O novo Congregar!

Como você já pode notar, o Congregar está de cara nova!

Agora, o nosso Jornal está dividido em editorias que contemplam as áreas de atuação da ACSC: Saúde, Educação e Assistência Social. Em cada uma delas, divulgaremos mês a mês as principais notícias e novidades sobre tudo que acontece em nossas Casas em todo o Brasil. Sempre com o objetivo de bem informar vocês!

Além disso, temos também a editoria Acontece na ACSC, reservada às notícias da Administração Corporativa. Nesta editoria, teremos ainda todos os meses uma breve coluna voltada ao tema Espiritualidade, além do espaço Quem Faz a ACSC, onde destacarenos histórias de colaboradores e de suas relações com a instituição.

Vale pontuar que fizemos todos estes ajustes tendo como base uma pesquisa aplicada em julho junto às direções das Casas. Ou seja, tentamos mudar pra melhor, ouvindo vocês. Esperamos que gostem!

Esclarecimento sobre a edição 74

Conforme comunicado enviado em junho às Casas, o jornal Congregar passou por um processo de reformulação editorial e, por isso, não circulou no mês de julho. Diante do alto volume de notícias recebidas neste período de reformulação (o que é ótimo!), tivemos que fazer uma triagem e incluir nesta edição apenas as matérias mais atuais, englobando os meses de julho e agosto. A partir de setembro, o processo será normalizado. Portanto, as Casas devem continuar mandando seus conteúdos para o e-mail visibilidade@acsc.org.br. Contamos com a sua colaboração.

Te vejo nas redes sociais

Você já conhece a página da ACSC no Facebook? Se a sua resposta foi não, essa é a hora!

Aceite o nosso convite e dê um clique para conhecer e curtir a nossa página nesta rede social, onde divulgamos informações sobre as Casas, repercutimos notícias, fazemos reflexões espirituais e religiosas, prestamos homenagens e, o mais importante, interagimos com todas as pessoas que fazem parte deste grande universo da ACSC.

Esperamos por você! Curta e compartilhe: www.facebook.com/acscbr

Irmã Vera Lóss é reeleita

Foi com muita alegria e satisfação que nós, da Associação Congregação de Santa Catarina, recebemos em 17 de setembro, a notícia de que a “fumaça branca” saiu em Roma, nomeando a Irmã Vera Lóss como a Madre Geral da Congregação para o período de 2013-2019.

Essa nomeação reforça nossa responsabilidade, de dar continuidade à obra de Madre Regina Protmann, no sentido de gerir toda a Congregação e incentivar as irmãs no fiel seguimento de Jesus Cristo e no cumprimento de sua missão, de zelar para que os princípios cristãos e humanitários, especialmente de amor e de união, reinem entre todos e em todas as obras.

Madre Geral Irmã Vera Lóss

A trajetória da Madre Geral Irmã Vera Lóss mostra seu caminho de fé e persistência nos ideais da Congregação de Santa Catarina. Em 1991, foi eleita Coordenadora Provincial, sendo reeleita em 1994. Participou de vários Capítulos Gerais e, em 95, do capítulo geral, em Braniewo/Polônia; na ocasião esteve na Lituânia, Alemanha e Roma. Em 2000, foi eleita Vice Provincial e em 2003 voltou a ser eleita Coordenadora Provincial. Em 2004, foi a Roma/Grottaferrata participar do Conselho Plenário e, em 2007, foi eleita Madre Geral da Congregação, sendo reeleita agora para o próximo sexênio.

Essa reeleição reconhece a sua dedicação e entrega para a Congregação de Santa Catarina. Desejamos que o amor e a fraternidade continuem fazendo parte de sua trajetória repleta de realizações abençoadas.

Que Deus continue iluminando-a imensamente.

 

Você sabe o que é o Capítulo Geral?

Trata-se de uma Assembleia Geral da qual participam todos os membros de direito: Governo Geral da Congregação, Coordenadoras Provinciais e as Delegadas eleitas pelo Capítulo Provincial. Todas as irmãs da Congregação enviam sugestões que são agrupadas por assuntos cuja síntese faz parte do estudo no Capítulo.

 

O que é o Capítulo Provincial?

É também uma Assembleia Geral da qual participam todos os membros de direito: Irmãs do governo provincial, a Ecônoma provincial e a Secretária provincial, além das Formadoras, Coordenadoras de comunidades formadas e as Delegadas das Comunidades. Todas as irmãs da Província enviam sugestões que são agrupadas por assuntos cuja síntese faz parte do estudo no Capítulo Provincial.

Apresentando o novo Congregar: Coluna “Espiritualidade”

Todos os meses, nesta coluna, você poderá conferir uma mensagem ou notícia relacionada a temas espirituais e religiosos.

Trata-se de uma inovação muito significativa que estamos trazendo ao Congregar, já que a questão da Espiritualidade, contemplando a vivência e anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, está entre os valores mais importantes da ACSC, merecendo ser valorizado e amplamente perpetuado.

Temos certeza de que todos apreciarão com carinho este novo espaço.

“Ó meu querido Jesus, estejas Tu somente no meu coração e eu no Teu coração, para que eu possa agradar somente a Ti, eternamente” – Madre Regina Protmann

Apresentando o novo Congregar: Coluna “Quem faz a ACSC”

A partir desta edição, apresentaremos todos os meses neste espaço um breve perfil de um dos mais de 13 mil colaboradores da ACSC espalhados Brasil afora.

