Jornada Mundial da Juventude

Julho de 2013 foi um marco na vida de jovens do mundo inteiro. Neste mês foi realizada a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), evento católico internacional que trouxe ao nosso país a presença do Santo Padre, o Papa Francisco.

Entre tantos momentos especiais para guardar na memória, algumas Casas da Associação Congregação Santa Catarina receberam as visitas de jovens do mundo todo que vieram ao Brasil para a Jornada.

Visita de peregrinos chilenos

Uma dessas visitas aconteceu na Obra Social Santa Catarina, que reuniu 16 jovens chilenos durante a Semana Missionária, que antecedeu a Jornada Mundial da Juventude. O grupo chegou a Juiz de Fora e foi acolhido na Paróquia São Pedro. Na tarde em que estiveram na Obra Social, os chilenos foram recepcionados de forma calorosa pela Irmã Ana Maria, do Colégio Santa Catarina, pela coordenadora Eneida Vitral e por demais funcionários da Casa.

Depois de conhecerem as instalações físicas do local e se inteirarem sobre as atividades oferecidas pela unidade, os chilenos se divertiram com a apresentação de capoeira das crianças assistidas na Obra. “Como estamos em período de férias escolares, a oficina de capoeira está em recesso. Mas como todos os meninos que participam moram aqui perto, eu comentei com um deles e pedi que avisasse aos outros sobre a visita que iríamos receber, pois seria bacana ter uma apresentação. E eles atenderam ao chamado e vieram todos”, conta Eneida. A garotada fez bonito e contagiou os estrangeiros, que também entraram na roda e registraram o momento com máquinas fotográficas e celulares.

Em seguida foi a vez dos alunos do curso de musicalização apresentarem aos visitantes um pouco do que estão aprendendo nas aulas oferecidas pela Obra Social. A oficina de viola, violoncelo e violino é dada por dois musicistas voluntários, da Universidade Federal de São João Del Rei. Apesar de as aulas terem começado há apenas dois meses, os pequenos aprendizes fizeram bonito e emocionaram os chilenos. Padre Rafael, da Paróquia São Pedro, acompanhou tudo de perto e ficou feliz de ver o entrosamento dos brasileiros com os colegas do Chile. “Receber estes peregrinos com alegria e coração aberto é uma forma de estar em comunhão com a Igreja, pois ela prega que onde quer que estejamos nós nos encontramos e somo uma só família”, afirmou.

Peregrinos em São Paulo

Mais um momento marcante e muito divertido durante a JMJ aconteceu no CRI Norte, em São Paulo, no dia 18/07, com a presença de 150 jovens de Madri, Espanha. Eles foram acolhidos com um Sarau Especial, com a participação de idosos do Centro de Convivência, que apresentaram números de dança, música, poesia e teatro, entre outras apresentações artísticas que favorecem o intercâmbio cultural entre os presentes.

Vale pontuar ainda que outra casa que também recebeu a visita de jovens peregrinos da JMJ no mês de julho foi o Lar Madre Regina, em Guarulhos, São Paulo.

Comemoração da Semana do Idoso

O Estatuto do Idoso, documento que regulamenta os direitos desse crescente segmento da população de modo a assegurar seu pleno exercício da cidadania, foi lançado em 2003, após a polêmica em torno da violência contra idosos, repercutida, na época, em uma novela com grandes índices de audiência. Passados 10 anos, o entendimento atual é de que não basta garantir aos idosos espaços criados especificamente para eles – o que pode, muitas vezes segregá-los – mas sim, favorecer a sua articulação e interação em uma sociedade composta por todas as idades.

Pensando nessa nova perspectiva do envelhecimento com integração e com equidade de direitos, o Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (CRI Norte) realizou de 30 de setembro a 04 de outubro, a Semana do Idoso 2013, que foi norteada pelo tema “InterAções do Idoso no Cenário Atual”. O evento marcou as celebrações pelo Dia Internacional do Idoso (comemorado em 1º de outubro), além dos dez anos do Estatuto do Idoso.

A programação contemplou, no dia 30/09, o bate papo “Interações do Idoso no Cenário Atual” sobre serviços que agregam diferentes gerações e que favorecem o aprendizado e as trocas de experiências entre diferentes grupos etários, além do evento “O autocuidado como qualidade de vida”, uma ação focada em autocuidado que oferecerá cabelo, manicure e maquiagem aos participantes.

Missa Especial realizada no Dia Internacional do Idoso

No dia 01/10, a programação começou cedo com uma caminhada em homenagem ao Dia Internacional do Idoso, seguida da participação especial do Bispo Dom Sérgio de Deus Borges que celebrou uma bela Missa em homenagem à data, com participação de Cantos Sagrados e do Coral do CRI norte. Nesta data, também houve um festival de curtas metragens, que aconteceu no auditório do CRI Norte.

No dia 02/10, foi realizado um Workshop de Dança com diferentes estilos e Sarau Especial com apresentações artísticas. Já no dia 03/10, aconteceram oficinas de Informática que trataram de assuntos como: a participação do idoso em redes sociais, a utilização de serviços como nota fiscal paulista, segunda via de boletos, jogos online, entre outros.

No encerramento da semana houve a Tarde Tropical, um evento restrito aos cem voluntários do Centro de Convivência do CRI Norte, que foram homenageados pelo exemplo que dão a todos, no sentido de se manterem, autônomos, independentes e ativos, agindo como idosos que são protagonistas de suas histórias.

Creche Sagrada Família inaugura biblioteca

A comunidade do Jardim Saúde, na Zona Sul de São Paulo, já pode comemorar. Em setembro, foi inaugurada oficialmente na Creche Sagrada Família a Biblioteca Doce Leitura, um espaço que beneficiará não apenas os alunos atendidos no local, mas também toda a população do entorno, incluindo ex-alunos, familiares, estudantes de outras instituições, entre outros públicos.

Idealizado pela diretoria da Creche em 2010, o projeto passou anos buscando o apoio de parceiros que pudessem investir recursos a fim de transformar a iniciativa em realidade. Neste processo, a área de Sustentabilidade da ACSC levou a proposta ao Instituto 3M, braço filantrópico de uma das mais importantes multinacionais do mundo, que reconheceu sua importância e abraçou a causa, proporcionando aos moradores de todo o bairro o acesso a um espaço que favorece o contato com o universo do saber e da cultura.

“Este projeto, após alguns anos de espera e expectativa, sairá finalmente de uma intenção para uma ação concreta que vai impactar na vida de muitas famílias e tenho certeza de que melhorará a relação com a comunidade, bem como será um espaço para despertar o interesse pela leitura, saber e propagação da história e valores da Associação Congregação de Santa Catarina”, declara Antônio Azevedo, diretor de Filantropia da ACSC.

