades desenvolvidas, tiveram, gincana intergeracional com o tema da copa, lian gong, coreografia, atividades rítmicas, voleibol, voleibol adaptado, voleibol para os colaboradores e palestras.

Já no mês de maio, o CRI Norte em parceria com a Biblioteca de São Paulo, comprometidos em incentivar o envelhecimento ativo e o protagonismo do idoso, promoveu  a exposição Recordando o Tramway da Cantareirada artista plástica e voluntária do Centro de Convivência do CRI Norte, Herminda Tavela Abrantes. A artista, moradora da Zona Norte de São Paulo, dedicou parte de sua carreira na produção artística que conta as memórias da ferrovia da Cantareira, que foi desativada em 1964, com uma série de pinturas das antigas estações que fizeram parte do ramal ferroviário da região e de sua história de vida.

Esta exposição é um marco para resgatar parte da história da Zona Norte de São Paulo e para o CRI Norte, assim como para a Biblioteca de São Paulo, que são serviços localizados nessa região.

Bom no estudo, bom em tudo

Um projeto desenvolvido desde 2007 pela equipe pedagógica do Colégio Santa Catarina (CSC – JF) com alunos do Ensino Fundamental I tem ajudado muitas crianças a melhorar o desempenho escolar, a capacidade de interpretação e o nível de argumentação. O “Bom no estudo, bom em tudo”, como é chamado, é um projeto permanente do colégio com o objetivo de ajudar nossos meninos e meninas a construir hábitos saudáveis, inclusive o hábito de estudo. Quando foi implantado, era voltado apenas para o 5º ano, visando à transição de segmento e de turno de aula. Porém, este ano, o trabalho foi ampliado para todas as séries do Ensino Fundamental I.

E mudou também a forma de aplicação do projeto. “Com o tempo, a gente vai amadurecendo as ideias e aperfeiçoando o trabalho. Este ano conseguimos implementar em todas as séries, do primeiro ao quinto ano, com uma metodologia que a gente considera que nos aproximou mais das crianças, porque a gente entra para falar do hábito de estudo através de histórias e de símbolos que eles já conhecem. As histórias variam de acordo com a idade”, conta a psicóloga Anna Paula Gomes da Silva, uma das responsáveis pelo projeto.

A ideia, segundo Anna, é fazer com que as crianças fiquem motivadas, através da própria história contada, e passem a criar expectativas em cima da narrativa, ou seja, que elas sejam capazes de relatar sobre os personagens, dizer com quem se identificaram e, ao final dessa interpretação oral, consigam estabelecer uma relação com o hábito de estudo. “A relação é muito legal, muito interessante. Tem criança que, por conta da história, faz essa associação muito rápido, justamente porque consegue vivenciar a história”, afirma.

Com os alunos do 1º ano, por exemplo, as educadoras contaram a história do ‘Coelhinho e do grão de milho’. “Levamos um cesto com espigas de milho para dentro da sala de aula para explicar que quando a gente cuida de uma sementinha, ela pode se multiplicar e se transformar em várias outras. Só que tinha criança que não conhecia a espiga de milho. Então, eles perguntaram se era de verdade, cheiraram, e fizeram diversas associações. Teve uma criança que chegou a dizer que a semente germinava no escuro, porque ela entende que quando a gente cava e coloca a semente na terra ela fica um tempo no escuro. Foi uma experiência quase que sensorial. E depois fizemos a associação: o estudo é como uma sementinha que a gente tem de cuidar para nos render furtos”, explica Alda Lúcia Moura Guimarães, orientadora educacional e também responsável pelo projeto.

Já no 2º ano, como as crianças já têm um nível maior de independência e já têm noção do que é construir um hábito, as educadoras buscam associar o estudo à construção de hábitos saudáveis, ou seja, assimilar que cuidar do estudo é a mesma coisa que cuidar do corpo. “Instigamos os alunos a pensarem como se cuida do corpo? A gente toma banho, a gente se alimenta, a gente dorme. Então, vamos fazer essa associação com o estudo. Como cuidar do estudo? Cuidando do material escolar, cuidando de como a gente escreve, cuidando de como a gente faz as relações na escola, tendo um lugarzinho fixo para o estudo. A intenção é conscientizá-los e criar uma rotina”, orienta Anna Paula.