Queremos contar a sua história, mostrar sua relação com a ACSC, suas percepções a respeito da vida, do trabalho, da espiritualidade, entre tantos outros assuntos. Certamente, há muitas histórias bonitas que esperamos que vocês compartilhem conosco.

A seleção para esta coluna será feita a partir da indicação de diretores e/ou responsáveis pelas áreas de comunicação das Casas. Sendo, assim, se quiser contar sua história, não deixe de consultá-los.

Aguardem as próximas edições!

Fórum de captação de recursos

O Lar Madre Regina promoveu em outubro o “Fórum: Captação de Recursos”. Com o objetivo de orientar sobre as abordagens mais adequadas para captação, guiar a forma de envio de pedidos de apoio financeiro e promover a troca de experiências entre os participantes, o evento também foi uma oportunidade para a arrecadação de alimentos.

O evento contou com a participação da Dra. Cristiane Lopes, advogada, pós-graduada em Direito Contratual e MBA em Marketing pela PUC-SP, atuante na área de mobilização de recursos há 17 anos. Na sequência foram realizadas apresentações de outras entidades como a Cidade Vicentina Frederico Ozanan, a Casa Ondina Lobo e o Grupo Vida Brasil.

Todas as organizações têm o idoso como público alvo e revelaram as suas experiências e formas adotadas para captarem recursos.

Jornada Mundial da Juventude

Julho de 2013 foi um marco na vida de jovens do mundo inteiro. Neste mês foi realizada a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), evento católico internacional que trouxe ao nosso país a presença do Santo Padre, o Papa Francisco.

Entre tantos momentos especiais para guardar na memória, algumas Casas da Associação Congregação Santa Catarina receberam as visitas de jovens do mundo todo que vieram ao Brasil para a Jornada.

Visita de peregrinos chilenos

Uma dessas visitas aconteceu na Obra Social Santa Catarina, que reuniu 16 jovens chilenos durante a Semana Missionária, que antecedeu a Jornada Mundial da Juventude. O grupo chegou a Juiz de Fora e foi acolhido na Paróquia São Pedro. Na tarde em que estiveram na Obra Social, os chilenos foram recepcionados de forma calorosa pela Irmã Ana Maria, do Colégio Santa Catarina, pela coordenadora Eneida Vitral e por demais funcionários da Casa.

Depois de conhecerem as instalações físicas do local e se inteirarem sobre as atividades oferecidas pela unidade, os chilenos se divertiram com a apresentação de capoeira das crianças assistidas na Obra. “Como estamos em período de férias escolares, a oficina de capoeira está em recesso. Mas como todos os meninos que participam moram aqui perto, eu comentei com um deles e pedi que avisasse aos outros sobre a visita que iríamos receber, pois seria bacana ter uma apresentação. E eles atenderam ao chamado e vieram todos”, conta Eneida. A garotada fez bonito e contagiou os estrangeiros, que também entraram na roda e registraram o momento com máquinas fotográficas e celulares.

Em seguida foi a vez dos alunos do curso de musicalização apresentarem aos visitantes um pouco do que estão aprendendo nas aulas oferecidas pela Obra Social. A oficina de viola, violoncelo e violino é dada por dois musicistas voluntários, da Universidade Federal de São João Del Rei. Apesar de as aulas terem começado há apenas dois meses, os pequenos aprendizes fizeram bonito e emocionaram os chilenos. Padre Rafael, da Paróquia São Pedro, acompanhou tudo de perto e ficou feliz de ver o entrosamento dos brasileiros com os colegas do Chile. “Receber estes peregrinos com alegria e coração aberto é uma forma de estar em comunhão com a Igreja, pois ela prega que onde quer que estejamos nós nos encontramos e somo uma só família”, afirmou.

Peregrinos em São Paulo

Mais um momento marcante e muito divertido durante a JMJ aconteceu no CRI Norte, em São Paulo, no dia 18/07, com a presença de 150 jovens de Madri, Espanha. Eles foram acolhidos com um Sarau Especial, com a participação de idosos do Centro de Convivência, que apresentaram números de dança, música, poesia e teatro, entre outras apresentações artísticas que favorecem o intercâmbio cultural entre os presentes.

Vale pontuar ainda que outra casa que também recebeu a visita de jovens peregrinos da JMJ no mês de julho foi o Lar Madre Regina, em Guarulhos, São Paulo.

Comemoração da Semana do Idoso

O Estatuto do Idoso, documento que regulamenta os direitos desse crescente segmento da população de modo a assegurar seu pleno exercício da cidadania, foi lançado em 2003, após a polêmica em torno da violência contra idosos, repercutida, na época, em uma novela com grandes índices de audiência. Passados 10 anos, o entendimento atual é de que não basta garantir aos idosos espaços criados especificamente para eles – o que pode, muitas vezes segregá-los – mas sim, favorecer a sua articulação e interação em uma sociedade composta por todas as idades.

Pensando nessa nova perspectiva do envelhecimento com integração e com equidade de direitos, o Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (CRI Norte) realizou de 30 de setembro a 04 de outubro, a Semana do Idoso 2013, que foi norteada pelo tema “InterAções do Idoso no Cenário Atual”. O evento marcou as celebrações pelo Dia Internacional do Idoso (comemorado em 1º de outubro), além dos dez anos do Estatuto do Idoso.