Segundo Juliana Altieri, diretora da Creche Sagrada Família, embora o funcionamento de biblioteca esteja ainda muito no começo, já se pode notar que os objetivos do projeto estão sendo plenamente alcançados, uma vez que se tem observado um interesse cada vez maior das crianças pelas atividades realizadas no espaço. Além disso, o feedback sobre o impacto da iniciativa não só na vida dos alunos, mas também dos pais, já são muito positivos.

“Nós sabemos que muitos pais não têm interesse pelo hábito da leitura e, com isso, deixam de estimular as crianças nesse sentido. Com este projeto, fazemos o caminho oposto: as crianças é que estimulam os pais a criar o hábito de ler. Toda sexta-feira, os alunos levam um livro para casa e são estimulados a chamar seus familiares a contar essas histórias para eles no final de semana. Criamos com isso um momento novo para essas famílias. Os pais têm adorado e elogiado bastante a proposta”, conta Juliana.

Ainda segundo a diretora, atualmente o espaço está sendo utilizado apenas pelas 90 crianças atendidas pela Creche, do Maternal I ao Jardim III. Porém, em breve, toda a comunidade também poderá ter acesso aos serviços da biblioteca. “Todos os dias há alguma atividade programada para os alunos, como teatro de fantoches, contação de histórias, roda de leitura, entre outras. Já estamos comunicando os pais e também os ex-alunos de que em algumas semanas o espaço será aberto a todos. Vale pontuar que muitos ex-alunos, quando precisam deixar a Creche para ir para o Ensino Fundamental, se ressentem de nos deixar, por gostarem de frequentar a nossa Casa. Com isso, poderemos acolhê-los novamente”, comemora a diretora.

Para o diretor de Filantropia da ACSC, este caráter de acolhimento do projeto está totalmente alinhado à missão da instituição. “Madre Regina Protmann, na profundidade do seu lema, ‘Como Deus Quer’, nos inspira a caminhar ao encontro dos ensinamentos de Cristo Jesus e acolher com dignidade e respeito todos os seres humanos que trabalham, estudam ou contribuem com a história da entidade”, lembra Antônio Azevedo.

Vale ressaltar que o acesso à comunidade na biblioteca será aberto sempre no período da tarde. A parte da manhã permanecerá reservada à programação dos alunos.

O acervo da Biblioteca Doce Leitura é composto por 1.050 títulos, entre livros novos e antigos, comprados e doados, sendo a maior parte publicações com histórias, contos e fábulas infantis. Há também TV e DVD para sessões de cinema, teatro de fantoches e dedoches, brinquedos educativos, entre outros recursos.

Destaques da inauguração

Irmãs Penha e Lúcia juntas com a diretora Juliana

A inauguração do novo espaço da Creche Sagrada Família contou com muitos momentos especiais. Depois da abertura da cerimônia, feita pela diretora Juliana Altieri, os presentes se emocionaram com apresentações de canto e dança dos alunos das turmas Maternal I e Jardim II.

Além disso, as irmãs Penha e Lúcia promoveram um momento de espiritualidade, levando todos a refletir sobre a influência do legado de Madre Regina Protmann em mais essa conquista da ACSC.

“Uma das grandes preocupações de Madre Regina foi ensinar as crianças a ler e escrever. Nossas ações podem ajudar essas crianças a terem uma nova sociedade, a pensar de forma diferente, pois elas serão no futuro aquilo que ensinarmos a elas”, disse irmã Penha.

Mais sobre a Biblioteca Doce Leitura

A Biblioteca Doce Leitura atenderá alunos, ex-alunos além de permitir o acesso aos familiares e munícipes das comunidades do Jardim Saúde, Dom Macário, Boqueirão e Eugênio Falk.

A Creche Sagrada Família fica localizada na Rua Juvenal Galeno, 585 – Jd. da Saúde – São Paulo.

Uma realização da Associação Congregação de Santa Catarina, esta iniciativa se torna possível através da parceria firmada com o Instituto 3M e o apoio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD), do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e da Prefeitura de São Paulo.

Musicalização para bebês

Mães e filhos estão se divertindo com o curso de Musicalização para Bebês, oferecido pela Escola de Música do Colégio Santa Catarina (CSC). Iniciado há pouco tempo, as aulas vêm tornando mais agradáveis e tranquilas as tardes das mamães que participam com seus pequenos. “É uma terapia essa aula. Mais para nós do que para eles”, brinca Eliene Novaes, mãe do pequeno Mateus, de um ano e um mês. O curso é destinado a crianças de seis a 18 meses, que devem estar acompanhados de um adulto responsável, preferencialmente da mãe ou do pai. O objetivo é desenvolver a relação afetiva entre pai e filho, além, é claro, de despertar no bebê o gosto musical. As aulas são às terças e quintas, das 16h às 16h45.

A responsável pelo curso de musicalização é a coordenadora da Escola de Música, Patrícia Guimarães, que estudou e pesquisou bastante o tema antes de iniciar as aulas. “Eu fiquei muito tempo trabalhando só com adultos e coral. Então, esse retorno ao infantil, ainda mais para uma faixa etária bem baixa, é uma descoberta, um aprendizado enorme. Eu mergulho nos sonhos e nas expectativas deles. É fantástico, através da música, possibilitar tantas descobertas”. Patrícia ressalta que o diferencial dessa proposta é trabalhar a afetividade, já que a música traz esse vínculo. “A música sempre nos surpreende. É surpreendente, por exemplo, ouvir uma mãe dizer que ela é que precisa dessa aula, e não o bebê”.

Simonea Cristina Ferreira, mãe de Enzo, de apenas um ano e um mês, não conhecia o trabalho de musicalização com bebês, mas conta que a cada aula suas expectativas são superadas. “Achei a proposta muito interessante e estou achando de grande importância, pois trabalha muita coisa na criança, como a interação, os estímulos, a sensibilidade. O Enzo adora e eu também. Aqui eu aprendi uma canção de ninar com sons nasais que eu tenho aplicado em casa e ele dorme rapidinho, fica muito calmo. É um momento meu com ele, que está sendo muito gratificante e único para nós dois”, afirma.