Ao longo do ano, a equipe tem quatro encontros com cada turma, um por bimestre. E as professoras também têm participação fundamental no processo. Alda conta que passa com antecedência para as professoras todos os temas que vai trabalhar em cada turma dentro do projeto. “Elas recebem o material e nos ajudam a conduzir a reunião na sala de aula. No final de cada encontro, a professora estabelece duas metas que a turma precisa melhorar naquele bimestre. E as crianças se comprometem a cumprir”, afirma. Alda e Anna Paula garantem que o hábito de estudo, além de ajudar a assimilar melhor o conteúdo, ajuda na construção de valores, como responsabilidade e autonomia, pois trabalha não só a parte de conhecimento, propriamente dita, mas também a formação humana.

“Toda vez que a gente entra em sala, leva em conta o que foi acordado no primeiro encontro, porque tem uma proposta. O que você, em termos de hábito de estudo, precisa melhorar? E a professora é quem avalia, ao longo do tempo, a postura dessas crianças, se elas amadureceram. Algumas desculpas para não fazer o dever, por exemplo, agora já não tem mais validade, não cola mais. Então, eles estão conscientes de que precisam ter responsabilidade. E eles ficam motivados, porque sabem que vai haver uma troca, há uma simbiose. Aqueles que conseguem manter esse combinado ficam orgulhosos em dizer que estão dando conta, que estão se preparando para uma nova realidade. É, também, uma forma de valorizá-los”, enfatiza a orientadora.

E os resultados são rapidamente percebidos. “Tem crianças e tem turmas que levam a sério o que é proposto. Há uma diminuição do número de reclamações naquela turma, as crianças têm maior compromisso, elas se veem mais responsáveis pelos resultados delas. A gente teve muita queixa, no início do ano, de crianças que já na primeira semana estavam deixando de fazer o dever, em todas as turmas isso aconteceu. E com todas as turmas trabalhamos essa questão da criança se responsabilizar pelo próprio dever, pelo material, de não esquecer o material porque isso também faz parte do estudo. Então, propusemos, como se fosse numa gincana, que se esse tipo de reclamação da professora diminuir, aquela turma vai receber um prêmio, que pode ser assistir a um filme na sala de multimídia, um elogio da equipe pedagógica em pública. Mas colocamos algo concreto para ser cumprido até o nosso próximo retorno, que é no mês seguinte”, disse Anna Paula.

Segundo as educadoras, dentro do projeto do hábito de estudo, trabalha-se muito a questão da responsabilidade atrelada à capacidade de se fazer escolhas e suas consequências. Ou seja, mostrar ao aluno que, se ele escolher fazer o dever e estudar, a consequência disso vai ser ele obter boas notas, ser um bom aluno. Mas, ao contrário, se abrir mão disso, depois ele não pode reclamar de não ser um bom aluno e tirar nota baixa. Para que tudo isso seja efetivamente alcançado, Alda e Anna chamam atenção para a participação da família.

“A participação da escola está entrelaçada com o apoio da família. Não tem como a criança ter um bom desempenho se não tiver um comprometimento da família com a criança. É preciso que os pais entendam que mesmo a escola tendo bons profissionais, as crianças também precisam se empenhar e se dedicar. Por isso, a gente sempre pede que as crianças cheguem em casa e contem a história trabalhada aos pais e que anotem na agenda a data do nosso próximo encontro para que os pais saibam do trabalho que está sendo realizado”, explica a psicóloga. “Durante esse trabalho, quando se percebe que uma criança destoa, a gente passa a ter um olhar diferenciado, com um atendimento individual fazendo uma acolhida tanto com as crianças quanto com a família”, complementa Alda.

As crianças aprendem que é gratificante passar de uma série para a outra, mas que essa conquista está vinculada a uma responsabilidade ainda maior. Ao longo do projeto, os estudantes conseguem se dar conta de que não é só passar de ano, mas, embutido a isso, está também a busca pela autonomia, o aumento da responsabilidade, iniciativa para fazer as coisas, saber se comportar em sala de aula, fazer-se entendido e ouvido. Em suma, é uma questão de atitude. “E aí, a gente faz outra associação: passa de ano quem cresce. Quem aceita crescer de forma humana, na convivência, na forma de ouvir a professora, na forma de lidar com os colegas. É esse tipo de crescimento que buscamos incentivar”, destaca Anna.