A programação contemplou, no dia 30/09, o bate papo “Interações do Idoso no Cenário Atual” sobre serviços que agregam diferentes gerações e que favorecem o aprendizado e as trocas de experiências entre diferentes grupos etários, além do evento “O autocuidado como qualidade de vida”, uma ação focada em autocuidado que oferecerá cabelo, manicure e maquiagem aos participantes.

Missa Especial realizada no Dia Internacional do Idoso

No dia 01/10, a programação começou cedo com uma caminhada em homenagem ao Dia Internacional do Idoso, seguida da participação especial do Bispo Dom Sérgio de Deus Borges que celebrou uma bela Missa em homenagem à data, com participação de Cantos Sagrados e do Coral do CRI norte. Nesta data, também houve um festival de curtas metragens, que aconteceu no auditório do CRI Norte.

No dia 02/10, foi realizado um Workshop de Dança com diferentes estilos e Sarau Especial com apresentações artísticas. Já no dia 03/10, aconteceram oficinas de Informática que trataram de assuntos como: a participação do idoso em redes sociais, a utilização de serviços como nota fiscal paulista, segunda via de boletos, jogos online, entre outros.

No encerramento da semana houve a Tarde Tropical, um evento restrito aos cem voluntários do Centro de Convivência do CRI Norte, que foram homenageados pelo exemplo que dão a todos, no sentido de se manterem, autônomos, independentes e ativos, agindo como idosos que são protagonistas de suas histórias.

Creche Sagrada Família inaugura biblioteca

A comunidade do Jardim Saúde, na Zona Sul de São Paulo, já pode comemorar. Em setembro, foi inaugurada oficialmente na Creche Sagrada Família a Biblioteca Doce Leitura, um espaço que beneficiará não apenas os alunos atendidos no local, mas também toda a população do entorno, incluindo ex-alunos, familiares, estudantes de outras instituições, entre outros públicos.

Idealizado pela diretoria da Creche em 2010, o projeto passou anos buscando o apoio de parceiros que pudessem investir recursos a fim de transformar a iniciativa em realidade. Neste processo, a área de Sustentabilidade da ACSC levou a proposta ao Instituto 3M, braço filantrópico de uma das mais importantes multinacionais do mundo, que reconheceu sua importância e abraçou a causa, proporcionando aos moradores de todo o bairro o acesso a um espaço que favorece o contato com o universo do saber e da cultura.

“Este projeto, após alguns anos de espera e expectativa, sairá finalmente de uma intenção para uma ação concreta que vai impactar na vida de muitas famílias e tenho certeza de que melhorará a relação com a comunidade, bem como será um espaço para despertar o interesse pela leitura, saber e propagação da história e valores da Associação Congregação de Santa Catarina”, declara Antônio Azevedo, diretor de Filantropia da ACSC.

Segundo Juliana Altieri, diretora da Creche Sagrada Família, embora o funcionamento de biblioteca esteja ainda muito no começo, já se pode notar que os objetivos do projeto estão sendo plenamente alcançados, uma vez que se tem observado um interesse cada vez maior das crianças pelas atividades realizadas no espaço. Além disso, o feedback sobre o impacto da iniciativa não só na vida dos alunos, mas também dos pais, já são muito positivos.

“Nós sabemos que muitos pais não têm interesse pelo hábito da leitura e, com isso, deixam de estimular as crianças nesse sentido. Com este projeto, fazemos o caminho oposto: as crianças é que estimulam os pais a criar o hábito de ler. Toda sexta-feira, os alunos levam um livro para casa e são estimulados a chamar seus familiares a contar essas histórias para eles no final de semana. Criamos com isso um momento novo para essas famílias. Os pais têm adorado e elogiado bastante a proposta”, conta Juliana.

Ainda segundo a diretora, atualmente o espaço está sendo utilizado apenas pelas 90 crianças atendidas pela Creche, do Maternal I ao Jardim III. Porém, em breve, toda a comunidade também poderá ter acesso aos serviços da biblioteca. “Todos os dias há alguma atividade programada para os alunos, como teatro de fantoches, contação de histórias, roda de leitura, entre outras. Já estamos comunicando os pais e também os ex-alunos de que em algumas semanas o espaço será aberto a todos. Vale pontuar que muitos ex-alunos, quando precisam deixar a Creche para ir para o Ensino Fundamental, se ressentem de nos deixar, por gostarem de frequentar a nossa Casa. Com isso, poderemos acolhê-los novamente”, comemora a diretora.

Para o diretor de Filantropia da ACSC, este caráter de acolhimento do projeto está totalmente alinhado à missão da instituição. “Madre Regina Protmann, na profundidade do seu lema, ‘Como Deus Quer’, nos inspira a caminhar ao encontro dos ensinamentos de Cristo Jesus e acolher com dignidade e respeito todos os seres humanos que trabalham, estudam ou contribuem com a história da entidade”, lembra Antônio Azevedo.

Vale ressaltar que o acesso à comunidade na biblioteca será aberto sempre no período da tarde. A parte da manhã permanecerá reservada à programação dos alunos.