O CSC adquiriu uma seleção de instrumentos especiais para o curso. Alguns instrumentos têm formato lúdico para despertar a atenção dos pequenos, além do kantele, uma harpa de origem celta que tem uma sonoridade de relaxamento, outra coisa muita importante para os bebês. “Eles podem tocar os instrumentos com a ajuda das mamães e isso os deixa mais atentos e concentrados. Nós seguimos uma metodologia em que temos uma música de entrada, uma música de movimento, outra canção sem movimento, o cântico de relaxamento e o de despedida. Além disso, temos um momento de troca dos instrumentos e de troca de bebês, para sociabilizar as mães e para que as crianças aprendam a ceder e compartilhar”, relata Patrícia.

“A experiência tem sido ótima para nós duas. A Ana está se soltando aos poucos, a cada aula fica mais ambientada e mais tranquila. Não tenho nenhum dom para música, só treino para ser uma boa ouvinte, mas quero que ela tenha um contato com a música, para, futuramente, ter interesse por tocar algum instrumento, ou, se não, pelo menos curtir”, disse Daniele Braga Pereira, mãe da pequena Ana, de apenas seis meses.

Vamos trabalhar os sentidos através da música, tocar a criança, estimulá-la a produzir sons com objetos que também exalam cheiro. E isso vai ficar na memória afetiva do bebê para o resto da vida”, conta entusiasmada.

Segundo Patrícia, os depoimentos de mães relatando os benefícios da aula não só para os bebês, é a maior recompensa do trabalho. “Aqui existe uma troca. É muito interessante, porque a gente sai da pesquisa e começa a ver a aplicação. E ouvir as mães dizerem que são elas é que precisam dessa aula, que elas saem daqui relaxada, é muito bacana. O nosso olhar, portanto, não fica só nos bebês, mas nas mães também”, explica.

A música na primeira infância

É comprovado cientificamente que a música melhora as conexões neurais da criança para a cognição dela no futuro, como aprendizagem, linguagem, fala, coordenação motora, além das relações sociais. Também ajuda na percepção de mundo, pois a criança fica mais sensível para perceber tudo em torno dela. A música faz grande diferença na vida de quem tem esse contato desde cedo.

A ideia de trabalhar a música na primeira infância (até os três anos de idade) se baseia em estudos desenvolvidos em diversos países sobre o assunto. É um trabalho fundamentado, com resultados extremamente satisfatórios comprovados por pesquisas científicas A musicalização para bebês é um tema antigo nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, foi introduzida há cerca de 35 anos.

Obviamente, a musicalização para bebês não se propõe a ensiná-los tocar algum tipo de instrumento, cuja prática deve ser iniciada a partir dos quatro ou cinco anos. Para quem acredita que os bebês são muito pequenos para serem musicalizados, existem várias pesquisas feitas sobre o assunto que provam o contrário. Uma delas, por exemplo, explica que o primeiro sentido humano a se desenvolver totalmente é a audição, tanto que hoje existem trabalhos com música para as gestantes. Segundo os estudos, até dois anos de idade o cérebro está em formação. Portanto, os estímulos em todas as áreas ajudam a desenvolver mais rápido as conexões nervosas. A musicalização ainda pode ajudar na formação da personalidade da criança, contribuindo com a socialização, o raciocínio e a concentração.

Escola de Música

Criada em 20 de abril de 2005, a Escola de Música do CSC funciona na Casa Madre Regina, prédio anexo ao colégio, na Avenida dos Andradas. O objetivo é desenvolver a musicalidade e uma maior percepção da visão de mundo, uma vez que a música valoriza as relações interpessoais e estimula o desenvolvimento integral da criança.

A Escola de Música tem grupos de coral e oferece aulas de violino, violão, teclado, flauta doce, flauta transversa, musicalização, além das Cameratas, com turmas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. A Escola de Música é coordenada pela maestrina Patrícia Guimarães e funciona de segunda a sexta, com aulas nos períodos da manhã, tarde e noite. Atualmente, conta com um corpo docente de seis instrutores e 160 alunos.

 

Projeto Mala de Letrinhas

O Projeto Mala de Letrinhas é uma ação do SESC/SP que propõe estimular o hábito da leitura e a formação de novos leitores, potencializando o desenvolvimento cultural e social de crianças de 5 a 12 anos. O Projeto conta com cerca de 60 livros infanto-juvenis que são destinados a instituições culturais ou sócio- educativas, como o NESC. Os livros ficam emprestados a instituição por até 3 meses, sem qualquer ônus.

Alunos se divertem durante o Projeto Mala de Letrinhas

Recentemente, o NESC recebeu as Malas de Letrinhas do projeto, em uma agradável tarde de contação de historias. Confira fotos neste link: http://nescacsc.blogspot.com.br/2013/07/projeto-mala-de-letrinhas.html

Inovação sem sedentarismo

O Colégio Santa Catarina (CSC) inova e lança o projeto Qualidade de Vida, que, como o próprio nome diz, busca oferecer a seus colaboradores uma melhora da funcionalidade no dia a dia do trabalhador e, consequentemente, um ganho na qualidade de vida. Os funcionários podem optar por fazer caminhada orientada e/ou pilates em grupo. Há disponibilidade de horários antes, após ou no intervalo da jornada de trabalho.

De acordo com o diretor administrativo do CSC, Artur Giovannini, a ideia do projeto surgiu em meados de 2012. A princípio, o objetivo era combater o índice de doenças ocupacionais. “A proposta inicial era promover aqui no colégio uma condição de ginástica laboral e de reabilitação. Mas o projeto cresceu e hoje estamos oferecendo aos funcionários um benefício, uma oportunidade de sair do sedentarismo e melhorar a saúde, o condicionamento físico, a qualidade de vida. E todos vão colher os frutos dessa iniciativa”, afirma o gestor.

O grupo da caminhada será orientado pelo educador físico Iêdo Júnior e o do pilates pela fisioterapeuta Marina Moraes, com o apoio da estagiária Letícia Imbelloni. “O Santa Catarina sai na frente com esta iniciativa. Em termos de colégio, eu não conheço nenhum, em Juiz de Fora, que ofereça esse serviço, com o nível e os profissionais envolvidos, atualizados, e por um preço muito simbólico, que só é cobrado como uma forma de fidelizar, porque o que é de graça ninguém dá valor”, frisa Iêdo.

Colaboradores se exercitam durante as aulas

“É uma iniciativa inédita para os profissionais aqui do colégio e até para a cidade. A gente sabe de empresa aí que oferece ginástica laboral, mas é coisa de cinco, dez minutinhos e uma vez só na semana. Aqui o trabalho será bem mais amplo e integral, pegando o corpo inteiro, promovendo a consciência corporal. Nós somos um todo e só melhoramos a nossa qualidade de vida se trabalharmos o conjunto. A ginástica laboral não trabalha toda essa questão”, complementa Marina.