Ao mesmo tempo, as educadoras ressalvam que há o cuidado ao lidar com aquelas crianças que estão repetindo a série por uma questão de maturidade. Crianças muito esforçadas, mas que precisaram de mais tempo, de maturidade para gerenciar o conhecimento.

“Aqui no colégio só temos repetência nessa faixa etária quando realmente a criança carece de mais tempo. Temos falado muito isso com os pais. É igual fruto. Uns amadurecem no verão, porque precisam de muita água, outros amadurecem no inverno, porque não precisam de quase nada, têm mais autonomia. Ou seja, tem criança que precisa de muita supervisão e tem criança que dá conta sozinha. Então, que tipo de filho você tem? Como você pode ajudá-lo a ser mais autônomo? A gente tem falado muito isso aos pais, até mesmo para desmistificar essa questão de que repetir é um retrocesso. Não, muitas das vezes há uma necessidade, o tempo de uma criança é diferente do de outra. A ideia é que os pais comecem a entender isso e tenham um olhar diferenciado, porque muitos ainda se sentem incomodados ao verem o filho refazendo uma série. Mas não é questão de refazer, é porque a criança precisa desse tempo. Do primeiro ao quinto ano, eles estão fazendo a base, para depois edificar. Então, esse alicerce não pode ter fissuras, não pode ter lacunas. Ele precisa ter um terreno bem preparado para edificar. E se tiver que refazer, que seja agora”, afirma incisivamente Alda

Orientação vocacional no CSC-JF

Alunos do 2º e  3º ano do Ensino Médio do Colégio Santa Catarina (CSC – JF) assistiram, no dia 11 de abril, a uma palestra sobre as diversas oportunidades de graduação na área de Engenharia. A palestrante foi Carolina Dionísio Leão, do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), que viaja o Brasil com o projeto Promove Engenharia. O objetivo é divulgar e esclarecer para os alunos os variados cursos disponíveis, hoje, na área em questão.

“A gente percebe que muitos alunos não fazem a opção pela carreira de engenheiro por não conhecer as oportunidades oferecidas. Tem muito curso novo criado no Brasil, várias áreas novas que a Engenharia está atendendo, e a maior parte dos alunos não têm acesso a essas informações. Então, para poder ajudar os estudantes nessa escolha vocacional a gente tentou fazer o caminho inverso. Em vez de esperar eles buscarem informações no Instituto, a gente vai até eles levando esse conhecimento para ajudar na escolha deles. O nosso objetivo não é focado apenas em levar alunos para o Inatel, mas despertar alunos para a área da Engenharia, independente da faculdade”, explica Carolina.

A engenheira exibiu dois vídeos para os estudantes: um institucional do Inatel e uma reportagem, exibida recentemente no Jornal Hoje, da Globo, sobre o mercado de trabalho na área da Engenharia. De acordo com o que foi mostrado na matéria, o Brasil tem um déficit de engenheiros. Até 2015, serão necessários 300 mil profissionais da área, mas o país forma anualmente apenas 38 mil. Para dar conta da demanda, seria preciso formar pelo menos 60 mil novos engenheiros por ano. “Para a próxima década, a gente tem uma perspectiva apontada para a Engenharia bastante positiva. A oferta de postos de trabalho que estão sendo oferecidos é maior que a quantidade de engenheiros que estão se formando. Por isso, hoje, esses profissionais não têm encontrado dificuldade de se colocar no mercado, porque a demanda da indústria está muito alta. Além disso, por conta dessa carência de profissionais, o as empresas estão elevando os salários. Então, essa é uma perspectiva muito positiva para quem pensa em ir para essa área”, destaca Carolina.