O acervo da Biblioteca Doce Leitura é composto por 1.050 títulos, entre livros novos e antigos, comprados e doados, sendo a maior parte publicações com histórias, contos e fábulas infantis. Há também TV e DVD para sessões de cinema, teatro de fantoches e dedoches, brinquedos educativos, entre outros recursos.

Destaques da inauguração

Irmãs Penha e Lúcia juntas com a diretora Juliana

A inauguração do novo espaço da Creche Sagrada Família contou com muitos momentos especiais. Depois da abertura da cerimônia, feita pela diretora Juliana Altieri, os presentes se emocionaram com apresentações de canto e dança dos alunos das turmas Maternal I e Jardim II.

Além disso, as irmãs Penha e Lúcia promoveram um momento de espiritualidade, levando todos a refletir sobre a influência do legado de Madre Regina Protmann em mais essa conquista da ACSC.

“Uma das grandes preocupações de Madre Regina foi ensinar as crianças a ler e escrever. Nossas ações podem ajudar essas crianças a terem uma nova sociedade, a pensar de forma diferente, pois elas serão no futuro aquilo que ensinarmos a elas”, disse irmã Penha.

Mais sobre a Biblioteca Doce Leitura

A Biblioteca Doce Leitura atenderá alunos, ex-alunos além de permitir o acesso aos familiares e munícipes das comunidades do Jardim Saúde, Dom Macário, Boqueirão e Eugênio Falk.

A Creche Sagrada Família fica localizada na Rua Juvenal Galeno, 585 – Jd. da Saúde – São Paulo.

Uma realização da Associação Congregação de Santa Catarina, esta iniciativa se torna possível através da parceria firmada com o Instituto 3M e o apoio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD), do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e da Prefeitura de São Paulo.

Musicalização para bebês

Mães e filhos estão se divertindo com o curso de Musicalização para Bebês, oferecido pela Escola de Música do Colégio Santa Catarina (CSC). Iniciado há pouco tempo, as aulas vêm tornando mais agradáveis e tranquilas as tardes das mamães que participam com seus pequenos. “É uma terapia essa aula. Mais para nós do que para eles”, brinca Eliene Novaes, mãe do pequeno Mateus, de um ano e um mês. O curso é destinado a crianças de seis a 18 meses, que devem estar acompanhados de um adulto responsável, preferencialmente da mãe ou do pai. O objetivo é desenvolver a relação afetiva entre pai e filho, além, é claro, de despertar no bebê o gosto musical. As aulas são às terças e quintas, das 16h às 16h45.

A responsável pelo curso de musicalização é a coordenadora da Escola de Música, Patrícia Guimarães, que estudou e pesquisou bastante o tema antes de iniciar as aulas. “Eu fiquei muito tempo trabalhando só com adultos e coral. Então, esse retorno ao infantil, ainda mais para uma faixa etária bem baixa, é uma descoberta, um aprendizado enorme. Eu mergulho nos sonhos e nas expectativas deles. É fantástico, através da música, possibilitar tantas descobertas”. Patrícia ressalta que o diferencial dessa proposta é trabalhar a afetividade, já que a música traz esse vínculo. “A música sempre nos surpreende. É surpreendente, por exemplo, ouvir uma mãe dizer que ela é que precisa dessa aula, e não o bebê”.

Simonea Cristina Ferreira, mãe de Enzo, de apenas um ano e um mês, não conhecia o trabalho de musicalização com bebês, mas conta que a cada aula suas expectativas são superadas. “Achei a proposta muito interessante e estou achando de grande importância, pois trabalha muita coisa na criança, como a interação, os estímulos, a sensibilidade. O Enzo adora e eu também. Aqui eu aprendi uma canção de ninar com sons nasais que eu tenho aplicado em casa e ele dorme rapidinho, fica muito calmo. É um momento meu com ele, que está sendo muito gratificante e único para nós dois”, afirma.

O CSC adquiriu uma seleção de instrumentos especiais para o curso. Alguns instrumentos têm formato lúdico para despertar a atenção dos pequenos, além do kantele, uma harpa de origem celta que tem uma sonoridade de relaxamento, outra coisa muita importante para os bebês. “Eles podem tocar os instrumentos com a ajuda das mamães e isso os deixa mais atentos e concentrados. Nós seguimos uma metodologia em que temos uma música de entrada, uma música de movimento, outra canção sem movimento, o cântico de relaxamento e o de despedida. Além disso, temos um momento de troca dos instrumentos e de troca de bebês, para sociabilizar as mães e para que as crianças aprendam a ceder e compartilhar”, relata Patrícia.

“A experiência tem sido ótima para nós duas. A Ana está se soltando aos poucos, a cada aula fica mais ambientada e mais tranquila. Não tenho nenhum dom para música, só treino para ser uma boa ouvinte, mas quero que ela tenha um contato com a música, para, futuramente, ter interesse por tocar algum instrumento, ou, se não, pelo menos curtir”, disse Daniele Braga Pereira, mãe da pequena Ana, de apenas seis meses.

Vamos trabalhar os sentidos através da música, tocar a criança, estimulá-la a produzir sons com objetos que também exalam cheiro. E isso vai ficar na memória afetiva do bebê para o resto da vida”, conta entusiasmada.

Segundo Patrícia, os depoimentos de mães relatando os benefícios da aula não só para os bebês, é a maior recompensa do trabalho. “Aqui existe uma troca. É muito interessante, porque a gente sai da pesquisa e começa a ver a aplicação. E ouvir as mães dizerem que são elas é que precisam dessa aula, que elas saem daqui relaxada, é muito bacana. O nosso olhar, portanto, não fica só nos bebês, mas nas mães também”, explica.