De acordo com o professor, a caminhada vai começar dos níveis mais fracos para os mais intensos. “Vamos fazer alongamento, exercícios educativos para corrida, exercícios funcionais e a caminhada, propriamente dita. Para quem já corre, eu vou fazer um trabalho à parte. O nome já diz: caminhada orientada, visando o bem estar de todo mundo”. Iêdo conta que está muito esperançoso com o resultado do projeto, e revela ter um sonho. “Meu objetivo é levar um grupo do Santa Catarina para participar do ranking de corridas de rua de Juiz de Fora. Além disso, também vamos programar encontros nos fins de semana, na UFJF ou no Museu Mariano Procópio, onde todos os grupos, do pilates, da corrida e da caminhada farão atividades em conjunto”.

Além dos exercícios para promover o aumento do condicionamento cardiovascular e tonificar os músculos, Marina conta que os participantes também irão receber dicas sobre alimentação, cuidados que devem ter com o calçado, a importância de relaxar a musculatura quando chegar em casa, aprender sobre o autocuidado. “Eu vejo esse projeto como um grande presente para todos os funcionários da escola, buscando a melhor forma da pessoa estar em ação. Seja na sala de aula, no serviço de limpeza ou na administração, todos têm algum problema, algum desequilíbrio dentro da sua função: ou fica muito tempo em pé, ou muito tempo sentado, sobe muito escada. Portanto, este é, sim, um projeto de qualidade de vida, mas buscando a funcionalidade”, explica.

Para Fernanda Andrade de Oliveira Magri, responsável pelo Laboratório de Informática do CSC, o projeto foi a oportunidade de sair do sedentarismo. “Se não fosse esse projeto eu não teria condição de fazer pilates. Primeiro porque não teria como pagar e também por falta de tempo, porque trabalhar o dia todo e ter que se deslocar para outro lugar, ainda mais que eu tenho criança pequena, fica complicado. Assim, não, eu acabo de trabalhar e já desço para a aula. É bem mais prático. Estou adorando, é muito bom. É a melhor coisa que o colégio poderia ter feito por nós. Espero que isso se perpetue”.

Pode parecer clichê, mas vale a pena ressaltar que o melhor remédio é a prevenção. “As pessoas não estão acostumadas a fazer exercício físico por bem estar. Elas buscam por estética ou por um problema sanguíneo, como colesterol ou triglicérides altos. Mas é preciso encarar a atividade física como uma coisa diária, um hábito de vida. É você fazer um exercício físico e saber que isso irá te trazer benefícios e te prevenir de muitas dores futuras”.

Todos os funcionários da instituição, ou seja, do Colégio Santa Catarina, da Creche Monteiro Lobato e da Obra Social Santa Catarina podem aderir voluntariamente ao projeto, independente da função ou cargo que exerçam.

os em cada modalidade recebem medalhas.

Hospital Estadual Central recebe credenciamento em terapia nutricional enteral

Quando a alimentação oral é insuficiente ou impossível de ser realizada, o paciente pode receber os nutrientes necessários por meio da Nutrição Enteral ou Parenteral. Recentemente, o Hospital Estadual Central (HEC), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e gerenciado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), recebeu credenciamento do Ministério da Saúde que o habilita como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral/Parenteral.

O credenciamento foi publicado por meio da Portaria nº 716, divulgada no Portal da Saúde. Segundo a coordenadora de nutrição do HEC, Denise Sathler Seara, o credenciamento foi possível porque o Hospital possui uma Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional (EMTN) que atua com protocolos, manuais e procedimentos de gestão aplicados por todos os profissionais que a compõem, entre nutricionistas, nutrólogos, enfermeiros, farmacêuticos e fonoaudiólogos.

“Em junho deste ano tivemos 57 pacientes internados em Terapia Nutricional Enteral/Parenteral. Desse total, mais de 30% evoluíram com melhora e passaram a alimentar-se via oral”, explicou a coordenadora.

O que é Nutrição Enteral e Parenteral?

A Nutrição Enteral é uma alternativa para a ingestão de alimentos e pode ser feita por meio de uma sonda posicionada ou implantada no estômago, no duodeno ou no jejuno. As dietas enterais industrializadas estão na forma líquida ou em pó e contêm o mesmo valor nutricional (proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais) que uma alimentação normal e equilibrada.

Já a Nutrição Parenteral é uma alternativa de fornecer os nutrientes (carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e sais minerais) por via endovenosa aos pacientes que não conseguem ou não podem receber alimentos por meio do trato gastrointestinal. A solução estéril de nutrientes é infundida por via endovenosa por um acesso venoso periférico ou central.

HTO Dona Lindu e INTO promovem mutirão

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), visando acelerar o atendimento a pacientes que aguardavam por cirurgia de quadril, promoveu um mutirão em parceria com o Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu (HTODL), em Paraíba do Sul, interior do Estado do Rio de Janeiro. A ação, englobou procedimentos cirúrgicos em 36 pacientes e foi realizada em duas etapas.

Segundo o diretor do Into, Marcos Esner Musafir, o objetivo central do mutirão é otimizar a realização de procedimentos ortopédicos, reduzindo o tempo de espera dos pacientes do Sistema Único de Saúde, o que condiz com a linha de atuação do Ministério da Saúde. “Queremos dar mais agilidade ao tratamento dos pacientes e contamos com esse importante apoio do Dona Lindu”, afirma Musafir.

Em três anos de funcionamento, o HTO Dona Lindu já realizou mais de 1800 cirurgias de quadril, mas é a primeira vez que sedia um mutirão exclusivo para a especialidade. De acordo com o gestor de ortopedia do HTODL, Marco Antônio Rocha Afonso, é uma satisfação para a equipe do hospital participar deste mutirão quando os pacientes do Into serão submetidos a artroplastias primárias de quadril, cirurgia de alta complexidade que substitui a articulação por uma prótese, possibilitando uma melhor qualidade de vida.

Esta é a esperança do conferente de material Zenildo Soares, de 56 anos, que realizou cirurgia de quadril na primeira etapa do mutirão. “Não conseguia mais trabalhar e caminhar normalmente. Nem o meu neto eu podia mais pegar no colo. Estou confiante em ter uma vida normal novamente”, disse Zenildo, que também fez questão de elogiar o hospital: “O Dona Lindu está de parabéns. Tudo é muito bom atendimento, estrutura, enfermeiras e médicos. Valeu a pena ter vindo operar aqui”.