O estudante Álvaro Grossi Albuquerque Moreira já tinha o interesse pela área e, ao saber que o mercado de trabalho está positivo para engenheiros, conseguiu definir sua futura profissão. Só falta escolher por qual modalidade optar. “Fiquei em dúvida entre Engenharia Química, Nuclear ou de Petróleo. Muita gente não tem ideia de quantos cursos de Engenharia existem e acaba ficando restrita só nas mais conhecidas como Metalúrgica, Civil, Elétrico, de Produção. E a palestra nos mostrou uma gama de possibilidades muito maior, além de nos esclarecer várias delas, mostrando o mercado de trabalho, onde atuar e a questão dos bons salários, que também não deixa de ser um atrativo”, conta.

Já a estudante Raíssa Guimarães estava decidida a seguir pela área de Saúde, mas, durante a palestra, descobriu uma modalidade da Engenharia que lhe despertou certo interesse: a Engenharia Biomédica. “Achei muito legal, porque eu quero trabalhar com pesquisa e descobri que é possível fazer isso nessa modalidade, o que me deixou em dúvida” confessa. Segundo Raíssa, muitos colegas de turma, que não pensavam em fazer Engenharia, começaram a cogitar a possibilidade, porque a palestra foi muito explicativa e detalhada. “Foi bom que a gente conhece mais cursos, principalmente nesse momento de definição em que a gente vive de ter que escolher algo que pode definir todo o nosso futuro”, complementa a aluna do 3º ano.

Para a supervisora do Ensino Médio, Mariangela de Lacerda Guedes, o Colégio abraça iniciativas como estas, porque é papel da instituição ajudar os alunos nesse trabalho de orientação vocacional. “Acho importante esse tipo de atividade porque para você escolher, você precisa conhecer. Então, quanto mais informação o aluno tiver em todas as áreas, sobre todos os cursos, acho que vai ser um facilitador para eles. Nós temos o trabalho de orientação vocacional na parte da tarde e a supervisão está sempre aberta a esclarecimentos. Eu converso muito com os alunos do terceiro ano, nós temos livros e informações extras, e trazemos, sempre que possível, profissionais de diversas áreas para fazer esse contato com os estudantes”, afirma.

AMEJP conquista nova linha de ônibus

Desde 2008, o AMEJP luta, junto à comunidade, pela implementação de uma linha de ônibus, que permita o fácil acesso dos pacientes ao ambulatório, principalmente para os idosos, aqueles com alguma deficiência ou com a saúde debilitada. As linhas já existentes tinham pontos somente nas avenidas principais, obrigando o usuário a percorrer caminhos longos e com subidas.

Agora os moradores da região podem contar com a nova linha 5013/31 Jardim Miriam/Santo Amaro, que desde 31/03/2014 está percorrendo a Rua Sant’anna e passará por avenidas com importantes eixos de distribuição de passageiros como Av. Yervant Kissajikian, Av. Washington Luiz e Nossa Senhora do Sabará. O pleito é uma conquista do vereador Ricardo Nunes que, após se reunir com a comunidade e Gerência do Jardim dos Prados, reforçou a solicitação para SP Trans a fim de possibilitar melhores condições de locomoção até o AMEJP.

Todos os envolvidos nessa conquista estão satisfeitos e felizes em proporcionar à comunidade maior conforto e facilidade, para que a chegada ao AMEJP seja digna e tranquila.

Confraternização no PAI-ZN

Com o objetivo de humanizar o atendimento e proporcionar um ambiente mais acolhedor, a equipe de enfermagem da unidade de internação do PAI-ZN realizou uma confraternização em forma de piquenique com sucos, bolos e chocolates para celebrar a páscoa e amenizar o difícil período de internação para os pacientes.

Nesse evento,  a participação dos familiares foi incentivada, já que a presença deles é essencial para manter o vínculo familiar que motiva os pacientes ajudando-os na recuperação.

Momento histórico no Hospital Regional de Cáceres – MT

A formatura da 1ª Turma de Residência Médica do Hospital Regional de Cáceres/SES-MT ocorreu no último dia 24 de março, no Auditório do próprio hospital. A cerimônia contou com a presença dos preceptores das especialidades de Residência Médica do HRCAF, diretores da instituição, autoridades e demais convidados. Na ocasião, também foram recepcionados 05 novos residentes, ingressantes na Instituição através de processo seletivo/SES/2014.