A música na primeira infância

É comprovado cientificamente que a música melhora as conexões neurais da criança para a cognição dela no futuro, como aprendizagem, linguagem, fala, coordenação motora, além das relações sociais. Também ajuda na percepção de mundo, pois a criança fica mais sensível para perceber tudo em torno dela. A música faz grande diferença na vida de quem tem esse contato desde cedo.

A ideia de trabalhar a música na primeira infância (até os três anos de idade) se baseia em estudos desenvolvidos em diversos países sobre o assunto. É um trabalho fundamentado, com resultados extremamente satisfatórios comprovados por pesquisas científicas A musicalização para bebês é um tema antigo nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, foi introduzida há cerca de 35 anos.

Obviamente, a musicalização para bebês não se propõe a ensiná-los tocar algum tipo de instrumento, cuja prática deve ser iniciada a partir dos quatro ou cinco anos. Para quem acredita que os bebês são muito pequenos para serem musicalizados, existem várias pesquisas feitas sobre o assunto que provam o contrário. Uma delas, por exemplo, explica que o primeiro sentido humano a se desenvolver totalmente é a audição, tanto que hoje existem trabalhos com música para as gestantes. Segundo os estudos, até dois anos de idade o cérebro está em formação. Portanto, os estímulos em todas as áreas ajudam a desenvolver mais rápido as conexões nervosas. A musicalização ainda pode ajudar na formação da personalidade da criança, contribuindo com a socialização, o raciocínio e a concentração.

Escola de Música

Criada em 20 de abril de 2005, a Escola de Música do CSC funciona na Casa Madre Regina, prédio anexo ao colégio, na Avenida dos Andradas. O objetivo é desenvolver a musicalidade e uma maior percepção da visão de mundo, uma vez que a música valoriza as relações interpessoais e estimula o desenvolvimento integral da criança.

A Escola de Música tem grupos de coral e oferece aulas de violino, violão, teclado, flauta doce, flauta transversa, musicalização, além das Cameratas, com turmas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. A Escola de Música é coordenada pela maestrina Patrícia Guimarães e funciona de segunda a sexta, com aulas nos períodos da manhã, tarde e noite. Atualmente, conta com um corpo docente de seis instrutores e 160 alunos.

 

Projeto Mala de Letrinhas

O Projeto Mala de Letrinhas é uma ação do SESC/SP que propõe estimular o hábito da leitura e a formação de novos leitores, potencializando o desenvolvimento cultural e social de crianças de 5 a 12 anos. O Projeto conta com cerca de 60 livros infanto-juvenis que são destinados a instituições culturais ou sócio- educativas, como o NESC. Os livros ficam emprestados a instituição por até 3 meses, sem qualquer ônus.

Alunos se divertem durante o Projeto Mala de Letrinhas

Recentemente, o NESC recebeu as Malas de Letrinhas do projeto, em uma agradável tarde de contação de historias. Confira fotos neste link: http://nescacsc.blogspot.com.br/2013/07/projeto-mala-de-letrinhas.html

Inovação sem sedentarismo

O Colégio Santa Catarina (CSC) inova e lança o projeto Qualidade de Vida, que, como o próprio nome diz, busca oferecer a seus colaboradores uma melhora da funcionalidade no dia a dia do trabalhador e, consequentemente, um ganho na qualidade de vida. Os funcionários podem optar por fazer caminhada orientada e/ou pilates em grupo. Há disponibilidade de horários antes, após ou no intervalo da jornada de trabalho.

De acordo com o diretor administrativo do CSC, Artur Giovannini, a ideia do projeto surgiu em meados de 2012. A princípio, o objetivo era combater o índice de doenças ocupacionais. “A proposta inicial era promover aqui no colégio uma condição de ginástica laboral e de reabilitação. Mas o projeto cresceu e hoje estamos oferecendo aos funcionários um benefício, uma oportunidade de sair do sedentarismo e melhorar a saúde, o condicionamento físico, a qualidade de vida. E todos vão colher os frutos dessa iniciativa”, afirma o gestor.

O grupo da caminhada será orientado pelo educador físico Iêdo Júnior e o do pilates pela fisioterapeuta Marina Moraes, com o apoio da estagiária Letícia Imbelloni. “O Santa Catarina sai na frente com esta iniciativa. Em termos de colégio, eu não conheço nenhum, em Juiz de Fora, que ofereça esse serviço, com o nível e os profissionais envolvidos, atualizados, e por um preço muito simbólico, que só é cobrado como uma forma de fidelizar, porque o que é de graça ninguém dá valor”, frisa Iêdo.

Colaboradores se exercitam durante as aulas

“É uma iniciativa inédita para os profissionais aqui do colégio e até para a cidade. A gente sabe de empresa aí que oferece ginástica laboral, mas é coisa de cinco, dez minutinhos e uma vez só na semana. Aqui o trabalho será bem mais amplo e integral, pegando o corpo inteiro, promovendo a consciência corporal. Nós somos um todo e só melhoramos a nossa qualidade de vida se trabalharmos o conjunto. A ginástica laboral não trabalha toda essa questão”, complementa Marina.