O HTO Dona Lindu dispõe de equipamentos de alta tecnologia e equipe capacitada para realização de procedimentos ortopédicos de média e alta complexidade. Com a certificação de Acreditação Hospitalar, realiza procedimentos fundamentados no Protocolo de Cirurgia Segura e mantém alto índice de satisfação do paciente, 97% muito satisfeitos. Esta estrutura atende pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que através da Secretaria Municipal de Saúde é inserido no Sistema Estadual de Regulação (SER), responsável por definir o atendimento.

Vale pontuar que em julho aconteceu a 7ª edição do mutirão de procedimentos cirúrgicos de joelho e pés. Em maio deste ano também aconteceu um mutirão para cirurgias de ombro.

Encontros de capacitação

E as novidades não param de surgir no CRI Norte. Entre elas, está a realização da 8ª edição do ENAGE, evento voltado à disseminação de conhecimentos das áreas de Geriatria e Gerontologia e à capacitação de profissionais e estudantes dos serviços da Rede de Assistência à Saúde. O evento aconteceu em agosto e este ano teve o tema: “Saúde, Educação e Cultura: Perspectivas para um Envelhecimento Bem Sucedido”.

Na programação, além do enfoque de especialistas sobre as atualizações e inovações no tratamento de doenças, abordando diferentes meios para o cuidado ao idoso, houve também um diálogo sobre Saúde e Educação, com a reflexão dos caminhos trilhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ao longo de seus 25 anos, de modo a contribuir com o entendimento de seus fluxos e de sua funcionalidade na Rede de Atenção à Saúde.

Durante o encontro aconteceram palestras sobre o papel da educação para o idoso, a importância de propostas em inclusão digital, de ações que proporcionem sua integração no mercado de trabalho e as relações intergeracionais, além da abordagem sobre a cultura como meio de desmistificação das velhices: estereótipos, sexualidades e marginalidades.

Saúde Mental

Já o Polo de Atenção Intensiva em Saúde Mental da Zona Norte – PAI-ZN realizou, também em agosto, o III Encontro de Atualização de Enfermagem Psiquiátrica, evento cujo objetivo é disseminar os conhecimentos na área de Enfermagem Psiquiátrica e favorecer a capacitação de profissionais e estudantes dos serviços de Saúde Mental.

III Encontro de Atualização de Enfermagem Psiquiátrica

O encontro deste ano debateu o tema “Dependência Química: Políticas Públicas e a atuação da equipe de enfermagem”, propondo uma reflexão sobre o impacto da dependência química na saúde pública e o reflexo disso nas equipes que atuam nos serviços de saúde mental no Brasil atualmente.

As apresentações do encontro foram abertas com a Coordenadora de Saúde Mental do Estado de São Paulo, Sra. Rosângela Elias, que falou sobre a “A trajetória das políticas públicas em Dependência Química no Estado de São Paulo”. Durante a exposição, a coordenadora abordou os diversos serviços oferecidos para o dependente químico atualmente e as perspectivas para os próximos anos.

Em seguida, na primeira mesa, cujo tema foi o “O impacto da dependência química na saúde pública”, a Gerente do CAPS AD Ipiranga, Sra. Raquel Cleide da Mota Carvalho, enfatizou as diversas vertentes de tratamento e a abordagem psicossocial. A enfermeira Adriana Guida e a média psiquiatra Maria Luisa Moraes de Carvalho, do Centro de Referência de Álcool Tabaco e outras Drogas (CRATOD), por sua vez, trouxeram dados dos atendimentos, a crescente procura por internações e os impactos nos serviços de saúde.

A segunda mesa, que teve o tema “O atendimento ao dependente químico nas Unidades de Urgências e Emergências”, englobou o “Atendimento em Pronto Socorro em Hospital Geral”, com Andréia Silva Magalhães, supervisora de Enfermagem do Hospital Cidade Tiradentes, que mostrou a rotina e a estrutura para o atendimento ao paciente psiquiátrico e dependente químico em Pronto Socorro de Hospital Geral, com seus limites e possibilidades.

Ana Lúcia Lopes de Souza, enfermeira do PAI-ZN, abordou os mais diversos aspectos da intervenção do enfermeiro, começando com a chegada do paciente, entrevista com família, manejo dentro da unidade de emergência, ressaltando a importância do vínculo e da empatia com dependente químico.

Por fim, a terceira mesa abordou “As vertentes de tratamento ao dependente químico. Melina Machado, enfermeira do Ambulatório Médico de Especialidades da Vila Maria – AME Psiquiatria, enfatizou os aspectos positivos da justiça terapêutica como forma de co-responsabilização do paciente no tratamento. Já Ângela Lopes Carnaiba, enfermeira do CAPS AD Sé, ressaltou o papel do enfermeiro com o paciente dependente químico em regime ambulatorial e as diversas formas de intervenção.

Como novidade em 2013, o encontro abriu um espaço para apresentação de trabalhos em pôsteres, para o qual foram selecionados 7 trabalhos voltados à dependência química nos mais diversos serviços de São Paulo.

Ao todo compareceram 149 participantes das mais diversas áreas de atuação, formação e localidades (Botucatu, Cachoeira Paulista, Mongaguá, Ubatuba, Santa Rita do Passa Quatro entre outros).

Amparo Maternal inaugura UTI Neonatal

Diretora Junia e a Dra. Ruth

Os últimos meses foram recheados de novidades no Amparo Maternal. Em agosto, por exemplo, foi inaugurada na Casa a UTI Neonatal Irmã Anita Gomes. O evento contou com a presença da Dra. Maria Ruth Banholzer (representando o Ministério da Saúde), da Irmã Anita Gomes, da Irmã Lia Gregorine, presidente do Conselho Administrativo da ACSC, além de voluntários, funcionários e outras personalidades importantes.

Irmã Anita Gomes durante a inauguração da nova UTI Neonatal

A nova unidade é totalmente adequada à legislação atual, garantindo maior segurança ao cliente e à equipe profissional, na assistência aos recém-nascidos que necessitem de cuidados intensivos. A nova ala é composta por 18 leitos, sendo 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, dos quais 1 é de isolamento, e 8 leitos de cuidados intermediários neonatal convencional.

Foram mais de R$ 1 milhão de investimentos de parceiros, como a organização alemã Kindermissionswerk e a Associação Congregação de Santa Catarina, e 4 meses de obra. A instituição conquistou melhorias nas instalações de gases, elétrica e ar condicionado. Além disso, proporcionou redução de ruídos e adequação da luminosidade com a nova estrutura. “Temos agora uma área de apoio para as mães e vestiários privativos para as equipes. Tudo isto proporcionou uma otimização do espaço e humanização do setor. A ideia é tornar a nova Unidade Neonatal mais agradável para as mães que acompanham seus filhos”, complementa a médica neonatologista responsável pela unidade, Dra. Silvia Maia Holanda.