Com o apoio e compromisso da ACSC, o projeto da residência médica no Hospital Regional de Cáceres teve início no dia 12/03/2012, com 03 programas aprovados pelo MEC: Clínica Médica, Pediatria e o Programa de Ginecologia e Obstetrícia. Em 2013 foi aprovado o programa de Cirurgia Geral.

 Os médicos que se tornaram especialistas nas áreas Clínica Médica e Pediatria (02 anos de duração) foram Wanessa Godinho Homar e Antônio José de Macedo Bernardes (Clínica Médica) e Guilherme Luiz Nunes Batista (Pediatria).

Dentre as unidades que os médicos atuaram durante o período da Residência Médica estão o Hospital São Luiz (ACSC) e Ambulatórios/PSF’s da Secretaria Municipal de Cáceres. Entidades parceiras através de termos de cooperação.

 A Secretaria de Estado de Saúde de MT, juntamente com a Associação Congregação de Santa Catarina, por incentivar a abertura de Programas de Residência Médicas nas Unidades de Saúde do Estado contribui para fixação desses profissionais especialistas no interior de Estado de Mato Grosso.

 Quer saber mais sobre a residência médica?

A Residência Médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização. Regulamentada pelo Decreto nº 80.281, de 05/09/77 e pela Lei nº 6932 de 07/07/81, e demais Resoluções emanadas da CNRM/MEC. Ela funciona em instituições de saúde credenciada pelo Ministério da Educação, sob a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional. É um curso de Pós-graduação lato sensu, sendo considerado como o “padrão ouro” da especialização médica. A expressão “residência médica” só pode ser empregada para programas que sejam credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica.

Voluntários em ação

No dia oito de maio um grupo de 26 voluntários, representou a ACSC, em nome do Lar Madre Regina, em uma ação social realizada por meio de uma parceria da organização social Canto Cidadão e a APAS (Associação Paulista de Supermercados).

A ação aconteceu durante a Feira APAS (maior evento do segmento de supermercados da América Latina) e consistiu na arrecadação de itens utilizados durante a exposição e doados pelas empresas expositoras. Foram arrecadadas 25 toneladas de alimentos, produtos de higiene e limpeza. Todo o material foi dividido em 17 lotes iguais, distribuídos entre 17 organizações sociais, entre elas o Lar Madre Regina.

A ACSC agradece a participação da equipe de voluntários que dedicou algumas horas do seu tempo em um ato de generosidade e sem a qual esse trabalho não seria possível:

Almir Nonato; Alberto Jorge Mendonça Cutrim; Ana Rosa Escribano Alarcon Ribeiro; Angela Maria Teixeira; Antonieta Santos de Souza; Antonio Coelho Barroqueiro; Aparecida Mara Mallet de Sá; Carolina de Campos Horvat Borrego; Dirceu Correa Leite Filho; Dirceu Pinto Ribeiro; Douglas Aparecido Cirilo; Edeildo Grande da Silva; Francisca M. Borges Amaral; Genildo Nunes da Silva; Gerson Ribeiro Magalhães; Ilvando Loiola Bandeira; Jeferson Soares Lima; Kelves Lima Donato; Lucas Miguel Pereira e Silva; Maricelia Gomes de Oliveira; Miriam Batista de Moraes; Nair Correa Thomaz; Pedro Amaro de Araujo; Rosemeire da Cunha Campos; Sérgio Crespi; Silvana Cava Lacerenzza; Valdeci Coelho de Oliveira.

 

Processo de Classificação de Risco no HSJ

O Hospital São José (HSJ), de Teresópolis (RJ), comemora o sucesso da implantação do Processo de Classificação de Risco, que começou a funcionar no setor de Pronto Atendimento (PA) do Hospital no início de fevereiro deste ano. A medida foi adotada, segundo o diretor executivo da Casa, Danilo Leon, com o objetivo de otimizar ainda mais os serviços prestados no PA do São José.

Classificação de Risco é o nome do processo criado pelo Ministério da Saúde (MS) através da Portaria 2.048, que propõe o acolhimento e a “triagem classificatória de risco”. Segundo a determinação do MS, a Classificação deve ser realizada por profissional de saúde de nível superior, mediante treinamento específico e utilização de protocolos preestabelecidos. Esse processo tem por objetivo avaliar o grau de urgência das queixas dos pacientes, colocando-os em ordem de prioridade para o atendimento.