De acordo com o professor, a caminhada vai começar dos níveis mais fracos para os mais intensos. “Vamos fazer alongamento, exercícios educativos para corrida, exercícios funcionais e a caminhada, propriamente dita. Para quem já corre, eu vou fazer um trabalho à parte. O nome já diz: caminhada orientada, visando o bem estar de todo mundo”. Iêdo conta que está muito esperançoso com o resultado do projeto, e revela ter um sonho. “Meu objetivo é levar um grupo do Santa Catarina para participar do ranking de corridas de rua de Juiz de Fora. Além disso, também vamos programar encontros nos fins de semana, na UFJF ou no Museu Mariano Procópio, onde todos os grupos, do pilates, da corrida e da caminhada farão atividades em conjunto”.

Além dos exercícios para promover o aumento do condicionamento cardiovascular e tonificar os músculos, Marina conta que os participantes também irão receber dicas sobre alimentação, cuidados que devem ter com o calçado, a importância de relaxar a musculatura quando chegar em casa, aprender sobre o autocuidado. “Eu vejo esse projeto como um grande presente para todos os funcionários da escola, buscando a melhor forma da pessoa estar em ação. Seja na sala de aula, no serviço de limpeza ou na administração, todos têm algum problema, algum desequilíbrio dentro da sua função: ou fica muito tempo em pé, ou muito tempo sentado, sobe muito escada. Portanto, este é, sim, um projeto de qualidade de vida, mas buscando a funcionalidade”, explica.

Para Fernanda Andrade de Oliveira Magri, responsável pelo Laboratório de Informática do CSC, o projeto foi a oportunidade de sair do sedentarismo. “Se não fosse esse projeto eu não teria condição de fazer pilates. Primeiro porque não teria como pagar e também por falta de tempo, porque trabalhar o dia todo e ter que se deslocar para outro lugar, ainda mais que eu tenho criança pequena, fica complicado. Assim, não, eu acabo de trabalhar e já desço para a aula. É bem mais prático. Estou adorando, é muito bom. É a melhor coisa que o colégio poderia ter feito por nós. Espero que isso se perpetue”.

Pode parecer clichê, mas vale a pena ressaltar que o melhor remédio é a prevenção. “As pessoas não estão acostumadas a fazer exercício físico por bem estar. Elas buscam por estética ou por um problema sanguíneo, como colesterol ou triglicérides altos. Mas é preciso encarar a atividade física como uma coisa diária, um hábito de vida. É você fazer um exercício físico e saber que isso irá te trazer benefícios e te prevenir de muitas dores futuras”.

Todos os funcionários da instituição, ou seja, do Colégio Santa Catarina, da Creche Monteiro Lobato e da Obra Social Santa Catarina podem aderir voluntariamente ao projeto, independente da função ou cargo que exerçam.

os em cada modalidade recebem medalhas.

Hospital Estadual Central recebe credenciamento em terapia nutricional enteral

Quando a alimentação oral é insuficiente ou impossível de ser realizada, o paciente pode receber os nutrientes necessários por meio da Nutrição Enteral ou Parenteral. Recentemente, o Hospital Estadual Central (HEC), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e gerenciado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), recebeu credenciamento do Ministério da Saúde que o habilita como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral/Parenteral.

O credenciamento foi publicado por meio da Portaria nº 716, divulgada no Portal da Saúde. Segundo a coordenadora de nutrição do HEC, Denise Sathler Seara, o credenciamento foi possível porque o Hospital possui uma Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional (EMTN) que atua com protocolos, manuais e procedimentos de gestão aplicados por todos os profissionais que a compõem, entre nutricionistas, nutrólogos, enfermeiros, farmacêuticos e fonoaudiólogos.

“Em junho deste ano tivemos 57 pacientes internados em Terapia Nutricional Enteral/Parenteral. Desse total, mais de 30% evoluíram com melhora e passaram a alimentar-se via oral”, explicou a coordenadora.

O que é Nutrição Enteral e Parenteral?

A Nutrição Enteral é uma alternativa para a ingestão de alimentos e pode ser feita por meio de uma sonda posicionada ou implantada no estômago, no duodeno ou no jejuno. As dietas enterais industrializadas estão na forma líquida ou em pó e contêm o mesmo valor nutricional (proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais) que uma alimentação normal e equilibrada.

Já a Nutrição Parenteral é uma alternativa de fornecer os nutrientes (carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e sais minerais) por via endovenosa aos pacientes que não conseguem ou não podem receber alimentos por meio do trato gastrointestinal. A solução estéril de nutrientes é infundida por via endovenosa por um acesso venoso periférico ou central.

HTO Dona Lindu e INTO promovem mutirão

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), visando acelerar o atendimento a pacientes que aguardavam por cirurgia de quadril, promoveu um mutirão em parceria com o Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu (HTODL), em Paraíba do Sul, interior do Estado do Rio de Janeiro. A ação, englobou procedimentos cirúrgicos em 36 pacientes e foi realizada em duas etapas.

Segundo o diretor do Into, Marcos Esner Musafir, o objetivo central do mutirão é otimizar a realização de procedimentos ortopédicos, reduzindo o tempo de espera dos pacientes do Sistema Único de Saúde, o que condiz com a linha de atuação do Ministério da Saúde. “Queremos dar mais agilidade ao tratamento dos pacientes e contamos com esse importante apoio do Dona Lindu”, afirma Musafir.