O novo espaço possibilita ainda o início do método Canguru com as mães, que é um modelo de assistência neonatal que ajuda na recuperação de bebês prematuros. Com essa técnica, o bebê tem contato pele a pele com as mães, desde a UTI. “Esse método é muito benéfico, porque ajuda no ganho de peso, na manutenção da frequência cardíaca e respiratória do bebê, na manutenção dos níveis de oxigênio e ajuda na criação do vínculo entre a mãe e o seu filho”, explica a médica neonatologista do Amparo Maternal Renata Lamano.

De acordo com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em mensagem enviada na data de inauguração, esse novo espaço vai garantir a implementação de uma das políticas públicas da sua pasta, o Projeto Canguru e a Rede Cegonha. “Este novo espaço, mais amplo, moderno, conta com equipamentos e profissionais necessários com qualidade para prestar o melhor atendimento e também nos ajudar naquele que é nosso maior compromisso: melhorar a vida dos brasileiros e brasileiras”, pontua.No evento de inauguração estiveram presentes Edson Rogatti, presidente da FEHOSP, e Celso Terra, coordenador da Rede de Proteção à Mãe Paulistana, que reforçaram a importância desses investimentos na assistência materno-infantil na rede pública de São Paulo. “São iniciativas como esta que beneficiam à sociedade e mostram a seriedade do trabalho feito pelo Amparo Maternal”, reforça Terra, em discurso na inauguração.

Outras novidades do Amparo

Ainda em agosto, o Amparo Maternal realizou ainda a campanha “Momento Talento”, realizada em comemoração aos 74 anos Casa. Voltada aos colaboradores, a campanha tem o objetivo de apresentar os talentos daqueles que tornam o trabalho da entidade cada vez melhor e mais relevante para a sociedade.

Além disso, entre julho e agosto, o Amparo Maternal promoveu a “Exposição Amor à Vida”, uma mostra que apresenta trabalhos manuais feitos pelas conviventes do Centro de Acolhida da unidade.

E para finalizar esse período de tantos acontecimentos, a Casa recebeu recentemente a visita do Instituto Mara Gabrilli, que apresentou o Projeto “Cadê Você?”, que localiza e identifica pessoas com deficiência, residentes nas comunidades mais carentes do município de São Paulo, e cria uma rede de proteção levando informações sobre os principais serviços existentes nas áreas: saúde, trabalho, esporte, acessibilidade, educação e direito.  Neste ano, em seis edições, o projeto atendeu cerca de 500 pessoas. O evento teve patrocínio da Sabesp, Mc Donald’s e Bombril e contou com a presença da própria Mara Gabrilli.

CRI Norte sedia a Oficina Preparatória para a Semana Mundial de Prevenção de Quedas em Idosos

No dia 16 de maio de 2013, o CRI Norte foi o anfitrião da Oficina Preparatória para a Semana de Prevenção de Quedas em Idosos, neste ano com o tema: Cuidado com os pés.

Com a iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo em parceria com o Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (CRI Norte), Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia (IPGG), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), capacitou mais de 150 profissionais da saúde que atuam nos dezessete Departamentos Regionais de Saúde do Estado de São Paulo, na atenção primária do município de São Paulo, além de profissionais de outros serviços e estudantes.

Este evento acontece há cinco anos no Brasil, baseado na proposta da ONG britânica Help Aged International, com o intuito de sensibilizar os gestores, os profissionais da saúde e a comunidade para atuarem na prevenção de quedas em idosos.

A cada ano a Semana Mundial de Prevenção de Quedas em Idosos trata de um tema diferente, para orientar os profissionais de saúde sobre os principais riscos e as orientações e intervenções para sua prevenção.

Neste ano, as palestras e as Oficinas com o tema Cuidado com os Pés proporcionou um bate papo com especialistas sobre as doenças recorrentes e alterações biomecânicas dos pés, calçados ideais e autocuidado.

Segundo PERRACINI (2009), precursora desta Campanha no Brasil, o risco de cair aumenta significativamente com o avançar da idade, o que coloca esta síndrome geriátrica como um dos grandes problemas de saúde pública devido ao aumento expressivo do número de idosos na população e à sua maior longevidade, competindo por recursos já escassos e aumentando a demanda por cuidados de longa duração.

O CRI Norte promoverá no dia 19 de junho Oficinas práticas para os profissionais de saúde realizarem a Avaliação e Exercícios para os pés, Calçados e Adaptações com a participação dos idosos.

Participe também da campanha virtual de Prevenção de Quedas em Idosos, altere a capa de seu perfil no Facebook para aderir essa campanha.

Acesse: www.facebook.com.br/CRINorte, dê um “curtir” em nossa fan page e compartilhe essa campanha.

Amparo Maternal fecha parceria com IBEF Mulher

O Amparo Maternal acaba de ganhar um novo parceiro. Trata-se do IBEF Mulher (Grupo Feminino do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo). Após a visita de 3 grandes executivas na entidade no último dia 17 de maio, foi selado um compromisso de engajar profissionais de outras organizações em prol do Amparo Maternal, uma entidade que garante a assistência integral à mulher, da gestação ao parto sob os aspectos de saúde e de assistência social.

Estiveram no Amparo Maternal a gerente financeira administrativa da Distillerie Stock do Brasil, Valéria Cristina Natal, a sócia da PriceWaterhouseCoopers (PwC), Maria José de Mula Cury e a diretora administrativa financeira da Penske, Ivanyra Correia. Entusiasmadas com a inclusão social e amparo às mulheres, as executivas refletiram sobre o papel da mulher na sociedade e a função social das organizações de auxiliarem o público feminino. “A gente sai daqui transformada. É uma grande oportunidade de pensarmos em meios de ajudar mais mulheres”, disse a sócia da PWC.

De acordo com a diretora executiva do Amparo Maternal, Júnia Cordeiro, a nova parceria com o IBEF Mulher será bastante rica. “Ganharemos um canal de abertura com executivas e grandes empresas, além disso, teremos a oportunidade de promover uma reflexão sobre a inclusão social da mulher”, conta.

Aluno do Colégio Santa Catarina de JF é o novo campeão brasileiro de xadrez

O Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora, gerido pela Associação Congregação de Santa Catarina, parabeniza o aluno Enzo Emanuel Victor Fontes, do 5º ano do Ensino Fundamental, pela conquista do Campeonato Brasileiro de Xadrez, título conquistado no último mês, em Catanduva, interior de São Paulo. Com a vitória, Enzo ganhou o direito de ocupar a vaga oficial do Brasil, na categoria sub-10, nas competições internacionais que estão por vir: Panamericano, Sulamericano e Mundial, que será disputado em Dubai.