A Classificação de Risco foi implantada no setor de PA do HSJ em 3 de fevereiro e, desde então, tem apresentado resultados satisfatórios. Segundo Renato Rabes, enfermeiro responsável pelo setor, a resposta tem sido boa em todos os sentidos. “Com a Classificação de Risco podemos organizar o atendimento prestado aos pacientes de forma mais efetiva, o que é bom para os profissionais e mais ainda para os pacientes”.

De acordo com Renato, o novo método já proporcionou diversas provas práticas de sua eficácia. “Vivenciamos há poucos dias o caso de um paciente cujo infarto iminente foi detectado durante a classificação e o mesmo foi tratado imediatamente. Como naquele momento a doença não apresentava sintomas, o problema poderia se agravar muito caso o paciente não fosse diagnosticado antecipadamente”, contou.

O Processo de Classificação de Risco envolve também, diretamente, os colaboradores do setor de atendimento, cuja participação efetiva contribui para o sucesso da implantação do sistema. Segundo Alessandro Cahet, supervisor de atendimento e um dos entusiastas do novo processo, a satisfação do cliente está evidente. “Não tivemos reclamações durante o período de implantação. Pelo contrário, os pacientes estão recebendo mais atenção, o que gera satisfação inclusive os acompanhantes”.

A implementação do Processo de Classificação de Risco tem apresentado bons resultados graças ao trabalho de interação dos setores, o que fortalece a noção de força do grupo HSJ. Dessa forma, o setor de Tecnologia da Informação (TI) implementou – a partir de 17 de fevereiro – o Painel Eletrônico, agilizando ainda mais o processo de Classificação. “A informatização da Classificação de Risco traz mais transparência ao processo, gera confiança e credibilidade”, informou Leonardo Costa, coordenador de TI.

Para Danilo Leon, os resultados vão de encontro aos objetivos traçados para o São José. “Estamos com foco na mudança e na melhoria dos processos, visando mais satisfação dos clientes pacientes e de nossos colaboradores. O sucesso da Classificação de Risco é uma prova de que estamos no caminho certo. Vamos em frente, muito há ainda a ser feito”, finaliza o diretor.

HEC é destaque em Congresso

Nos dias 31 de março e 01 de abril, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em conjunto com o Hospital das Clínicas organizaram o Congresso Internacional de Humanidades e Humanização em Saúde. O evento foi realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, e apresentou como tema:  “Dimensões do Humano no Ensino e nas Práticas de Saúde.

O Hospital Estadual Central (HEC) apresentou, no Congresso, o projeto “Acompanhando o Acompanhante”, que é uma importante ação interna. Esta é uma iniciativa que visa contribuir com a rotina de acompanhantes e familiares dos pacientes prestando atendimento psíquico, social e orientando os mesmos quanto aos cuidados com os pacientes, bem como seus direitos e deveres no âmbito hospitalar, reduzindo conflitos entre família, usuário e instituição, ajudando a melhorar sua permanência durante o período de internação.

O projeto acontece no auditório do hospital as terças e quintas-feiras promovendo palestras e oficinas sobre temas diversos, criando espaço de conversa para acolher as dúvidas, dificuldades e sofrimentos.

Entre mais de mil inscrições, o trabalho apresentado pela equipe do HEC, foi escolhido para ficar exposto com outros trinta projetos nos estandes do evento e foi selecionado para apresentação oral,  figurando entre os cinco trabalhos explanados no auditório principal do evento. O hospital foi representado por Karina Albino N. Araujo, coordenadora do serviço social e Lorena Massi Nunes, psicóloga clínica.

“Participar de um evento de relevância como esse é de suma importância. Tendo em vista que estamos no processo de desenvolvimento e construção de humanização voltada para pacientes e acompanhantes, e a sensibilização dos voluntários frente a esse processo, é o reconhecimento de um projeto desenvolvido em equipe desde 2010 e que cresceu durante esses anos de construção de trabalho plantado na ética. Lembrando que esse trabalho foi desenvolvido em conjunto entre o Serviço Social, Psicologia, Serviço de Atendimento ao Usuário, Fonoaudiologia e a Enfermagem”, comentou Karina.