Em três anos de funcionamento, o HTO Dona Lindu já realizou mais de 1800 cirurgias de quadril, mas é a primeira vez que sedia um mutirão exclusivo para a especialidade. De acordo com o gestor de ortopedia do HTODL, Marco Antônio Rocha Afonso, é uma satisfação para a equipe do hospital participar deste mutirão quando os pacientes do Into serão submetidos a artroplastias primárias de quadril, cirurgia de alta complexidade que substitui a articulação por uma prótese, possibilitando uma melhor qualidade de vida.

Esta é a esperança do conferente de material Zenildo Soares, de 56 anos, que realizou cirurgia de quadril na primeira etapa do mutirão. “Não conseguia mais trabalhar e caminhar normalmente. Nem o meu neto eu podia mais pegar no colo. Estou confiante em ter uma vida normal novamente”, disse Zenildo, que também fez questão de elogiar o hospital: “O Dona Lindu está de parabéns. Tudo é muito bom atendimento, estrutura, enfermeiras e médicos. Valeu a pena ter vindo operar aqui”.

O HTO Dona Lindu dispõe de equipamentos de alta tecnologia e equipe capacitada para realização de procedimentos ortopédicos de média e alta complexidade. Com a certificação de Acreditação Hospitalar, realiza procedimentos fundamentados no Protocolo de Cirurgia Segura e mantém alto índice de satisfação do paciente, 97% muito satisfeitos. Esta estrutura atende pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que através da Secretaria Municipal de Saúde é inserido no Sistema Estadual de Regulação (SER), responsável por definir o atendimento.

Vale pontuar que em julho aconteceu a 7ª edição do mutirão de procedimentos cirúrgicos de joelho e pés. Em maio deste ano também aconteceu um mutirão para cirurgias de ombro.

Encontros de capacitação

E as novidades não param de surgir no CRI Norte. Entre elas, está a realização da 8ª edição do ENAGE, evento voltado à disseminação de conhecimentos das áreas de Geriatria e Gerontologia e à capacitação de profissionais e estudantes dos serviços da Rede de Assistência à Saúde. O evento aconteceu em agosto e este ano teve o tema: “Saúde, Educação e Cultura: Perspectivas para um Envelhecimento Bem Sucedido”.

Na programação, além do enfoque de especialistas sobre as atualizações e inovações no tratamento de doenças, abordando diferentes meios para o cuidado ao idoso, houve também um diálogo sobre Saúde e Educação, com a reflexão dos caminhos trilhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ao longo de seus 25 anos, de modo a contribuir com o entendimento de seus fluxos e de sua funcionalidade na Rede de Atenção à Saúde.

Durante o encontro aconteceram palestras sobre o papel da educação para o idoso, a importância de propostas em inclusão digital, de ações que proporcionem sua integração no mercado de trabalho e as relações intergeracionais, além da abordagem sobre a cultura como meio de desmistificação das velhices: estereótipos, sexualidades e marginalidades.

Saúde Mental

Já o Polo de Atenção Intensiva em Saúde Mental da Zona Norte – PAI-ZN realizou, também em agosto, o III Encontro de Atualização de Enfermagem Psiquiátrica, evento cujo objetivo é disseminar os conhecimentos na área de Enfermagem Psiquiátrica e favorecer a capacitação de profissionais e estudantes dos serviços de Saúde Mental.

III Encontro de Atualização de Enfermagem Psiquiátrica

O encontro deste ano debateu o tema “Dependência Química: Políticas Públicas e a atuação da equipe de enfermagem”, propondo uma reflexão sobre o impacto da dependência química na saúde pública e o reflexo disso nas equipes que atuam nos serviços de saúde mental no Brasil atualmente.

As apresentações do encontro foram abertas com a Coordenadora de Saúde Mental do Estado de São Paulo, Sra. Rosângela Elias, que falou sobre a “A trajetória das políticas públicas em Dependência Química no Estado de São Paulo”. Durante a exposição, a coordenadora abordou os diversos serviços oferecidos para o dependente químico atualmente e as perspectivas para os próximos anos.

Em seguida, na primeira mesa, cujo tema foi o “O impacto da dependência química na saúde pública”, a Gerente do CAPS AD Ipiranga, Sra. Raquel Cleide da Mota Carvalho, enfatizou as diversas vertentes de tratamento e a abordagem psicossocial. A enfermeira Adriana Guida e a média psiquiatra Maria Luisa Moraes de Carvalho, do Centro de Referência de Álcool Tabaco e outras Drogas (CRATOD), por sua vez, trouxeram dados dos atendimentos, a crescente procura por internações e os impactos nos serviços de saúde.

A segunda mesa, que teve o tema “O atendimento ao dependente químico nas Unidades de Urgências e Emergências”, englobou o “Atendimento em Pronto Socorro em Hospital Geral”, com Andréia Silva Magalhães, supervisora de Enfermagem do Hospital Cidade Tiradentes, que mostrou a rotina e a estrutura para o atendimento ao paciente psiquiátrico e dependente químico em Pronto Socorro de Hospital Geral, com seus limites e possibilidades.

Ana Lúcia Lopes de Souza, enfermeira do PAI-ZN, abordou os mais diversos aspectos da intervenção do enfermeiro, começando com a chegada do paciente, entrevista com família, manejo dentro da unidade de emergência, ressaltando a importância do vínculo e da empatia com dependente químico.