Com apenas dez anos, Enzo alcançou um título inédito para o xadrez juiz forano. “Foi um campeonato muito disputado, de alto nível. Tinha muito competidor de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal, Bahia e até do Amazonas”, conta o enxadrista.

Enzo aprendeu a jogar xadrez com o pai, aos seis anos. A primeira partida não foi nada agradável. “Eu perdi pro meu pai e fiquei com muita raiva. Achei muito chato e disse que nunca mais ia jogar xadrez. Mas pouco tempo depois eu estava ensinando meu amigo a jogar”, conta. Logo depois, Enzo começou a fazer xadrez no Colégio Santa Catarina, atividade extraclasse dada pelo professor Haroldo Carvalhido. “Ele sempre foi um aluno muito aplicado, esforçado, estudioso e está de parabéns”, conta orgulhoso o professor.

Haroldo destaca também o desempenho de outro aluno, Luca Pimenta Cardoso, também do 5º ano, que ficou em 5º lugar no Brasileiro. “Ficar em quinto num campeonato que reúne os melhores do país também é digno de mérito. O Enzo e o Luca são amigos, participam juntos de vários torneios, inclusive, o Luca é o atual campeão carioca”, ressalta. De acordo com o professor, o xadrez faz com que os praticantes fiquem mais sociáveis, autoconfiantes, enturmam com mais facilidade. Além disso, desenvolve o raciocínio lógico e a concentração. Enzo concorda. “Nunca fui de fazer bagunça, mas eu fiquei ainda mais concentrado na sala de aula. O xadrez me dá autoconfiança, melhora minha autoestima e eu faço muitos amigos através do xadrez”.

Creche São José do Itamarati faz treinamento para Prevenção de incêndios

A Creche São José do Itamarati, gerida pela Associação Congregação de Santa Catarina, acaba de fazer um treinamento para prevenção de incêndios, orientado pelos bombeiros Fabriciano David e Carlos Bernardino, onde todos os colaboradores estiveram presentes.

O treinamento teve início com uma parte teórica sobre atitudes de prevenção e salvamento em incêndios, bem como o conhecimento de extintores e sua utilização. Também foi feito o reconhecimento dos equipamentos do novo sistema de prevenção de incêndios instalado na creche, as luzes de emergência, as sinalizações de saídas e o ponto de encontro em medidas emergenciais. Logo após, todos os colaboradores passaram por experiências práticas de utilização adequada de extintores e os equipamentos de prevenção de incêndios.

HTO Dona Lindu participa de vacinação contra a gripe

Aderindo à campanha de vacinação contra o vírus influenza (vírus causador da gripe) – promovida pelo Ministério da Saúde em todo o país, o Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu (HTODL), gerido pela Associação Congregação de Santa Catarina, disponibilizou a vacina para seus funcionários no próprio hospital, através de parceria com a Secretaria de Saúde de Paraíba do Sul. A ação aconteceu no último mês, imunizando mais de 200 profissionais.

O técnico de segurança do trabalho no HTODL, Cláudio Peixoto, destaca que a vacinação para os funcionários da área de saúde está assegurada na Norma Regulamentadora 32, que institui as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde. “Nos organizamos para viabilizar a vacinação da melhor forma possível. O mais importante é garantir que nossos funcionários não estejam expostos ao influenza”, disse Cláudio.

A vacina contra o influenza é composta por vírus mortos que não causam a gripe. No entanto, a imunização não protege contra outros tipos de doenças respiratórias, como o resfriado, por exemplo. A validade da dose é de 6 a 12 meses, e deve ser aplicada anualmente, pois o vírus sofre mutações neste período, sendo necessária a adequação da vacina.

A enfermeira Maria Fernanda de Barros Lima, responsável pelo serviço de controle de infecção hospitalar do HTO Dona Lindu, lembra que é importante que os funcionários de unidades de saúde estejam protegidos. “É fundamental que se evite a circulação do vírus dentro do ambiente hospitalar, pois é um risco a mais para os pacientes. Por isso, os profissionais de saúde fazem parte do grupo prioritário para vacinação”, lembrou Maria Fernanda.

Para o diretor executivo do HTODL, Artur Hummel, a iniciativa de trazer a vacina para ser aplicada no hospital, se alinha às necessidades do serviço de saúde no país. “Trabalhamos sempre para o bem-estar do funcionário e do paciente. Acreditamos que nossa mobilização para promover a vacinação no HTO é também um esforço pela saúde pública”, destacou Hummel.

Equipe assistencial do Hospital Central participa de palestra sobre “Multidisciplinaridade”

Cooperação entre as equipes. Esse é um dos princípios da “Multidisciplinaridade”, tema de palestra e treinamento realizados no último mês para a equipe assistencial do Hospital Estadual Central (HEC), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e gerenciado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC).

As atividades foram realizadas pela fisioterapeuta especializada em Gerontologia e pós-graduada em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde, Dayana Braga, que atualmente é gerente assistencial do Centro de Referência do Idoso da Zona Norte, em São Paulo.

Pela manhã, a equipe assistencial e demais colaboradores do HEC participaram do Encontro Clínico, atividade promovida mensalmente pelo serviço da Qualidade juntamente com a Diretoria Técnica do Hospital, e que neste mês trouxe para discussão a temática da “Multidisciplinaridade”.

Na ocasião, a fisioterapeuta Dayana Braga destacou a importância do trabalho em conjunto entre as equipes. “A evolução da saúde trouxe conhecimentos e novas alternativas de assistência. A equipe assistencial deve ser norteada por um projeto comum de desenvolvimento de prática comunicativa, orientada para entendimento mútuo”, disse.

Segundo a responsável pelo serviço da Qualidade do HEC, Ingryd N. Rodrigues, o encontro teve como objetivo estimular a educação continuada e o intercâmbio de informações. “Acreditamos nessa iniciativa e desejamos ampliar o envolvimento de nossa equipe assistencial, visando agregar qualidade à assistência prestada aos nossos pacientes”, destacou.

Treinamento

Já no período da tarde, enfermeiros, fisioterapeutas e farmacêuticos do Hospital Central participaram do treinamento “Aprimorando a Multidisciplinaridade”, também ministrado pela gerente assistencial do Centro de Referência do Idoso da Zona Norte, Dayana Braga.