Por fim, a terceira mesa abordou “As vertentes de tratamento ao dependente químico. Melina Machado, enfermeira do Ambulatório Médico de Especialidades da Vila Maria – AME Psiquiatria, enfatizou os aspectos positivos da justiça terapêutica como forma de co-responsabilização do paciente no tratamento. Já Ângela Lopes Carnaiba, enfermeira do CAPS AD Sé, ressaltou o papel do enfermeiro com o paciente dependente químico em regime ambulatorial e as diversas formas de intervenção.

Como novidade em 2013, o encontro abriu um espaço para apresentação de trabalhos em pôsteres, para o qual foram selecionados 7 trabalhos voltados à dependência química nos mais diversos serviços de São Paulo.

Ao todo compareceram 149 participantes das mais diversas áreas de atuação, formação e localidades (Botucatu, Cachoeira Paulista, Mongaguá, Ubatuba, Santa Rita do Passa Quatro entre outros).

Amparo Maternal inaugura UTI Neonatal

Diretora Junia e a Dra. Ruth

Os últimos meses foram recheados de novidades no Amparo Maternal. Em agosto, por exemplo, foi inaugurada na Casa a UTI Neonatal Irmã Anita Gomes. O evento contou com a presença da Dra. Maria Ruth Banholzer (representando o Ministério da Saúde), da Irmã Anita Gomes, da Irmã Lia Gregorine, presidente do Conselho Administrativo da ACSC, além de voluntários, funcionários e outras personalidades importantes.

Irmã Anita Gomes durante a inauguração da nova UTI Neonatal

A nova unidade é totalmente adequada à legislação atual, garantindo maior segurança ao cliente e à equipe profissional, na assistência aos recém-nascidos que necessitem de cuidados intensivos. A nova ala é composta por 18 leitos, sendo 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, dos quais 1 é de isolamento, e 8 leitos de cuidados intermediários neonatal convencional.

Foram mais de R$ 1 milhão de investimentos de parceiros, como a organização alemã Kindermissionswerk e a Associação Congregação de Santa Catarina, e 4 meses de obra. A instituição conquistou melhorias nas instalações de gases, elétrica e ar condicionado. Além disso, proporcionou redução de ruídos e adequação da luminosidade com a nova estrutura. “Temos agora uma área de apoio para as mães e vestiários privativos para as equipes. Tudo isto proporcionou uma otimização do espaço e humanização do setor. A ideia é tornar a nova Unidade Neonatal mais agradável para as mães que acompanham seus filhos”, complementa a médica neonatologista responsável pela unidade, Dra. Silvia Maia Holanda.

O novo espaço possibilita ainda o início do método Canguru com as mães, que é um modelo de assistência neonatal que ajuda na recuperação de bebês prematuros. Com essa técnica, o bebê tem contato pele a pele com as mães, desde a UTI. “Esse método é muito benéfico, porque ajuda no ganho de peso, na manutenção da frequência cardíaca e respiratória do bebê, na manutenção dos níveis de oxigênio e ajuda na criação do vínculo entre a mãe e o seu filho”, explica a médica neonatologista do Amparo Maternal Renata Lamano.

De acordo com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em mensagem enviada na data de inauguração, esse novo espaço vai garantir a implementação de uma das políticas públicas da sua pasta, o Projeto Canguru e a Rede Cegonha. “Este novo espaço, mais amplo, moderno, conta com equipamentos e profissionais necessários com qualidade para prestar o melhor atendimento e também nos ajudar naquele que é nosso maior compromisso: melhorar a vida dos brasileiros e brasileiras”, pontua.No evento de inauguração estiveram presentes Edson Rogatti, presidente da FEHOSP, e Celso Terra, coordenador da Rede de Proteção à Mãe Paulistana, que reforçaram a importância desses investimentos na assistência materno-infantil na rede pública de São Paulo. “São iniciativas como esta que beneficiam à sociedade e mostram a seriedade do trabalho feito pelo Amparo Maternal”, reforça Terra, em discurso na inauguração.

Outras novidades do Amparo

Ainda em agosto, o Amparo Maternal realizou ainda a campanha “Momento Talento”, realizada em comemoração aos 74 anos Casa. Voltada aos colaboradores, a campanha tem o objetivo de apresentar os talentos daqueles que tornam o trabalho da entidade cada vez melhor e mais relevante para a sociedade.

Além disso, entre julho e agosto, o Amparo Maternal promoveu a “Exposição Amor à Vida”, uma mostra que apresenta trabalhos manuais feitos pelas conviventes do Centro de Acolhida da unidade.

E para finalizar esse período de tantos acontecimentos, a Casa recebeu recentemente a visita do Instituto Mara Gabrilli, que apresentou o Projeto “Cadê Você?”, que localiza e identifica pessoas com deficiência, residentes nas comunidades mais carentes do município de São Paulo, e cria uma rede de proteção levando informações sobre os principais serviços existentes nas áreas: saúde, trabalho, esporte, acessibilidade, educação e direito.  Neste ano, em seis edições, o projeto atendeu cerca de 500 pessoas. O evento teve patrocínio da Sabesp, Mc Donald’s e Bombril e contou com a presença da própria Mara Gabrilli.