Hospital Santa Teresa faz cirurgia inédita em Petrópolis

As equipes de Neurocirurgia, Buco-maxilo-facial e Oftalmologia do Hospital Santa Teresa (HST), gerenciado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), realizaram uma cirurgia inédita em Petrópolis: a retirada de um arpão de pesca do crânio de um paciente, em abril. Bruno Barcellos de Souza Coutinho, 34 anos, feriu-se ao limpar o objeto que disparou contra a própria face perfurando o canto do olho esquerdo e atravessando o crânio. Ele foi resgato por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Petrópolis e deu entrada no HST lúcido e orientado. O objeto de 30 cm perfurou 15 cm do crânio de Bruno Barcellos e passou por milímetros de distância de artérias vitais. Após uma cirurgia de quatro horas, as equipes de Neurocirurgia e Buco-maxilo-facial conseguiram retirar o objeto sem que o paciente sofresse qualquer tipo de dano neurológico.

A equipe de Oftalmologia do HST fez a segunda etapa da cirurgia em que a grande preocupação era de se manter o órgão (olho esquerdo) do paciente. Bruno Barcellos teve o globo ocular reconstruído o que o possibilitará futuramente de usar uma prótese.

O Diretor Executivo do Hospital Santa Teresa, Vinicius de Oliveira frisou que é uma política do HST a interação das equipes médicas em busca do melhor tratamento dos nossos pacientes. “Nós contamos com equipes multidisciplinares altamente capacitadas a realizar qualquer tipo de intervenção cirúrgica, das mais simples as de alta complexidade. Além de todo um suporte tecnológico foi a interação entre as equipes que culminou no sucesso dessa cirurgia.”, finaliza.

Após 19 dias internado Bruno Barcellos teve alta do Hospital Santa Teresa, no dia 06 de maio, e pôde retomar a rotina de vida normalmente.  O caso inédito em Petrópolis tomou proporção na imprensa internacional.

AME Jardim dos Prados é destaque de gestão

O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) Jardim dos Prados, na Vila São Pedro, atende quatro bairros na zona sul de São Paulo e é referência em gestão na área de saúde. Para facilitar e agilizar o fluxo de trabalho e o atendimento aos pacientes, a Associação Congregação de Santa Catarina, responsável pelo gerenciamento do ambulatório, encomendou à Keyassociados um planejamento estratégico. O trabalho desenvolvido pela Keyassociados levou em conta o dia-a-dia do ambulatório, que conta com 36 consultórios médicos, sendo 23 deles voltados ao atendimento médico, sete para o assistencial e seis para realização de exames.

O planejamento estratégico do Jardim dos Prados foi feito a partir da análise das expectativas de todos os envolvidos no processo, desde médicos, gestores até os pacientes. “Ao elaborar o documento, focamos na satisfação das partes interessadas do ambulatório”, diz a gerente de projetos e auditora da Keyassociados, Roberta Bertoni.

O planejamento também reforça a troca de experiências de gestão com outras unidades de saúde e empresas. “Como somos pioneiros e referência em muitas ações, iniciamos recentemente visitas a outras instituições do mercado como shoppings e bancos, por exemplo”, afirma a gestora de Qualidade do AME, Cássia Zerbini Perillo. Ela ressalta que o AME foi o primeiro ambulatório de especialidades público do Brasil a conquistar a certificação ISO 9001.

Anestesista do Amparo Maternal participa de Congresso

A anestesista do Amparo Maternal, Dra. Rosa Avilla, representou a entidade no 10º COPA – Congresso Paulista de Anestesiologia, promovido pela Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (Saesp) no mês de abril. O evento que aconteceu no Transamérica Expo Center contou com a participação de mais de 2.000 profissionais, não só da área, mas de outras especialidades também, como neurologia, pediatria e traumatologia.

A médica do Amparo Maternal, que é gerenciado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), abordou o tema “Anestesia em gestante dependente de Crack”, em sua palestra. “Depois desta palestra, fui convidada a falar sobre o assunto num capítulo de livro que será lançado pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia  sobre anestesia em Obstetrícia, fui incentivada a abordar o assunto na Revista Brasileira de Anestesiologia e a aula foi publicada no maior site de acesso em anestesia obstétrica (Cothon.net)”, disse Rosa.

Para acessar o material: http://migre.me/eEvZi

Creche Monteiro Lobato inova para incentivar alimentação saudável

Fazer uma criança gostar de comer verduras, legumes e frutas não é tarefa fácil. De olho neste objetivo, educadoras da Creche Monteiro Lobato, gerenciada pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), criaram o projeto “A alimentação e os animais”, que vem conquistando ótimos resultados entre a criançada. “O trabalho começou porque eles não comiam verdura nem legume. Tudo de cor diferente no prato eles rejeitavam. Era só arroz, feijão e carne. E nós queríamos mudar isso, até porque temos crianças com problemas de anemia. Então, nós tivemos a ideia de fazer um projeto sobre alimentação conciliando com os animais, de que eles gostam muito. Começamos a trabalhar o elefante e perguntar o que o elefante come? O elefante gosta de maçã, assim como o cavalo. Trabalhamos esses dois animais e trouxemos a maçã para incorporar no cardápio deles. Depois trabalhamos o peixe, que come alga. Para trazer para a nossa realidade, fizemos uma associação com a alface. Depois, aproveitando a Páscoa, trabalhamos o coelho, que come cenoura e verdura e, aos poucos fomos incorporando tudo isso ao cardápio deles. Agora começamos um trabalho com as aves, porque tem muita criança que não come ovo”, explica a educadora Dayane Cristina de Almeida.

Para tornar o projeto ainda mais envolvente, as educadoras também promovem lanches divertidos com as crianças, onde os pequenos podem participar do processo de elaboração do prato. No último mês, por exemplo, a garotada botou a mão na massa para fazer um ratinho de ovo, com orelhas de cenoura, rabinho de requeijão e bigodinhos de batata palha. Resultado: além de muita diversão, não sobrou nada no prato. “O objetivo é deixar a criança se envolver com o alimento para que ela passe a dar valor ao que come e tenha prazer em se alimentar. É um experimento novo que a mãe também pode adotar em casa, para fazer a criança comer verdura e legume. E dá resultado”, afirma a coordenadora geral da creche, Carla Cristina Silva. Ela relata também outra atividade desenvolvida na creche, com o mesmo objetivo, que surtiu efeito imediato. “Nós fizemos um teatrinho com personagens como a senhora batata e a dona cenoura. Nós levamos todos esses alimentos para sala de aula para que as crianças pudessem manusear e, ao manusear, elas quiseram experimentar. E no saber que gosto tem, elas experimentam e gostam, porque, geralmente, rejeitam sem nunca ter experimentado”.